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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Espetáculo teatral encenado em praça pública chama a atenção ao abandono e à falta de preservação do patrimônio

Na noite da estreia, o Grupo fará a leitura do manifesto " Para que os jardins sejam vida, e as praças permaneçam como símbolo de prosperidade" escrito por Ivan Feijó, diretor da Cia.

O espetáculo “Os Cantos do Hotel” dirigido por Ivan Feijó estréia dia 03 de abril, sábado, às 20h e será encenado ao ar livre, em curta temporada, até 30 de abril, aos sábados e domingos, na Praça da Guianas, no bairro Jardim Paulista, em São Paulo .
Fruto de escolha coletiva dos integrantes a decisão de encená-la na Praça das Guianas foi motivada por abrigar desde 1968 o monumento criado pelo arquiteto e escultor Flávio de Carvalho em homenagem ao poeta espanhol - a cerimônia de inauguração contou com a presença do poeta chileno Pablo Neruda que fez um caloroso discurso elogiando o amigo Garcia Lorca e o autor da escultura - e que hoje encontra-se deteriorado e sem conservação. "Queremos despertar o interesse das autoridades e dos cidadãos para a conservação do patrimônio histórico da cidade", diz o diretor Ivan Feijó.

A série Poemas de Nova Iorque escrita em 1929 pelo poeta espanhol Federico Garcia Lorca serviu de base para a concepção deste espetáculo da Cia. Hotel Green Garden --, uma coletânea de representações simbólicas, composta de sete quadros.

Nesse novo trabalho do Hotel Green Garden, os quadros propostos por Feijó lembram avatares fantasmagóricos. Aparições num corredor de hotel escuro onde o tecido dos sonhos parece envolver todo o lugar.
Cada cena ou quadro do espetáculo personifica um arquétipo presente nos poemas de Lorca numa abordagem surrealista e profética que retrata uma sociedade que, em meio a dificuldades materiais, começa a dar indícios da deterioração de suas relações pessoais e morais.
Num ambiente imagético, os personagens vão surgindo um a um e vivendo seus sonhos isoladamente até ocuparem todo o espaço da praça. Cada quadro do espetáculo é entrecortado pela apresentação de um novaiorquino escanzelado, que enaltece a cidade que o acolheu.

O Hotel Green Garden é uma Cia. Teatral de pesquisa recém formada por Ivan Feijó e que após um ano de estudos da narrativa físico-emocional do ator vem mostrar ao público uma das etapas do processo de montagem do espetáculo teatral de Lorca, “Assim que Passarem Cinco Anos” que encerrará esse ciclo de pesquisa no primeiro semestre de 2010.

POEMAS

• Cidade sem sonho
• Ode ao rei do Harlem
• Fábula e roda dos três amigos
• Lua e Panorama dos Insetos
• Morte
• A menina afogada no poço
• Panorama cego de Nova York


IVAN FEIJÓ E O HOTEL GREEN GARDEN

O Hotel Green Garden é uma Cia. Teatral de pesquisa formada por jovens atores que nasceu do seu interesse e necessidade primordial de expressão e re-ligação com o universo mítico arquetípico do teatro, priorizando a relação entre tempo e espaço cênico, os rituais enquanto processos teatrais e a poética da imagem.

Levado ao cabo pelo diretor Ivan Feijó, que há mais de 20 anos trabalha para o desenvolvimento das técnicas de atuação, o processo criativo da companhia tem como referência as pesquisas desenvolvidas pelo diretor teatral Antunes Filho com quem Ivan Feijó trabalhou no CPT (Centro de Pesquisa Teatral) por quatro anos na década de 80. A Cia. sofreu influências artísticas profundas e se estrutura à partir dos estudos de Antonin Artaud, do cineasta Andrei Tarkovsky, do poeta Federico Garcia Lorca, de Mircea Eliade e Junito de Souza Brandão, além dos diretores Peter Brook e Tadeusz Kantor, entre outros.

As peças encenadas por Feijó foram sempre voltadas para o teatro de pesquisa e o fomento de grupos de aprofundamento da linguagem cênica, trabalho este levado a cabo, por exemplo, durante o período em que trabalhou no Instituto Itaú Cultural tendo criado a 1ª Mostra de Teatro de Pesquisa de Belo Horizonte.

Com o Hotel Green Garden, Ivan Feijó se dedica à formação de uma companhia teatral representante das mais novas técnicas de linguagem teatral que são encenadas internacionalmente, alicerçadas no aprofundamento do trabalho do ator não-naturalista.

TRECHOS

“Há um homem descolorido que se está banhando no mar;
É tão terno que os refletores lhe comeram brincando o coração.”

“Que serafim de chamas busco e sou!
Mas o arco de gesso,
Quão grande, quão invisível, quão diminuto!,
Sem esforço.”

“Pelo céu ninguém dorme
Ninguém, ninguém
Não dorme ninguém.”

FICHA TÉCNICA
Direção
IVAN FEIJÓ
Autor
FEDERICO GARCIA LORCA
Adaptação
HOTEL GREEN GARDEN
Elenco
DANDARA MONTEIRO – Fábula e roda dos três amigos
FERNANDA JIMENA – Menina afogada no poço
GUILHERME RODIO – Cidade sem sonho
JOÃO HANNUCH – Morte
MARINA PATARI – Panorama cego de Nova Iorque
RICARDO CARDOSO – Ode ao rei do Harlem
SABRINA ORTHMANN – Lua e panorama dos insetos

Assistente de Direção
RENATA LAMONEGA
Cenografia e adereços
HOTEL GREEN GARDEN
Produção
HOTEL GREEN GARDEN
Cenografia e adereços
HOTEL GREEN GARDEN
Iluminação
BONFANTE ILUMINAÇÃO CÊNICA
Sonorização
ZVUK
Fotos
MARUCIA TODOROV

SERVIÇO
Espetáculo “Os Cantos do Hotel” – Dirigido por Ivan Feijó
Com a Companhia Hotel Green Garden – Dandara Monteiro, Fernanda Bello, Guilherme Rodio, João Hannuch, Marina Patari, Ricardo Cardoso e Sabrina Orthmann.
Estréia dia 3 de abril, sábado, às 20h
Temporada até dia 25 de abril
Sábados, às 20h e domingos, às 19h
Duração: 50 minutos
Indicação de faixa etária - 16 anos
Praça das Guianas – Jardim Paulista (Altura do nº 3952 da Av. Nove de Julho)
www.hotelgreengarden.blogspot.com

Informações à imprensa:
Ofício das Letras
Adriana Monteiro – drixoficio@uol.com.br
Marina Reis – marinaoficio@uol.com.br
Nany Gottardi – nanyoficio@uol.com.br
11 3021-9297, 11 3021-9216 e 11 3022 2783


Direção
IVAN FEIJÓ é Diretor Teatral e professor de interpretação e iniciou sua carreira no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), com o Diretor Teatral Antunes Filho, na função de ator, e coordenador de projetos especiais. Atuou no CPT também como assistente de direção do diretor teatral Ulysses Cruz, com quem fundou o “Grupo de Arte Boi Voador”. Dirigiu diversas montagens teatrais resultado de pesquisas de caráter inovador nos seu 23 anos de carreira, destacando-se: “Rosencrantz e Guildenstern estão mortos” (1989) e “After Magritte” (1994) de Tom Stoppard; “Il Festino” (1991), baseado no madrigal dramático do mesmo nome, do compositor italiano Adriano Bancchieri, e na obra de Goldoni, com a participação da escola do Teatro Universitário da UFMG, da escola de música de Belo Horizonte e do grupo coral Ars Nova, sob a regência do maestro Carlos Alberto, apresentado no encerramento do Festival de Inverno de Minas Gerais; “Os Selos da Morte” (1990) e “Canções Desesperadas” (1991), de Walderez Cardoso Gomes, para a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo; “O Público” (1990) de Federico Garcia Lorca também para a UFMG; “Ábaco” (1993) do ator e escritor Antônio Calloni; “O melhor do Homem” (1995) da jovem dramaturga americana, Carlota Zimerman em co-direção com Ulysses Cruz; “Orquídea” (1996), fragmentos do universo feminino, baseado na obra da poetisa russa Anna Akmátova em parceria artística com a atriz e coreógrafa Clarisse Abujamra; “A Boa” (1999) de Aimar Labaki com a Companhia Zagreu de Teatro, obra foi recebida de forma excepcional pela crítica, tendo sido publicada em forma de livro; “A maçã de Eva” (1999) de Franca Rame e Dario Fo, também em parceria com a atriz Clarisse Abujamra, a obra permanece quatro anos em cartaz e representa o Brasil no 2º Festival Internacional de Teatro Ibero-Americano de Moscou em 2003, com apresentações do espetáculo em São Petersburgo, e no Teatro do Ermitage de Moscou; “Dilemma” (2000) contratado na função de acting director, neste espetáculo de teatro físico da companhia Kris Niklison, patrocinada pelo governo da Holanda; “Apócrifos” (2000) segundo trabalho de pesquisa da Cia. Zagreu de Teatro, com o escritor e jornalista Frei Betto como mediador dramatúrgico, e colaborador do processo de criação literária da obra teatral; “Cordialmente Teus” (2002) texto de Aimar Labaki dirigido à convite da 1ª Mostra de Dramaturgia Contemporânea, organizada pelo ator Renato Borghi; “Se dice de mi” (2004) contratado novamente como acting director do espetáculo da companhia Kris Niklison, que estreou em agosto do mesmo ano, em Amsterdã, Holanda;
No cinema, dirigiu: “Amor de Cura” (1986) na Espanha, curta metragem baseado em uma passagem do livro “A Experiência Demoníaca”, de Ernest de Gengenbach, colaborador e amigo do surrealista André Breton; “Espanca” (2005) com o Núcleo de Cinema fundado com a atriz Flávia Pucci, um centro de estudos cuja finalidade é a pesquisa e o aprofundamento das técnicas de ação para câmera, e a pesquisa do roteiro cinematográfico; “Mundo Animal” (Em produção) Também pelo Núcleo de Cinema.
Como professor, além de ministrar aulas e cursos pelo Brasil, idealizou, juntamente com o diretor teatral Maucir Campanholi, o plano de curso, da escola profissionalizante de teatro Indac (Instituto de Artes Cênicas), em São Paulo. Foi também convidado, no ano de 1997, pelo Prof. Dr. Gabriel Chalita, para coordenar o departamento de teatro das escolas Pueri Domus. Como consultor de teatro, no ano de 2002, integrou a equipe formada por Frei Betto, para a implementação das novas diretrizes do Núcleo de Artes Cênicas do Instituto Itaú Cultural, onde realizou a 1ª Mostra de Teatro de Pesquisa de Belo Horizonte (MOSTP), projeto que visou o desenvolvimento dos grupos de teatro locais.
Dirigiu em 2007 o espetáculo “Os dois Lados da Rua Augusta” de Dionísio Neto e o espetáculo de estréia do Hotel Green Garden, “O Concílio do Amor”. Em 2008, dirigiu “Desconhecidos”, também de Dionísio Neto no SESC Consolação. Em 2009 dirigiu a performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.

Autor
Nascido em 5 de junho de 1898 em Fuente Vaquero, Granada, Espanha, FEDERICO GARCIA LORCA, depois de Cervantes, é o escritor espanhol mais traduzido no mundo. Reconhecido e admirado por seus poemas, musicista, dramaturgo, conferencista, se expressava nas várias artes com o brilhantismo que o consagrou no mundo inteiro.
Estudou direito e letras na Universidade de Granada. Seu primeiro livro foi publicado em 1918, com o título "Impressões e Paisagens". No ano seguinte, Garcia Lorca mudou-se para Madri, onde viveu até 1928. Em Madri tornou-se amigo de vários artistas, como Luis Buňuel, Salvador Dali e Pedro Salinas. Em 1920 estreou no teatro, com a peça "O Malefício da Mariposa", e em 1921 publicou seu primeiro livro, "Livro de Poemas".
Garcia Lorca viveu dois anos em Nova York, freqüentando a universidade de Columbia. De volta à Espanha, em 1931, criou a companhia teatral "La Barraca". Era no teatro que dizia encontrar a essência de sua obra. De 1932 a 1936, junto com Eduardo Ugarte, dirigiu a Cia. La Barraca que, nos quatro anos em que existiu, percorreu 75 cidades espanholas, num projeto memorável de popularização do teatro. Contando com elenco de universitários, percorreu cidades e vilarejos da Espanha encenando textos clássicos espanhóis – Cervantes, Calderón de La Barca, Lope de Veja, além de Autos Sacramentais. Durante o verão, viajavam em caminhões cedidos pelo governo, com o mínimo indispensável: praticáveis que se transformavam em espaço cênico para as representações em praças. A luz era natural – os dias, no verão espanhol, se estendem até tarde. Tornou-se também um grande dramaturgo, e criou peças que ficaram conhecidas no mundo inteiro. Entre suas obras mais encenadas estão "Bodas de Sangue", "Yerma", "A Casa de Bernarda Alba", “Assim que Passarem Cinco Anos” e “O Público”.
Como poeta, Lorca publicou mais de uma dezena de livros, entre eles "Romance Cigano", "Poeta em Nova York", "Seis Poemas Galegos" e "Cantares Populares". A poesia de Garcia Lorca é simples e direta, e seu estilo doce e comovente tem encantado gerações de leitores. Sua poesia tocante também registrou o modo de viver das pessoas mais simples e buscou resistir contra todo tipo de opressão. Em 1936, ano da eclosão da Guerra Civil Espanhola, Federico Garcia Lorca foi preso. Fuzilado por militantes franquistas em Viznar, tornou-se símbolo da vítima dos regimes totalitários.
Fonte: SESC-SP / UOL Educação

Adaptação
COMPANHIA DO HOTEL GREEN GARDEN

Elenco
DANDARA MONTEIRO é atriz formada em Interpretação Dramática na Oficina de Atores Nilton Travesso. Atuou nas peças: “Um Grito Parado no Ar” (2006) com direção de Flavia Pucci ; “A Casa de Bernarda Alba” (2006) de Federico Garcia Lorca com direção de Bete Dorgam; Participou também de “Mistérios”, “Fulaninha e Dona Coisa”, cursando dança contemporânea na Academia Company Ballet .Atuou em “O Concílio do Amor”sob direção de Ivan Feijó em setembro de 2007 e na performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.

FERNANDA BELLO é atriz formada pela Oficina de Atores Nilton Travesso. Já atuou nas montagens “Oito Mulheres’ (2007) dirigida por Marcelo Colavitto, “Liberdade, Liberdade” (2007) de Millor Fernandes, dirigida por Guilherme Santanna e “A Casa de Bernarda Alba” (2008) dirigida por Ivan Feijó. Atuou na performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca, Também dirigida por Feijó. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.

GUILHERME RODIO é ator formado em Comunicação pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e em Interpretação Dramática pela Oficina de Atores Nilton Travesso. Já atuou em diversos espetáculos, destacando “Seja Benvinda” (2005) de Nill de Pádua; “O Rei Leão” (2005) de Paulo Peres no Teatro Brigadeiro, no papel de Mufasa; “As Mulheres de Shakespeare” (2006), de Luiz Baccelli no papel de Macbeth; “Os dois lados da rua augusta” (2007), de Dionísio Neto; “O Concílio do Amor” (2007) de Oskar Panizza e “Desconhecidos” (2008) de Dionísio Neto no SESC Consolação, Todas as três peças dirigidas por Ivan Feijó. Estudou cinema italiano com Giancarlo Marinelli (Unilink – Roma), arte clownesca com Marcelo Colavitto, interpretação para o vídeo com Nilton Travesso e interpretação para cinema com Christian Duurvoort. Atuou na performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca, Também dirigida por Feijó. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.

JOÃO HANNUCH é ator formado em Interpretação Dramática pela Oficina de Atores Nilton Travesso. Formado também em Publicidade e Propaganda pela FAAP. Já atuou nas montagens “Seja Benvinda” (2005), “O Grande Circo Místico” (2005) e “Ser Tão Mimosas” (2006) de Nill de Pádua; “Piquenique no Front” (2006) de Fernando Arrabal; “Claro” (2006) de David Ives; “O Rei de Ramos” (2006), de Dias Gomes e “O Concílio do Amor”, de Oscar Panizza com direção de Ivan Feijó. Atuou também no espetáculo “Efemérides” (2008) dirigido por Aline Ferraz. Estudou interpretação para cinema com Nilton Travesso. Atuou na performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca, Também dirigida por Feijó. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.

MARINA PATARI é atriz formada pela Oficina de Atores Nilton Travesso. Em 2003 atuou no espetáculo “Léo e Bia” de Oswaldo Montenegro. Já atuou nas montagens “A Pena e a Lei” (2008) de Andrea Egydio e “O Sangue no Pescoço do Gato” (2008) dirigido por Ivan Feijó. Atuou na performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca, Também dirigida por Feijó. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.
RENATA LAMONEGA é atriz, formada pelo Teatro Escola Macunaíma; atuou nos espetáculos "A casa de Bernarda Alba", de Federico Garcia Lorca, dirigida por Ivan Feijó, "A Sapateira Prodigiosa", também de Federico Garcia Lorca e "Morte e Vida Severina" de João Cabral de Melo Neto, ambas dirigidas por Wagner Cintra e "Gota d'Água" de Chico Buarque e Paulo Pontes, dirigida por Tuna Serzedello, entre outras.
SABRINA ORTHMANN é atriz, formada pela Oficina de atores Nilton Travesso; atuou nas peças: “O Concílio do amor”, de Oscar Panizza; “O Balcão”, de Jean Genet; e “A casa de Bernarda Alba”, de Federico Garcia Lorca, todas dirigidas por Ivan Feijó. Atuou no espetáculo “Olerê, Olará” escrito e dirigido por Dionísio Neto e na performance “Os Cantos do Hotel” baseada na coletânea de poemas “Poeta em Nova York” de Federico Garcia Lorca, Também dirigida por Feijó. Atualmente se dedica ao processo criativo do espetáculo “Assim que se passarem cinco anos” com a Companhia do Hotel Green Garden.