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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A História de Virginia Giuffre: O Que o Mundo Precisa Aprender Sobre Poder, Abuso e Silêncio



    Virginia Giuffre nasceu em 1983, nos Estados Unidos, e cresceu em um ambiente marcado por instabilidade, violência e abandono. Desde muito jovem, enfrentou abusos que moldaram sua trajetória e a deixaram vulnerável a adultos que se apresentavam como protetores, mas que, na verdade, enxergavam nela uma presa fácil. A adolescência de Virginia foi um terreno fértil para predadores: instituições falharam, adultos falharam, e o mundo ao redor parecia sempre disposto a culpá‑la por sua própria vulnerabilidade.

    Foi nesse contexto que ela conheceu Ghislaine Maxwell, enquanto trabalhava no spa do resort Mar‑a‑Lago, na Flórida. Maxwell surgiu com a elegância e a autoridade de quem sabe manipular. Ofereceu oportunidades, promessas, estabilidade — exatamente o que uma adolescente fragilizada desejava ouvir. Mas por trás da fachada havia Jeffrey Epstein, um homem cercado por riqueza, influência e conexões com figuras poderosas. O que começou como uma promessa de futuro rapidamente se transformou em coerção, abuso e exploração sistemática.

    Durante anos, Virginia viveu presa a um ciclo de violência que envolvia não apenas Epstein e Maxwell, mas também homens influentes, alguns deles figuras públicas de renome internacional. Ela denunciou ter sido traficada sexualmente para pessoas poderosas, incluindo o então príncipe Andrew, que sempre negou as acusações. Ainda assim, sua voz ecoou pelo mundo e se tornou um símbolo de resistência contra redes de exploração sexual sustentadas por dinheiro, silêncio e impunidade.

Na foto: O ex-príncipe Andrew - Virgínia e a aliciadora Ghislaine Maxwell
 


    Virginia Giuffre nasceu em 1983, nos Estados Unidos, e cresceu em um ambiente marcado por instabilidade, violência e abandono. Desde muito jovem, enfrentou abusos que moldaram sua trajetória e a deixaram vulnerável a adultos que se apresentavam como protetores, mas que, na verdade, enxergavam nela uma presa fácil. A adolescência de Virginia foi um terreno fértil para predadores: instituições falharam, adultos falharam, e o mundo ao redor parecia sempre disposto a culpá‑la por sua própria vulnerabilidade.

Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell 
“De socialite influente a detenta federal: Ghislaine Maxwell cumpre pena nos EUA por seu papel na rede de exploração de Jeffrey Epstein, um lembrete de que o poder não deveria ser escudo para a injustiça.”



    Foi nesse contexto que ela conheceu Ghislaine Maxwell, enquanto trabalhava no spa do resort Mar‑a‑Lago, na Flórida. Maxwell surgiu com a elegância e a autoridade de quem sabe manipular. Ofereceu oportunidades, promessas, estabilidade — exatamente o que uma adolescente fragilizada desejava ouvir. Mas por trás da fachada havia Jeffrey Epstein, um homem cercado por riqueza, influência e conexões com figuras poderosas. O que começou como uma promessa de futuro rapidamente se transformou em coerção, abuso e exploração sistemática.

    Durante anos, Virginia viveu presa a um ciclo de violência que envolvia não apenas Epstein e Maxwell, mas também homens influentes, alguns deles figuras públicas de renome internacional. Ela denunciou ter sido traficada sexualmente para pessoas poderosas, incluindo o então príncipe Andrew, que sempre negou as acusações. Ainda assim, sua voz ecoou pelo mundo e se tornou um símbolo de resistência contra redes de exploração sexual sustentadas por dinheiro, silêncio e impunidade.

    Quando finalmente encontrou forças para denunciar, enfrentou o que tantas vítimas enfrentam: descrédito, ataques, tentativas de desqualificação. Mas continuou. Sua persistência ajudou a expor a engrenagem de abuso que operava há décadas, protegida por conexões políticas, financeiras e sociais. A coragem de Virginia abriu caminho para outras vítimas e pressionou autoridades a reabrirem investigações, resultando na prisão de Epstein em 2019 e na condenação de Maxwell em 2021.

    Depois de anos de batalhas judiciais, exposição pública e desgaste emocional profundo, Virginia se mudou para a Austrália, onde tentou reconstruir a vida com o marido e os filhos. Mas o peso de tudo o que viveu — somado à pressão constante de ser uma figura pública em um caso global — deixou marcas profundas. Em abril de 2025, ela foi encontrada morta em sua propriedade em Neergabby, na Austrália. A polícia local informou que não havia indícios de crime, e sua família confirmou que ela morreu por suicídio.

    Documentos posteriores, divulgados brevemente nos chamados “Epstein files”, revelaram que ela tirou a própria vida com um disparo de arma de fogo, informação que foi rapidamente retirada dos arquivos após divulgação acidental.

    Sua morte gerou comoção mundial. Familiares, advogados e sobreviventes de abuso sexual lamentaram não apenas a perda de uma mulher que se tornou símbolo de resistência, mas também o fato de que o sistema — mais uma vez — falhou em proteger alguém que dedicou a vida a denunciar injustiças. Para muitos, Virginia carregou sozinha um peso que deveria ter sido dividido por instituições, autoridades e pela sociedade.

    A história de Virginia Giuffre é um alerta urgente. Mostra como predadores se aproveitam de vulnerabilidades emocionais, econômicas e sociais. Mostra como meninas podem ser enganadas por promessas de proteção, oportunidades e afeto. Mostra como pessoas poderosas usam sua influência para silenciar vítimas e manipular narrativas. E mostra, acima de tudo, que a culpa nunca é da vítima — nunca.

    Para as meninas e mulheres que crescem em um mundo onde ainda existem Epsteins e Maxwells, a história de Virginia é um farol: um aviso sobre os perigos da manipulação, da falsa proteção e do poder usado para destruir vidas. Mas também é um lembrete de que a verdade, quando dita com coragem, pode abalar estruturas inteiras — mesmo que o preço, para quem a diz, seja devastador.




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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Volta às aulas e ao trabalho impulsiona vendas de calçados no início do ano: sandálias, crocs e tênis lideram o consumo


Com mix multimarcas e foco em conforto e custo-benefício, rede de franquias Sandaliaria se consolida como opção prática para famílias e como modelo de negócio resiliente no varejo


O início do ano é tradicionalmente um dos períodos mais aquecidos para o varejo de calçados no Brasil. A combinação entre férias, volta às aulas, retomada da rotina de trabalho e clima quente movimenta o consumo e reforça a busca por produtos confortáveis, versáteis e acessíveis. Nesse cenário, categorias como sandálias, crocs e tênis leves ganham protagonismo nas prateleiras e no carrinho do consumidor.

Na franquia Sandaliaria, rede especializada em calçados, acessórios e produtos personalizáveis, as sandálias representam cerca de 45% das vendas no período, seguidas por crocs (35%) e tênis casuais e leves (20%).

“O consumidor está mais ativo no começo do ano, caminhando mais, viajando e retomando compromissos. Isso faz com que o conforto deixe de ser um diferencial e passe a ser prioridade”, afirma Rodrigo Deotto, CEO da Sandaliaria.

Conforto, praticidade e consumo inteligente

Além do apelo sazonal, o início do ano também concentra despesas importantes no orçamento familiar, como material escolar, impostos e viagens. Esse contexto faz com que o custo-benefício tenha peso decisivo na compra.

“As famílias buscam produtos duráveis, funcionais e que possam ser usados em diferentes ocasiões. Modelos anatômicos, leves e fáceis de calçar são os mais procurados”, explica Deotto.

É nesse ponto que o modelo multimarcas da Sandaliaria se destaca. Com um portfólio que atende adulto, juvenil e infantil, a rede permite que o consumidor resolva todas as compras em um único local. “A proposta é facilitar a jornada do cliente, oferecendo variedade, preços acessíveis e soluções para diferentes perfis dentro da mesma loja”, diz o executivo.

Mix estratégico e renovação de portfólio

Com mais de 18 grifes homologadas - além da Blessed, marca própria do grupo - a Sandaliaria aposta em um mix equilibrado entre produtos básicos, funcionais e itens alinhados às tendências de moda. No início do ano, a renovação do portfólio acompanha o lifestyle da estação, com reforço em slides, papetes, rasteiras, sandálias leves e tênis respiráveis.

“Trabalhamos com uma curadoria focada em desempenho de vendas, sazonalidade e perfil regional do público. Isso garante alto giro, variedade adequada e margens saudáveis para os franqueados”, afirma Deotto. A estratégia inclui também maior profundidade de estoque nas numerações de maior saída e nas categorias mais sazonais, sem comprometer o capital de giro das lojas.

Loja como espaço de relacionamento


Mais do que vender calçados, a Sandaliaria aposta na experiência. As lojas são pensadas como ambientes democráticos e acolhedores, onde o cliente se sente à vontade para experimentar, comparar e escolher.

“A loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a ser um espaço de relacionamento. O consumidor busca identificação com a marca, conforto e uma experiência de compra agradável”, reforça o CEO.

Esse posicionamento acompanha mudanças claras no comportamento de consumo. Calçados como crocs e sandálias confortáveis, antes restritos ao lazer, hoje fazem parte do uso diário, inclusive em ambientes de trabalho mais flexíveis. “O bem-estar passou a guiar decisões de compra. Quem entende esse movimento consegue capturar melhor as oportunidades do mercado”, completa.

Oportunidade também para empreendedores

Com mais de 90 unidades espalhadas por 23 estados, a Sandaliaria se consolidou como a maior franquia de sandálias multimarcas do país. Para os franqueados, o início do ano costuma representar um aumento médio de 15% a 25% no faturamento, reforçando a força do modelo de negócio em períodos de alta sazonalidade.

“O começo do ano reúne tudo o que o varejo de calçados precisa, como clima favorável, maior circulação de pessoas e necessidade real de reposição. Quem trabalha bem mix, estoque e comunicação conseguem transformar esse momento em crescimento”, conclui Rodrigo Deotto.

Sobre a Sandaliaria


Criada em 2005, em Piracicaba (SP), a Sandaliaria nasceu como a primeira operação exclusiva de venda de chinelos em shopping centers, e após sua chegada no franchising, em 2014, se tornou a maior franquia de sandálias multimarcas do Brasil. São mais de 18 grifes em seu portfólio, entre Havaianas, Crocs, Melissa, Rider, Piticas e a linha própria Blessed. A marca oferece dois modelos de negócios: licenciamento (container, loja de rua e quiosque) e franquia (shopping center), o investimento inicial é a partir de R$ 166 mil e prazo de retorno de 18 a 36 meses. https://franquia.sandaliaria.com.br



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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Glitter na pele: por que o brilho do Carnaval pode causar irritações e reações tardias

“O glitter não desaparece depois do banho, ele continua agindo na pele”, alerta a dermatologista Denise Ozores



Durante o Carnaval, o uso de glitter no rosto e no corpo se torna quase um uniforme entre foliões, musas e celebridades. O que muita gente não percebe é que, mesmo após o fim da festa e várias lavagens, o brilho pode continuar impactando a pele de forma silenciosa, causando irritações, coceira e inflamações que surgem dias depois da folia.

Segundo a dermatologista Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349), especialista em beleza natural, o glitter não se comporta como um cosmético comum. As partículas metálicas ou sintéticas podem se alojar em poros, dobras da pele e microfissuras da barreira cutânea. “O glitter não some completamente. Ele pode migrar para regiões mais sensíveis e provocar inflamações tardias”, explica.

Um erro comum, de acordo com a médica, é acreditar que apenas água e sabonete são suficientes para remover totalmente o produto. Mesmo após o banho, fragmentos microscópicos podem permanecer aderidos à pele. Em contato com suor, atrito e calor, essas partículas podem desencadear reação inflamatória.

Denise também alerta para o uso repetido de glitter por vários dias consecutivos, prática comum durante o Carnaval. A sobreposição aumenta o risco de dermatites, especialmente em áreas como rosto, pescoço, colo, axilas e regiões de maior movimento. “A pele entra em um processo inflamatório contínuo sem que a pessoa perceba”, afirma.

Outro ponto importante é a procedência do glitter. Produtos não indicados para uso cosmético podem conter partículas irregulares e mais agressivas, aumentando o risco de microlesões. Para quem não abre mão do brilho, Denise orienta limitar a área de aplicação, evitar regiões sensíveis e retirar o produto com movimentos suaves, sem esfregar excessivamente.

Segundo a especialista, o maior erro acontece depois da folia. “Muita gente tenta compensar usando produtos fortes logo após o Carnaval, quando a pele já está sensibilizada. O ideal é permitir que a pele se reorganize antes de qualquer intervenção”, conclui.


Sobre a especialista

A dermatologista Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349) é especialista em beleza natural e atua com foco na prevenção do envelhecimento cutâneo, priorizando equilíbrio, saúde da pele e respeito à individualidade. Em seus atendimentos e conteúdos nas redes sociais, a médica defende uma abordagem consciente da estética, com resultados sutis e alinhados ao estilo de vida contemporâneo. No Instagram, compartilha orientações sobre cuidados dermatológicos e os impactos do ambiente urbano e digital na pele pelo perfil @deniseozoresdermato.


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Wagner Moura destila HIPOCRISIA no Prêmio Globo de Ouro



    Por: Claudia Souza    

    Na noite em que Wagner Moura fez história ao receber o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, muitos esperavam um discurso artístico e inspirador. O que se viu, porém, foi uma tentativa explícita de transformar um palco internacional num púlpito político — usando a conquista cultural para lançar uma fala ideológica contra setores da direita brasileira.

    Ao vincular o contexto do filme O Agente Secreto, que trata de memória e trauma geracional, a uma narrativa de “fascismo” presente no Brasil recente, Moura politiza uma vitória cinematográfica e passa a acusar um governo que já está fora do poder há mais de dois anos (o de 2018–2022) de “eco da ditadura”. Essa escolha retórica é fraca do ponto de vista crítico porque transforma uma questão histórica em arma política sem conexão direta com os fatos atuais discutidos globalmente no evento.

    O discurso, além disso, ocorreu em um momento em que o próprio Brasil enfrenta denúncias e críticas sobre o devido processo legal e a liberdade de expressão no âmbito interno — questões que incluem debates sobre medidas judiciais e prisões motivadas por ações relacionadas ao sistema político e às instituições republicanas, que têm sido objeto de discussões sobre legalidade e proporcionalidade. A insistência em rotular adversários políticos como “fascistas” num ambiente tão visível podem soar, justamente, como desserviço à democracia que se pretende defender.

    Silenciamento de questões de direitos civis no Brasil: enquanto Moura falava em combater “valores autoritários”, muitos debates nacionais se concentram em casos controversos de justiça e de censura judicial — como as ações contra comunicadores, políticos e mobilizações populares que têm sido vistas por seus críticos como excesso de Poder Judiciário (especialmente em casos tratados no Supremo Tribunal Federal e pelo ministro Alexandre de Moraes).

    Prisão de um ex-presidente e controvérsias judiciais: ainda que ex-presidentes não possam ser simplesmente caricaturados — e Lula já teve condenações anuladas pela Suprema Corte em 2021, restaurando seus direitos políticos — a narrativa simplista de que ele estaria em “cárcere sem justificativa” ignora a complexidade jurídica do caso e as revisões de decisões judiciais que ocorreram (caso “Free Lula”).

    Longe de combater o crime organizado, o governo atual tem sido criticado por não classificar facções criminosas como organizações terroristas, apesar de debates públicos consistentes sobre o tema. A legislação brasileira (Lei Antiterrorismo nº 13.260/2016) define critérios claros para o reconhecimento legal de terrorismo, e o governo federal — liderado por Luiz Inácio Lula da Silva — tem rejeitado equiparar PCC e Comando Vermelho a organizações terroristas sob essa lei, argumentando que isso não corresponderia às definições legais vigentes, mesmo diante de pressões políticas para essa equiparação.

    O posicionamento de Moura não menciona outros regimes autoritários ou problemas de direitos humanos associados a aliados políticos da esquerda latino-americana — como os governos de Nicolás Maduro (Venezuela), membros históricos do Foro de São Paulo (como líderes do PT, PSOL, comunistas cubanos e figuras vinculadas a movimentos de esquerda regionais), que em relatos críticos são apontados como autoritários e antidemocráticos. Se a preocupação realmente fosse a defesa intransigente da democracia, esses contextos também mereceriam menção e reflexão profunda.

    O discurso de Wagner Moura no Globo de Ouro, ao usar a visibilidade internacional para projetar um ataque genérico à “extrema direita” brasileira, com termos como “eco da ditadura”, falha em reconhecer que:
  • as instituições democráticas continuam funcionando no Brasil, com decisões sujeitas a revisão judicial e ampla disputa pública de ideias;
  • críticos do governo atual apontam problemas reais no tratamento de questões de segurança pública, incluindo a recusa em declarar certas facções como terroristas apesar de amplo debate público;
  • e que usar linguagem inflamatória nas artes para fazer política partidária pode corroer justamente o tecido democrático que se diz defender.
    Embora legítimo como expressão pessoal — não se sustenta como um ataque informado ao que caracterizaria fascismo de verdade, e peca ao ignorar ou minimizar problemas contemporâneos de direitos civis, segurança e política externa que poderiam ser tão ou mais relevantes à discussão democrática do que a simples evocação de termos carregados como “ditadura” ou “fascismo”.




O QUE ESTÁ POR TRÁS DO GOVERNO QUE WAGNER MOURA DEFENDE:

O que é o Foro de São Paulo?

Petistas em Cuba em 2016: na companhia de Daniel Ortega, Díaz-Canel, Maduro e Raúl


    O Foro de São Paulo é um encontro político criado em 1990, por iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT), liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o Partido Comunista de Cuba, sob influência direta de Fidel Castro. Seu objetivo declarado era rearticular partidos e movimentos de esquerda da América Latina após o colapso da União Soviética e o enfraquecimento do socialismo no cenário global.

    Desde sua fundação, o Foro reuniu partidos legais, movimentos sociais e organizações políticas de diferentes países, incluindo legendas que chegaram ao poder democraticamente e outras ligadas a regimes autoritários, como: Cuba (Partido Comunista Cubano); Venezuela (chavismo / Nicolás Maduro); Nicarágua (Daniel Ortega); Bolívia (Evo Morales); Equador (Rafael Correa); Argentina (kirchnerismo)


FARC (Colômbia) — reconhecidamente financiadas pelo tráfico de drogas durante décadas.

    As FARC participaram de encontros do Foro de São Paulo, o que alimentou críticas de que o espaço teria tolerado ou relativizado práticas criminosas em nome de alinhamento ideológico.

    Governos aliados ao Foro, como o da Venezuela, são alvo de acusações internacionais (especialmente por órgãos dos EUA) de conivência com rotas do narcotráfico — embora essas acusações sejam contestadas diplomaticamente e não resultem em consenso jurídico internacional.







segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

O bronze que engana: os mitos do verão que podem piorar a celulite

“O sol camufla a celulite por um momento, mas entrega a conta depois. O bronze é um disfarce bonito que custa caro para a pele”, afirma o médico Roberto Chacur.



A exposição solar excessiva destrói fibras de colágeno e elastina, estruturas essenciais para a firmeza da pele. A longo prazo, essa perda de sustentação acentua a flacidez e torna a celulite mais marcada, justamente o oposto do que muitas mulheres buscam ao se bronzear. Mesmo assim, a ilusão continua, porque, no curto prazo, a pele realmente parece mais uniforme. O verão vira um ciclo de reforço: a camuflagem imediata engana o olhar, mas o resultado estrutural aparece depois, quando o bronze desbota e deixa para trás uma textura mais comprometida.

O calor intenso também contribui para aumentar o incômodo. Nos dias quentes, o corpo transpira mais e retém líquido para se proteger da desidratação. Esse inchaço temporário torna os furinhos mais visíveis e alimenta a sensação de que a celulite piora de um dia para o outro. Na prática, não surgem novas celulites no verão. O que muda é o volume do tecido subcutâneo, que pressiona a superfície da pele e evidencia irregularidades já existentes. A retenção hídrica é um dos fatores que mais confundem a percepção feminina nessa época do ano.

Para o médico Roberto Chacur, CRM SP 124125, speaker da GoldIncision e referência em tratamento da celulite, a combinação de mitos, pressa e comparações digitais explica por que tantas mulheres acreditam que o sol é aliado. Chacur ressalta que o verão cria uma falsa sensação de melhoria. Segundo ele, muitas pacientes chegam ao consultório repetindo frases como “parecia que minha celulite tinha sumido, mas voltou pior”. O médico destaca que nenhum truque de verão resolve. O que muda é a forma como o olho interpreta aquela pele naquele momento. Ele afirma que o sol não trata, não reduz e não reorganiza a pele. Ele apenas colore a superfície enquanto fragiliza a base.

Prevenir a celulite exige constância e escolhas conscientes, e não atalhos de temporada. Hidratar o corpo ao longo do dia evita a retenção de líquidos que acentua os furinhos. Reduzir o sal e o álcool ajuda a manter o edema sob controle. Atividade física regular melhora a circulação e diminui a sensação de peso nas pernas. Drenagem linfática profissional pode trazer alívio imediato ao inchaço típico do verão. E, acima de tudo, o protetor solar é indispensável para impedir que o colágeno seja destruído pelo UV, já que essa degradação é uma das principais responsáveis pelo agravamento da celulite.

No fim, o verão não é inimigo do corpo. O inimigo são as ilusões criadas em torno dele. O bronzeado pode até enganar o olhar por alguns dias, mas a pele sempre revela a verdade. Como resume o Dr. Roberto Chacur, a celulite não some com o sol, ele apenas disfarça. Por isso, se proteger é a melhor conduta.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Réveillon na Paulista reúne 2,1 milhões de pessoas e movimenta R$ 1,3 bilhão, segundo FGV

Reveillon na Avenida Paulista - SP - 2025 (Renato Pinheiro/SECOM)

As celebrações de fim de ano realizadas pela Prefeitura de São Paulo — que englobam o Natal Iluminado e o Réveillon na Avenida Paulista — movimentaram R$ 2,33 bilhões na economia e geraram 20,6 mil postos de trabalho, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgado nesta sexta-feira (2). O levantamento revela ainda que os índices de aprovação do público ultrapassam 99% em ambas as festas.

A FGV aponta que os eventos geram impactos diretos e indiretos na economia. Os efeitos diretos incluem os investimentos na organização das festas, como infraestrutura e serviços, e os gastos do público, que movimentam setores como alimentação, bares e restaurantes, comércio, transporte público, táxis e aplicativos, hotelaria e entretenimento. Já os impactos indiretos se estendem à cadeia produtiva desses setores, alcançando fornecedores e serviços de apoio, ampliando o efeito econômico para além dos dias de celebração.

No Réveillon 2025/2026, realizado na Avenida Paulista, 99,1% dos entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com a programação. Maior celebração de fim de ano da história da capital, o Réveillon reuniu 2,1 milhões de pessoas ao longo de mais de 14 horas de shows e atividades gratuitas. Entre o público que já havia participado de edições anteriores, 89,7% avaliaram a festa como melhor do que a anterior. A 100ª Corrida Internacional de São Silvestre, integrada às comemorações, também registrou 90,4% de aprovação. 

Segundo a FGV, o Réveillon na Paulista movimentou R$ 1,38 bilhão na economia e foi responsável pela geração de 11,9 mil postos de trabalho, considerando também os gastos do público da São Silvestre. Do total de participantes considerados no impacto econômico, 76,9% eram residentes da capital e 23,1% excursionistas (que não moram na capital, mas não pernoitam) e turistas (visitantes que pernoitam na cidade). O gasto médio do turista no Réveillon foi de R$ 2.016,50.

O Natal Iluminado 2025 também alcançou 99% de aprovação do público, com 93,6% dos participantes que já conheciam o evento avaliando a edição como melhor do que a anterior. A programação descentralizada, com atrações culturais e decoração temática em todas as regiões da cidade, movimentou R$ 956,6 milhões, considerando 4,8 milhões de participantes com gastos associados para o cálculo econômico. Desse total, 83% eram residentes e 17% excursionistas e turistas. O Natal Iluminado gerou 8,7 mil postos de trabalho.

Somados, os eventos de Natal e Réveillon resultaram em R$ 2,33 bilhões em movimentação econômica. De acordo com a FGV, os resultados refletem o efeito multiplicador dos investimentos em grandes eventos públicos, que ativam setores como comércio, alimentação, transporte, hospedagem, serviços, cultura, logística e segurança.

Operação garantiu limpeza, segurança, saúde e acolhimento

A operação especial montada pela Prefeitura de São Paulo para o Réveillon na Avenida Paulista assegurou a limpeza, a segurança, o atendimento em saúde e o acolhimento ao público durante a maior virada de ano já realizada na cidade. Segundo a Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB), foram recolhidas 37 toneladas de resíduos após a festa, com atuação de 605 agentes, apoio de 47 veículos, uso de 190 metros cúbicos de água de reuso e aplicação de 1.436 litros de desinfetante.

Na área da saúde, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) registrou 675 atendimentos, com oito encaminhamentos a unidades de saúde. Já a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, por meio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), monitoramento com drones e pelo sistema Smart Sampa, contabilizou apenas seis ocorrências policiais.

O evento contou ainda com a atuação da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, em parceria com a empresa Livre de Assédio, por meio do protocolo Não se Cale. Foram instalados sete pontos de acolhimento, que prestaram atendimento a 40 pessoas, com 98% de resolutividade no próprio local e apenas 2% das ocorrências demandando ação da GCM.



sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Quando a música une gerações: elenco de “Queremos Paz no Planeta” é destaque na TV Rede Vida



O projeto “Queremos Paz no Planeta”, que emocionou o público no Memorial da América Latina em novembro, segue ampliando sua mensagem de união, música e esperança. Neste sábado, 03 de janeiro, às 21h30, parte do elenco do show participa do Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida, em uma noite que promete muitas emoções.

A presença do projeto no programa reforça a força da arte como instrumento de diálogo e transformação social. Participam desta edição especial o renomado pianista Adylson Godoy, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, além do Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski.

Conhecido por valorizar a música brasileira, os encontros familiares e as histórias que tocam o coração, o Programa Silvio Brito em Família será o cenário perfeito para reviver o espírito do espetáculo “Queremos Paz no Planeta”. O público poderá conferir performances emocionantes, depoimentos inspiradores e a sensibilidade de artistas que colocam a música a serviço de uma causa maior: a paz.

A participação do coral infantil merece destaque especial. Símbolo de esperança e futuro, as vozes das crianças traduzem com pureza a mensagem central do projeto, mostrando que a construção de um mundo mais pacífico começa desde cedo, pela educação, pela cultura e pela arte.
Onde assistir ao Programa Silvio Brito em Família

📺 TV Rede Vida – sábado (03/01), às 21h30
Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH)
Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD)
GVT: Canal 243
NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD)
TV Oi: Canal 16
SKY: Canal 6
Vivo TV: Canal 29

Será uma noite para se emocionar, reunir a família e celebrar a música brasileira com propósito.
Assista, vale muito a pena! 💛🎶

😍 Serão muitas emoções!
#QueremosPazNoPlaneta #SilvioBritoEmFamília #MúsicaPelaPaz #ArteQueTransforma
@silviobritoemfamilia @silviobritooficial @cantora_claudya @mariaclaramascellani @adylsongodoy @marcelofaraldorecski @marli_ferrari_p





sexta-feira, 21 de novembro de 2025

“Memórias Feitas de Caroá” reúne mulheres originárias de povos indígenas do Nordeste em residência artística em São Paulo

Memórias Feitas de Caroá - Foto: Divulgação



Sob idealização e orientação artística da artista Júlia Maynã, de origem, o projeto promove vivências que entrelaçam arte, memória e ancestralidade feminina indígena.


A residência artística “Memórias Feitas de Caroá” é voltada a mulheres que carregam em suas histórias o fio contínuo da origem indígena de etnias do Nordeste, e que hoje habitam a cidade de São Paulo. Idealizada pela artista-orientadora Júlia Maynã, pertencente à etnia Xukuru-Kariri (Palmeira dos Índios, Alagoas) e nascida no bairro Cachoeirinha, em São Paulo, a proposta nasce de sua pesquisa iniciada em 2020: Despertar Criativo Ancestral: propostas artístico-pedagógicas reveladoras de apagamentos históricos, apresentada na V Semana Científica do Agreste Pernambucano (2024) e publicada em seus anais.

No contexto indígena nordestino, o deslocamento forçado rumo ao Sudeste, muitas vezes imposto como alternativa para sobrevivência, foi uma das principais estratégias de apagamento histórico e cultural. Longe de seus territórios, essas famílias enfrentaram a negação de suas identidades e o silenciamento de suas práticas tradicionais. Ainda assim, reinventaram formas de resistência e seguiram transmitindo seus saberes entre panelas, gestos, valores, pinturas, rezas, histórias, corpos em movimento e canções.

A apresentação final da residência, prevista de forma gratuita para o período de 30 de novembro a 21 de dezembro, será uma performance cênico-musical viva, resultado dos processos de criação e pesquisa desenvolvidos ao longo dos últimos meses, expressando a continuidade das tradições indígenas nordestinas no contexto urbano paulista.

Em cena, barros, fibras, cantos, danças, poesias, teatro, artes plásticas, artesanatos e fotografias se misturam à voz e à memória de mulheres frutos das migrações indígenas de povos do Nordeste para São Paulo. Entre elas, estão mulheres com origem nos povos Fulni-ô, Kariri-Xocó, Xucuru-Kariri, Pankararu e Fulkaxo.

A ação será apresentada em quatro locais: a Aldeia Multiétnica Filhos desta Terra (Guarulhos), no dia 30 de novembro, com apresentação das 15h às 16h e roda de conversa das 16h às 17h; o Estúdio Mawaca (São Paulo), em 14 de dezembro, com apresentação das 16h às 17h e roda de conversa das 17h às 18h; o Museu das Culturas Indígenas (São Paulo), no dia 20 de dezembro, com apresentação das 16h as 17h e roda de conversa das 17h as 18h; e a Aldeia Yvy Porã, comunidade Guarani Mbya localizada na T.I do Jaraguá (São Paulo), com apresentação das 15h as 16h e roda de conversa das 16h as 17h.

Inspirado na força do caroá, fibra sagrada da Caatinga, o projeto celebra as memórias que resistem nos corpos e nas lutas dessas mulheres. É a partir dessas resistências - algumas visíveis, outras quase imperceptíveis - que a residência se constrói.

A proposta investiga os impactos intergeracionais da migração indígena, acolhendo tanto mulheres que mantêm vínculos vivos com suas comunidades, quanto aquelas que, diante de tantas violências e deslocamentos, tiveram esses laços interrompidos, mas seguem carregando, no corpo e na memória, as marcas profundas de suas origens e caminhos.

“O projeto é um convite para criarmos juntas uma arte que mostre os frutos dessas migrações, lembrando que nossas famílias ajudaram a construir essa cidade. Desde julho, temos partilhado histórias, refeições e muita criação. Como orientadora artística do processo, tenho levado sempre propostas de criação que partem das nossas memórias, lembrar das nossas mães, pais, avós, e o que deixaram. E esse processo, pra mim, já é o maior resultado: o fortalecimento coletivo dessas histórias”, afirma Júlia Maynã, artista-orientadora e idealizadora do projeto.

A residência é composta por seis artistas residentes, uma artista-orientadora (Júlia Maynã) e uma comunicadora (Ypituna Pankararu). Todas as participantes vivem em São Paulo e pertencem a diferentes faixas etárias, compartilhando em suas trajetórias a origem indígena de povos do Nordeste, entre elas dos povos Fulni-ô, Kariri-Xocó, Xucuru-Kariri e Pankararu e Fulkaxo.

“Comunicar esse projeto é também reconstruir nossas narrativas. É mostrar que as mulheres indígenas nordestinas seguem tecendo memórias e identidades, mesmo longe de seus territórios”, ressalta Ypituna Pankararu, comunicadora da residência.

A ficha técnica do projeto reúne um coletivo de mulheres originárias que dão corpo, voz e gesto à criação. As artistas-residentes e intérpretes-criadoras são Yndyan Fulkaxo, Michele Saints, Upya Pankararu, Txayane Fulni-ô, Laís Santos, Simone Pankararu e Júlia Maynã, que juntas também constroem as obras que compõem o cenário.

A concepção, idealização e direção geral da residência são de Júlia Maynã, que assina igualmente a orientação artística, a mediação dos processos de criação e a direção cênica da apresentação final. O figurino, idealizado de forma coletiva, foi costurado por Maria Lúcia Olegário e customizado e pintado por Laís Santos, Upya Pankararu e Michele Saints.

A coordenação de comunicação é de Ypituna Pankararu, e a produção executiva leva também a assinatura de Júlia Maynã.


O projeto conta com o apoio do Espaço Pankararu – Aldeia Multiétnica Filhos da Terra e do Condô Cultural.

"Memórias feitas de caroá: mulheres frutos das migrações indígenas nordestinas para São Paulo" é um projeto realizado pelo Ministério da Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas, pelo Fomento CULTSP, pela Política Nacional Aldir Blanc e pelo Programa de Ação Cultural - PROAC, selecionado no Edital 21/2024.


Serviço:

O quê: Residência Artística “Memórias Feitas de Caroá” – Intervenções finais
Quando: 30 de novembro; 14, 20 e 21 de dezembro de 2025
Onde: Guarulhos e São Paulo (SP)
Mais informações: @memoriasfeitasdecaroa (instagram)

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Novo circuito de atrações do Natal Iluminado surpreende a população de Araxá e mira turistas

Novo circuito de atrações do Natal Iluminado surpreende a população de Araxá e mira turistas





Inauguração na Praça Governador Valadares reuniu multidão para acompanhar a contagem regressiva e conhecer as novidades

Araxá inaugurou na noite desta quarta-feira (19), na Praça Governador Valadares, o maior Natal Iluminado já realizado no município, reunindo quase 2 milhões de pontos de LED, um circuito ampliado de visitação e novas áreas decoradas em diferentes regiões da cidade. A cerimônia, que marcou oficialmente o início da programação natalina de 2025, atraiu grande público e abriu mais uma temporada que promete movimentar o turismo, o comércio e a economia local.

Já passava das 19h30 quando o público iniciou a contagem regressiva conduzida pelo do prefeito Robson Magela. O momento foi acompanhado com entusiasmo por famílias, turistas, comerciantes e autoridades. “Conseguimos entregar o maior enfeite da história de Araxá. Uma edição que realmente nos coloca na história do município e de Minas Gerais”, afirmou o prefeito. “Ano passado já tivemos grande movimento e recebemos visitantes de todo o estado e até de fora. Este ano, com a expansão, o retorno será ainda maior para a rede hoteleira, bares, supermercados, lojas e serviços”, destacou.

A ação é executada pela Acia e Fundação Cultural Acia, por meio de um projeto da Prefeitura de Araxá e da Fundação Cultural Calmon Barreto aprovado pela Câmara Municipal, com investimento de R$ 2 milhões. A iniciativa também tem o patrocínio da Algar.


Comércio otimista

O novo circuito reforça a expectativa de aquecimento da economia local. Em 2024, segundo levantamento da ACIA, a circulação no calçadão e na Praça Governador Valadares triplicou. Para o diretor da Acia, Tom Rios, o resultado deste ano deve ser ainda melhor. “Recebemos relatos de até 30% de crescimento nas vendas no ano passado. Agora projetamos algo entre 40% e 45%”, disse.

A presidente da Fundação Acia, Elisa Baião Macêdo, anunciou que o Natal Iluminado será integrado este ano ao FestNatal, que chega a 16 edições em um ano especial para o município. “São 160 anos de Araxá. A programação será rica, com atrações musicais, culturais, teatro, dança e muita música boa. Estaremos ainda mais próximos da população”, adiantou.









Para todos


De acordo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ítalo Marcos Fonseca, o Natal Iluminado tem papel decisivo no estímulo à economia e na integração social. “É um evento significativo para toda a cidade. Ele atinge desde as crianças até os avós, e o melhor: é tudo gratuito. Isso fomenta a economia de forma ampla, da base ao topo da pirâmide”, explicou.

A população também comemorou a abertura oficial. A dona de casa Ilma Maria da Silva foi com toda a família prestigiar o momento. “A gente fica o ano todo esperando. É muito lindo, muito caprichado. Não tem como não vir”, comentou

Impacto regional


Presente na inauguração, o deputado estadual Bosco destacou a expansão estrutural neste ano: “Com certeza este Natal Iluminado vai entrar para a história. A parceria firmada permitiu estender a decoração não só no centro, mas também para outros bairros”, lembrou.

O deputado federal Mário Heringer ressaltou o simbolismo da data. “O Natal é o tempo de celebração do nascimento de Jesus. A iluminação encanta, atrai turistas e movimenta o comércio, mas também nos chama à reflexão e ao carinho. Esse tipo de evento une as pessoas, aproxima a cidade e fortalece a empatia”, destacou.

Serviço

Natal Iluminado 2025
Locais: Praça Governador Valadares; Avenida Imbiara, Avenida Antônio Carlos, calçadão da Rua Presidente Olegário Maciel, escadaria do Parque do Cristo e Avenida Washington Barcelos.

Retirada de ingressos gratuitos para o carrossel:

- Av. Washington Barcelos, 755 – Urciano Lemos (Oliveira Tech)
- Praça Governador Valadares, 411 - Centro

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

AGUARDEM, VEM AÍ ! O OUTUBRO ROSA COM GRANDES EMOÇÕES





Em outubro, o mundo se veste de rosa e o coração pulsa mais forte com a união de MULHERES INCRÍVEIS, guerreiras de luz e esperança.

Você conhecerá, a partir de 13 de outubro, segunda-feira, algumas dessas MARAVILHOSAS PERSONAGENS.

Elas transformam a dor em força, o medo em coragem e a luta em poesia. Cada sorriso é um lembrete de que o amor à vida é o gesto mais poderoso de todos.

Juntas, elas inspiram, acolhem e ensinam que a prevenção é um ato de amor próprio.
Outubro Rosa é mais do que uma campanha - é um canto de fé, sororidade e renascimento.

Mulheres que brilham e salvam vidas, todos os dias.

Apoiadores eternos da Campanha:

* Coutinho Eventos
* Casa Castro
* Viva Arouche
* Colégio Técnico Sta.M.Goretti
* Feira Criativa.Mente
* Itaquerendo Folia
* Revista Paulista
* .Brechó Colméia
* Circo Spacial
* Garimpagii Feira Criativa
* Em Casa com Cibele Attallah
* CrazyKiwi
* Sooz Hotel Collection