Programa Balada da Fada
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terça-feira, 18 de agosto de 2026
McDia Feliz 2026: Com um Big Mac a gente vira o jogo!
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Ju Cassou emociona o público com cantos indígenas e celebra a ancestralidade na 1ª Feira Literária de Embu das Artes
Além de expor suas obras literárias durante os dois dias da feira, Ju Cassou transformou sua apresentação em um verdadeiro convite ao diálogo entre culturas. Entre uma canção e outra, compartilhou com o público o significado de vocábulos da língua Guarani, revelando como a música pode ser uma poderosa ferramenta para preservar a memória dos povos originários e aproximar diferentes gerações de uma das mais importantes heranças culturais brasileiras. A artista é reconhecida por seu trabalho de valorização da cultura Guarani e pelo álbum "Koratã", que reúne composições inspiradas na tradição indígena brasileira.
Sua participação reforçou um dos principais objetivos da Feira Literária: mostrar que a literatura vai muito além das páginas dos livros. Ela dialoga com a música, com a oralidade, com a identidade dos povos e com as diversas formas de expressão artística.
A apresentação emocionou crianças, jovens e adultos que acompanharam atentamente cada explicação, descobrindo novos significados para palavras indígenas e compreendendo como essas culturas continuam vivas por meio da arte.
Realizada nos dias 1º e 2 de agosto, no Centro Cultural Mestre Assis, a 1ª Feira Literária de Embu das Artes consolidou-se como um dos mais importantes acontecimentos culturais do município. Gratuito e aberto ao público, o evento reuniu escritores de diversas regiões do país, artistas, educadores e leitores em uma programação repleta de lançamentos de livros, sessões de autógrafos, rodas de conversa, apresentações musicais, poesia e atividades voltadas à formação de novos leitores.
A presença de Ju Cassou simbolizou exatamente esse espírito plural da feira: um espaço onde diferentes manifestações culturais convivem harmoniosamente, promovendo conhecimento, inclusão e respeito à diversidade.
A realização da Feira Literária foi possível graças ao apoio do prefeito Hugo Prado e da vice-prefeita Dra. Beth, que acreditaram desde o início na importância do projeto para o fortalecimento da cultura e da educação no município.
Também tiveram papel decisivo os secretários Alan Leão, da Cultura, e Milton do Rancho, do Turismo, cuja atuação foi fundamental para consolidar a feira como um novo marco cultural de Embu das Artes.
A iniciativa foi promovida pela Prefeitura de Embu das Artes, em parceria com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Embu das Artes (ACISE) e o Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), contando ainda com o importante apoio de O Garimpo e da Imobiliária Porta Nova. Essa união entre poder público, iniciativa privada e entidades representativas demonstra como investimentos conjuntos podem transformar a cultura em instrumento de desenvolvimento social e econômico.
Apresentações como a de Ju Cassou evidenciam que a Feira Literária de Embu das Artes nasceu com potencial para integrar o calendário dos grandes eventos culturais do Estado de São Paulo, valorizando escritores, artistas, pesquisadores e tradições que ajudam a construir a riqueza da cultura brasileira.
Mais do que apresentar livros, a feira aproximou pessoas, despertou novos leitores e reafirmou sua mensagem central:
"Ler é transformar vidas."
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Espetáculo "As Bondosas" chega a São Paulo após temporada de sucesso no Rio
Comédia de costumes inspirada no universo nordestino ocupa o Galpão do Folias a partir de 3 de julho.
Segredos guardados a sete chaves
Riso garantido no centro da capital
Samsung firma parceria com a Alcedis para avançar na pesquisa clínica com dispositivos vestíveis como ferramentas de avaliação
As tecnologias vestíveis tornaram-se uma forma amplamente disponível e economicamente viável de capturar dados contínuos de saúde em ambientes reais, tornando-as extremamente atraentes para a pesquisa clínica. No entanto, muitos programas de pesquisa ainda enfrentam dificuldades para transformar os sinais gerados por dispositivos vestíveis em evidências clinicamente relevantes.
A Samsung enfrenta esse desafio por meio de uma abordagem integrada que combina seus mais recentes avanços em tecnologia vestível com medições clinicamente validadas, incluindo análise de impedância bioelétrica (BIA) e atividade eletrodérmica (EDA), bem como recursos de Software como Dispositivo Médico (SaMD), como detecção de apneia obstrutiva do sono (AOS) e fibrilação atrial (FA). A iniciativa também reúne experiência em desenvolvimento de biomarcadores e uma infraestrutura técnica voltada à pesquisa, projetada para apoiar a geração de evidências ao longo de todo o ciclo de vida dos estudos.
“O futuro da pesquisa clínica é cada vez mais colaborativo e reúne tecnologia, conhecimento científico e parceiros de pesquisa para gerar uma compreensão mais profunda da saúde humana”, afirmou Jongmin Choi, Head do Grupo de P&D em Saúde de Mobile eXperience (MX) da Samsung Electronics. “Por meio de nossa colaboração com a Alcedis, a Samsung está abrindo novas oportunidades para o desenvolvimento de biomarcadores, inovação em endpoints digitais e geração de evidências ao longo de todo o ciclo de desenvolvimento clínico.”
A plataforma de pesquisa da Samsung começa com seus dispositivos de ponta e biossensores presentes no Galaxy Watch, que permitem a coleta contínua de dados fisiológicos em ambientes reais por participantes que forneceram seu consentimento. Com tecnologia vestível reconhecida do setor e uma abordagem colaborativa no desenvolvimento de metodologias de medição que servem de base para biomarcadores e endpoints digitais cientificamente relevantes, a plataforma de pesquisa da Samsung permite uma configuração mais ágil dos estudos, com controle preciso dos biossensores e acesso a insights em nível de participante e dispositivo. A plataforma também fornece dados contextualizados de acordo com os protocolos e objetivos de cada estudo.
À medida que a área da saúde avança para modelos de atendimento e pesquisa mais conectados e orientados por dados, a Samsung ajuda a preencher a lacuna entre o monitoramento diário da saúde e a descoberta científica, possibilitando uma nova era de geração de evidências que aproxima os pesquisadores de insights do mundo real e contribui para acelerar a inovação em todo o ecossistema da saúde.
“O futuro da pesquisa clínica depende da nossa capacidade de coletar dados de saúde relevantes além dos ambientes clínicos tradicionais”, afirmou Hanno Härtlein, CEO da Alcedis. “Nossa colaboração com a Samsung reúne pontos fortes complementares e uma infraestrutura escalável para ajudar a avançar no desenvolvimento de endpoints e biomarcadores, acelerar a geração de evidências e apoiar o desenvolvimento de inovações em saúde mais centradas no paciente.” A Alcedis liderará a execução dos estudos e o engajamento dos participantes, enquanto a Samsung fornecerá sua tecnologia vestível avançada e infraestrutura de pesquisa para apoiar a geração de evidências.
Smartphone Samsung Galaxy A26 5G, 256GB, 8GB RAM, Câmera 50MP, IP67, Tela 6.7", NFC
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Celulite de inverno: por que a chegada do frio marca a temporada dos furinhos
“Com a chegada do frio, muitas pessoas mudam hábitos que influenciam diretamente a aparência da pele e da celulite”, afirma Roberto Chacur
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Créditos: @goldincision | CO ASSESSORIA |
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EU QUERO!!!
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Fashion Weeks: big four das passarelas tenta resgatar público de dois milhões de espectadores; entenda o fenômeno
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| 1. Monica Motta (Foto: Patricia Vasconcelos) 2. Luma Vitória 3.Bruna Souza 4. Bruna Souza (Fotos: Divulgação) |
Conjunto de Lã - Três peças para o Inverno
EU QUERO!!!
Quem é a influenciadora brasileira que gastou mais de R$280 mil para parecer uma WAG?
“Depois das cirurgias, comecei a ser confundida com esposa de jogador em eventos e até em hotéis”, afirma Ravena Hanniely
terça-feira, 23 de junho de 2026
Rosana Ferreira: Primeira vencedora do Miss Bumbum tentou carreira de árbitra de futebol antes de entrar no concurso
Rosana Ferreira, de 39 anos, primeira vencedora da história do Miss Bumbum Brasil, afirma que chegou a tentar seguir carreira como árbitra de futebol antes de entrar para o concurso. Segundo ela, a experiência durou pouco e acabou ficando apenas como um dos caminhos que cogitou seguir antes da fama.
Rosana, que venceu a primeira edição do Miss Bumbum em 2011, afirma que o interesse pela arbitragem surgiu ainda na adolescência. Segundo ela, o futebol sempre esteve presente na sua rotina e a ideia de trabalhar dentro do esporte parecia algo natural naquele momento. “Eu sempre gostei de futebol e assistia muitos jogos. Quando via mulheres trabalhando dentro daquele universo, achava interessante e cheguei a pensar que poderia seguir esse caminho. Na minha cabeça, parecia uma ótima ideia”, relembra.
Natural do Espírito Santo, Rosana conta que chegou a procurar cursos de arbitragem pouco antes de entrar para o Miss Bumbum. Segundo ela, a intenção era entender melhor as regras do jogo e avaliar se realmente conseguiria seguir carreira dentro do futebol. “Cheguei a buscar vários cursos, mas percebi que o meu conhecimento era muito básico. Além disso, eu tinha curvas demais para um ambiente ainda muito masculino, e sabia que isso também poderia ser complicado”, afirma.
Pouco tempo depois, Rosana deixou a ideia da arbitragem de lado e decidiu se inscrever na primeira edição do Miss Bumbum Brasil, concurso que venceria em 2011. “Eu continuo gostando de futebol, assisto aos jogos e torço normalmente, mas até hoje não sei explicar o que é impedimento. Acho que fiz a escolha certa”, conclui.
EU QUERO!!!
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Exposição “Entre Tempos” propõe novo olhar sobre os ícones arquitetônicos de São Paulo no Circolo Italiano
A cidade de São Paulo será palco, no próximo dia 2 de junho de 2026, da solenidade de abertura da exposição “Entre Tempos”, mostra artística que promete reunir cultura, tecnologia e memória urbana em uma experiência visual inovadora. A vernissage acontece a partir das 18h30 no tradicional Circolo Italiano, localizado no emblemático Edifício Itália, no centro da capital paulista.
O evento deverá receber autoridades, empresários, comerciantes e representantes de instituições ligadas ao desenvolvimento e revitalização da região central da cidade. A exposição já vem conquistando ampla repercussão nas redes sociais por apresentar uma proposta artística singular: o encontro entre a fotografia aérea e a ilustração digital.
Sob curadoria do jornalista e produtor cultural Maurício Coutinho, o projeto une o trabalho do artista visual e ilustrador Jean Rosa e do fotógrafo e piloto de drone Mavinho Acoroni. Enquanto Acoroni captura imagens aéreas impactantes da capital paulista, Jean Rosa intervém artisticamente nas fotografias com elementos lúdicos e contemporâneos, criando composições que transitam entre realidade e imaginação.
A proposta da mostra é ressignificar alguns dos mais conhecidos cartões-postais paulistanos, convidando o público a enxergar a cidade sob novas perspectivas. Entre os cenários retratados estão o Edifício Copan, o Theatro Municipal de São Paulo, o Mercado Municipal de São Paulo, além do próprio Edifício Itália, do Edifício Conde Matarazzo, do Hotel América do Sul e do tradicional Cinelândia Hotel.
Com uma estética que mistura linhas arquitetônicas, cores vibrantes e intervenções criativas, “Entre Tempos” propõe uma reflexão sobre o diálogo entre passado, presente e futuro da metrópole paulistana. As obras exploram as curvas, retas e contrastes urbanos de São Paulo, ampliando as possibilidades de interpretação visual da cidade.
A realização da exposição conta com apoio cultural da Rede Buenas Hotéis, do Circolo Italiano, da Associação Pró Centro, do movimento Todos Pelo Centro, do Visite São Paulo Convention Bureau e do portal Visite o Centro de São Paulo.
A expectativa é que a mostra fortaleça ainda mais o circuito cultural do centro paulistano, reafirmando a arte como instrumento de valorização da memória urbana e de reconexão da população com os espaços históricos da cidade.
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Hipertensão no trabalho: por que homens de 50 a 59 anos morrem 25% mais
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| Dados compilados de fontes públicas pelo Núcleo de Inteligência e Conteúdo mostram maior número de óbitos é 25% maior entre pessoas do sexo masculino (Crédito da imagem: Divulgação /Freepik) |
Dia do trabalhador: mais comum entre mulheres, doenças hipertensivas matam 25% mais homens entre 50 a 59 anos, fase plenamente produtiva
O impacto das condições de trabalho sobre a saúde do coração ganham relevância neste 1º de maio, Dia do Trabalhador. Na Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), do Ministério da Saúde, a hipertensão arterial, mais comum entre mulheres, tem sido mais letal em homens de meia-idade.
Dados compilados de bases públicas pelo Núcleo de Inteligência e Conteúdo (NIC), do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (SindHosp) revelam que na faixa etária de 50 a 59 anos, o número de óbitos por doenças hipertensivas em homens é 25% maior do que em mulheres. Elas, por sua vez, acumulam internações e óbitos em idades mais avançadas, especialmente acima dos 80 anos, reforçando a vulnerabilidade da população idosa feminina.
O comerciário Cristiano Peixoto, 51 anos, toma quatro medicamentos por dia para controlar a pressão alta. “Quase todos da minha família têm hipertensão. Descobri que tinha há cerca de 15 anos. Vou ao médico esporadicamente e tento manter atividade física para controlar. Quase todos da minha família têm o mesmo problema”, conta.
Cerca de 30% da população brasileira adulta vive com hipertensão arterial, que é um dos principais fatores de risco para condições cardiovasculares, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal, de acordo com dados do relatório Vigitel Brasil 2006–2024, do Ministério da Saúde.
“Os homens costumam procurar menos atendimento médico. Realizam menos exames preventivos e abandonam precocemente o tratamento. Além disso, descobrem a doença hipertensiva muito tardiamente, quando já têm comprometimento do coração, dos rins ou do cérebro. A hipertensão é uma doença silenciosa e pode permanecer por anos sem sintoma. No entanto, quando não tratada adequadamente, pode levar a problemas mais sérios”, explica o cardiologista Vagner Ferreira.
As mulheres ainda são as principais vítimas da doença, representam 56,4% dos pacientes totais internados. Os dados de 2020 a 2024 - os mais recentes nas bases públicas - mostram que entre 50 e 59, foram 7.327 óbitos em hospitais das redes pública e privada contra 5.863 mulheres. Na faixa etária de 60 a 69, foram 14.202 óbitos contra 11.878.
O médico Willyan Soares, 37, tem hipertensão primária desde os 22 anos. O estresse diário e o histórico familiar foram fundamentais para o início dos sintomas, mas ele não abre mão do controle diário. Faz uso contínuo de medicação aliada à atividade física. Como profissional da área de saúde, alerta. “É fundamental reforçar a importância na mudança dos hábitos de vida, como alimentação saudável e atividade física regular como principal fonte de tratamento e ajuste pressórico. A obesidade e a rotina acelerada da era contemporânea são os principais motivadores para o surgimento cada vez mais recorrente de hipertensão em pacientes considerados adultos jovens”, explica.
O avanço da doença com o envelhecimento é evidente, mas os dados mostram um novo cenário. “Esse quadro exige políticas públicas específicas de prevenção e cuidado, voltadas não apenas para idosos, mas também para adultos de meia-idade, com atenção às desigualdades regionais e às diferenças de gênero”, afirma Francisco Balestrin, presidente do SindHosp.
O tempo médio de permanência hospitalar é de quatro dias, o que reflete a complexidade dos casos, frequentemente ligados à insuficiência cardíaca ou renal.















