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domingo, 1 de novembro de 2009

Diabete é a segunda doença crônica mais comum na infância

MÉTODO DE MASSAGEM TSUYA AMENIZA OS SINTOMAS E AJUDA NO TRATAMENTO DE DIABETE INFANTIL

 A Tsuya, método de massagem idealizado pelo massoterapeuta Kiyoshi Nagaoka, com algumas décadas de experiência, reúne técnicas que ajudam no tratamento em crianças com diabete.

A massagem nasceu na medicina chinesa, em meados de 1800 a. C., como forma de aliviar as dores e os desconfortos. Ao longo dos anos, os toques terapêuticos foram se propagando por diferentes povos, egípcios antigos, persas, japoneses, que se beneficiaram da técnica milenar no tratamento de várias doenças e lesões. E até hoje o método é reconhecido e muito utilizado no mundo todo.
A técnica de massagem Tsuya - que significa toques de reabilitação - idealizada pelo massoterapeuta Kiyoshi Nagaoka, com décadas de experiência em massagens milenares e orientais, ameniza os sintomas e ajuda no tratamento de pessoas com diabete, principalmente o público infantil.
Diabete é a falta ou resistência da insulina, o que leva a um aumento da taxa de glicemia (açúcar) no sangue. A insulina é um hormônio fabricado pelo pâncreas, órgão responsável por promover o aproveitamento do açúcar do organismo.
Kiyoshi explica que no caso de crianças com diabete é feita uma série de manobras na região torácica. “A massagem por meio da técnica Tsuya vai estimular o órgão a produzir insulina. O objetivo é fazer com que o pâncreas funcione normalmente e os sintomas diminuam gradativamente, em alguns casos, a recuperação pode ocorrer de forma ainda mais rápida ”, afirma Kiyoshi Nagaoka.
Os principais sintomas da doença são fome e sede excessiva, emagrecimento, aumento do número de vezes em que se urina, entre outros. Muitas vezes essas manifestações vêm acompanhadas por grande mal estar, sonolência, fraqueza, tontura, câimbra e formigamento.
Nagaoka atribui o aumento de crianças com diabete ao nascimento de parto cesárea. “O distúrbio do pâncreas, neste caso, está associado ao parto cesárea, pois enquanto o bebê está na barriga da mãe, ele está na posição de cócoras e, ao nascer continua na mesma posição. Isso é prejudicial à saúde do bebê porque a vértebra torácica acaba contraindo e dificultando a circulação no pâncreas“, ressalta.
Já no parto normal, Nagaoka explica que isso não ocorre. “Assim que o bebê nasce, automaticamente a coluna é massageada de forma natural, o suficiente para alinhar a vértebra torácica e a circulação ocorrer normalmente no pâncreas“.
A doença precisa ser controlada. Crianças com diabete precisam receber injeções de insulina diariamente. A alimentação requer um cuidado ainda maior, a entrada de açúcar no corpo deve ser controlada. A dieta deve ser rica em fibras e pobre em açúcar, com seis refeições ao dia. Os exercícios físicos ajudam os pequenos a reduzir o risco de outras doenças, como as cardiovasculares.
Crianças com até cinco anos precisam fazer pelo menos três sessões de massagem. Já crianças com mais idade e adultos precisam fazer mais sessões, pois necessitam de um controle ainda mais rigoroso para averiguar a diminuição glicêmica.
Kiyoshi Nagaoka também atua na prevenção de males com orientação postural e alimentar, tratamento corretivo e reabilitação física.

SOBRE DIABETE INFANTIL
Os dois tipos mais comuns de diabetes são: a do tipo 1 e a do tipo 2.
A do Tipo 1 é a mais comum em crianças e adolescentes. Pode surgir desde as primeiras semanas de nascimento até os 30 anos de idade. O mais comum é se manifestar na faixa dos 5 aos 7 anos e durante a puberdade. Está relacionado à falta ou pouca produção de insulina, não conseguindo controlar a taxa de glicose ingerida.
A atenção dos pais deve ser redobrada, pois o início da doença pode acontecer de repente. Os principais sintomas são: fome e sede excessiva, emagrecimento e aumento do número de vezes em que se urina. Muitas vezes essas manifestações vêm acompanhadas por grande mal estar, sonolência, fraqueza, tontura, câimbra e formigamento.
A do tipo 2 é hereditária e a mais comum. Metade das pessoas com diabete não sabem que tem a doença. Ocorre quando as células resistem à ação da insulina, mesmo quando sua produção é normal. Antigamente era uma doença de adulto, mas com a elevação da taxa de obesidade infantil associada a uma vida sedentária e com maus hábitos alimentares, esse tipo de diabete aumentou consideravelmente entre as crianças. Os sintomas são os mesmos que no tipo 1, embora possam ser menos intensos ou de aparecimento súbito.

Serviço:
Kiyoshi Nagaoka - http://www.massoterapeuta.com.br/
Telefone (11) 3796-0723
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