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quarta-feira, 1 de abril de 2009

CAMPANHA BRASIL PONTO A PONTO

Pela primeira vez na história uma população participa da decisão do tema de um relatório da ONU.
Com a campanha Brasil Ponto a Ponto, todos os brasileiros são convidados a participar da votação para definição do tema do próximo relatório nacional do PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

O que precisa mudar no Brasil para sua vida melhorar de verdade?

Depoimentos em vídeos e textos podem ser postados no site da campanha: http://www.brasilpontoaponto.org.br/

Em anos anteriores já foram desenvolvidos três Relatórios brasileiros pelo PNUD e sua fundamental importância reside no fato de serem documentos analíticos de grande profundidade e amplitude, oferecendo base para programas gestores das três esferas de Governo e norteando atividades de variadas entidades do Terceiro Setor. O primeiro Relatório (2000) não teve tema geral, o segundo Relatório (2000) foi um “Atlas de IDH – Índice de Desenvolvimento Humano” das cidades brasileiras e o terceiro (2005) focou nos temas “racismo, pobreza e violência”.
Mais de 130 mil pessoas já votaram. Os temas mais freqüentes até o momento são: formação de valores na educação, a corrupção individual, a desigualdade social. Contribua você também, vote e faça parte da história!

1. O que é a campanha Brasil Ponto a Ponto?
A campanha Brasil Ponto a Ponto tem por objetivo estimular o debate em todo o país sobre o que precisa ser mudado no Brasil para melhorar a vida das pessoas. A partir desse debate, será definido o tema do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Todos os brasileiros podem participar registrando a sua opinião, em texto ou vídeo, no site http://www.brasilpontoaponto.org.br/.
A campanha é uma iniciativa do PNUD, que conta com a parceria e apoio de várias instituições (vide lista de parceiros no site da campanha).
Datas: a campanha Brasil Ponto a Ponto ficará aberta para participação da população até 15 de abril de 2009. Em maio, o PNUD lançará um documento com os resultados desse processo de consulta pública.

Em mais detalhes:
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está iniciando o processo de elaboração do próximo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional. O relatório busca captar os desafios ao desenvolvimento humano no país e discutir alternativas para o trabalho rumo à superação desses desafios.

O PNUD elabora periodicamente o Relatório de Desenvolvimento Humano internacional, que registra o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos diversos países. Além do Relatório internacional, os escritórios do PNUD localizados em cada país podem produzir também relatórios nacionais, que discutam temas relevantes para o desenvolvimento humano daquela nação. No Brasil, foram elaborados até hoje apenas três Relatórios de Desenvolvimento Humano nacionais: 1996 (Desenvolvimento Humano no Brasil), 2000 (Atlas de Desenvolvimento Humano) e 2005 (Racismo, Pobreza e Violência). No entanto, em outros países, vários relatórios nacionais já foram produzidos.

Nesse contexto, o PNUD Brasil está desenvolvendo um novo Relatório de Desenvolvimento Humano nacional, almejando contribuir de forma mais efetiva para o desenvolvimento humano no país. Para alcançar esse objetivo, algumas inovações no processo de elaboração do Relatório foram propostas.
Ao mencionar-se a elaboração de um Relatório de Desenvolvimento Humano, a primeira impressão pode ser de que se trata de mais um documento. No entanto, é importante enfatizar que o foco aqui não é apenas a elaboração de um documento final, mas sim em todo um processo de participação social e de construção de parcerias com foco na superação de desafios para o desenvolvimento humano no país.
A primeira inovação está na forma de definição do tema para o relatório. Como parte desse processo, o PNUD promove consultas à população em geral para definição do tema a ser desenvolvido pelo relatório, de forma a fomentar um processo participativo e também buscando um documento final que esteja mais próximo às necessidades da população em geral.

Esse é o objetivo da campanha Brasil Ponto a Ponto: ouvir toda a população, para entender o que precisa ser mudado no Brasil para melhorar a vida das pessoas.

2. Outras perguntas frequentes:
O que é um Relatório de Desenvolvimento Humano?É um documento, um livro, que as Nações Unidas produzem em todos os países, todos os anos.
É um livro importante. Nele são levantados os problemas mais críticos para a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas.
Nele são apresentados números e estatísticas, que nos indicam o que podemos fazer para todos no país termos uma vida melhor.

Pra que serve um Relatório desses? O que se faz com ele?O Relatório serve para informar. Depende da gente querer usá-lo ou não.
A informação que ele contém é importante para melhorar a qualidade de vida de todos nós.
O Relatório é um instrumento importante, não somente para governos, mas para o cidadão comum que quer saber mais e atuar mais.

Quando foi feito o primeiro RDH e em qual país?O primeiro relatório foi feito em 1990. Foi um relatório internacional.
Os primeiros relatórios nacionais foram de Bangladesh e Camarões, em 1992.
De lá para cá, já foram produzidos mais de 600 relatórios nacionais pelo mundo, incluindo os do Brasil.

Quantos Relatórios o Brasil já fez? Em que anos?Até hoje o Brasil fez dois Relatórios e um Atlas.
Nosso primeiro Relatório foi um Relatório geral, sem tema. Isso foi em 1996.
Nosso segundo Relatório foi um Atlas: preparou os Índices de Desenvolvimento Humano para todas as cidades do Brasil. Foi em 2000.
Nosso terceiro Relatório foi em 2005. O tema central foi racismo, pobreza e violência.
Agora temos a oportunidade de fazer um relatório diferente, porque não se limita apenas a dados técnicos e estatísticos.
Ele começa com uma consulta à sociedade: nasce da voz do povo, que sabe a vida que leva e onde aperta o calo.


Que história é essa de que o Relatório tem um tema central? Isso não limita?Não limita, pelo contrário. Um tema central dá foco ao Relatório.
Quando temos um foco, conseguimos ver melhor e mais claramente as questões que queremos tratar. Neste nosso Relatório 2009/2010 o tema central está sendo escolhido pela população e não por burocratas ou técnicos.
Isso faz diferença. Nosso Relatório 2009/2010 irá refletir o que é de fato importante para o povo. Daí a importância da Comunicação: informar e mobilizar, fazer com que as pessoas digam o que precisa mudar no Brasil para a vida de todos melhorar de verdade.
Como?
Entrando no site e deixando lá o seu ponto de vista.
Pode escrever, pode gravar mensagem de áudio ou de vídeo. Simples e rápido.

É só essa a diferença desse novo Relatório 2009?
A maior diferença é que ele será de fato um Relatório HUMANO.
Escutamos a população antes entrar na fase técnica, estatística, objetiva, burocrática e fria do Relatório.
Afinal, a maior riqueza de um país é seu povo, sua gente.
Estamos construindo um Relatório a partir dos brasileiros, dos indivíduos, das pessoas.
Iremos concluir esse Relatório para devolvê-lo aos brasileiros, para os indivíduos, para as pessoas. Nós somos a grande riqueza do Brasil.

CAMPANHA BRASIL PONTO A PONTO NAS ESCOLAS

O que é a campanha Brasil Ponto a Ponto NAS ESCOLAS?
A campanha Brasil Ponto a Ponto está aberta à participação de todos os brasileiros. No entanto, é muito importante ouvir também as vozes das crianças, adolescentes e jovens do nosso país. Assim, na semana de 16 a 21 de março será realizada uma grande mobilização nas escolas, para que as crianças, adolescentes e jovens possam participar desse processo.
Os alunos responderão à seguinte pergunta: O que precisa mudar no Brasil para a sua vida melhorar de verdade?

Para possibilitar a mobilização das escolas, o PNUD fez uma parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Inicialmente, 18 estados aderiram à campanha (vide lista ao final deste documento).

As Secretarias de Educação estaduais serão responsáveis pela mobilização das escolas de sua rede (escolas da rede pública estadual) para participação na campanha. As escolas poderão participar de duas formas:
a) As escolas que possuem acesso à Internet, participarão por meio do site .
b) As escolas que não possuem acesso à Internet participarão por meio do registro da resposta dos alunos em formulários em papel.

As Secretarias de Educação dos estados são parceiras do PNUD na mobilização das escolas da rede estadual. No entanto, as escolas da rede pública municipal e as escolas particulares também podem participar.

Como?
As escolas interessadas devem acessar o site e buscar o espaço destinado às escolas. Nesse espaço, estão disponíveis todas as informações para participação da escola. A escola poderá registrar a sua participação enviando e-mail para rdh@undp.org.br. No site, ela poderá ainda ter acesso ao formulário da campanha em papel (caso queira registrar a participação dos seus alunos nesse formato) ou poderá participar via Internet.

A divulgação da campanha e o convite à participação de todas as escolas são fundamentais para o sucesso desse processo de exercício de cidadania.

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