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quarta-feira, 19 de abril de 2023

Museu Índia Vanuíre lança exposição virtual "A Dança como representação do Povo Terena, de Ekeruá, Terra Indígena Araribá"





Programação gratuita também traz exibição de vídeo sobre conceitos da palavra "índio", quebra-cabeça temático e mostras com objetos e pinturas


Na próxima sexta-feira (28), o Museu Índia Vanuíre, em Tupã (SP), instituição do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari, lança a exposição virtual "A Dança como representação do Povo Terena, de Ekeruá, Terra Indígena Araribá". A mostra, que estará disponível no site do museu, vai abordar a compreensão da dança indígena como manifestação cultural e sua influência nas relações de manutenção e fortalecimento da cultura do povo Terena, da aldeia Ekeruá, Terra Indígena Araribá.

No mesmo dia, às 9h e às 14h, de forma presencial, o auditório do museu será palco de mais uma edição do “Cultura e Questões Indígenas em Foco", que vai apresentar o vídeo "Olhar Indígena", de Daniel Munduruku. A produção aborda conceitos sobre a palavra "índio" e explica que sua utilização coloca historicamente as populações indígenas em rota de colisão com a sociedade brasileira.

Além disso, aos sábados e domingos, das 10h às 16h, acontece o projeto “Família no Museu”, com atividades lúdicas e reflexivas por meio de um jogo de quebra-cabeça temático. Um estímulo à interação cultural familiar e histórica, que promove aprendizagem cultural de forma lúdica e reflexiva, acerca do módulo "Representação Plumária no Acervo Indígena" sobre adornos indígenas e não-indígenas.

O público também pode aproveitar para conhecer duas exposições temporárias em cartaz. A primeira, intitulada "Pinturas em tela - Projeto Aguçando as Memórias 2022", traz 18 telas com temas de frutas e flores, todas produzidas por participantes do projeto “Aguçando as Memórias” cujo público-alvo são os idosos. E, ainda, a mostra "Cerâmica Terena: Preservando a Memória e a Tradição", com peças como panelas, jarros, moringas e esculturas, entre outros acervos produzidos pelos povos Terena, habitantes de terras indígenas no interior de São Paulo e no Mato Grosso do Sul.


Visitação

O Museu Índia Vanuíre está localizado à rua Coroados, nº 521, em Tupã (SP), e está aberto à visitação presencial, de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. Nas quintas-feiras, o horário é estendido até às 20h. Visite https://museuindiavanuire.org.br/ ou siga nas redes sociais (Instagram: @museuindiavanuire | Facebook: / museuindiavanuire).


Aplicação de toxina botulínica se populariza entre a classe C


Acesso às aplicações estéticas estão cada vez mais democráticas, atingindo todos os públicos que tenham interesse


Segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o número de realização de procedimentos estéticos no Brasil cresceu 390% no primeiro trimestre de 2022 em relação ao mesmo período de 2021. Este crescimento representa que questões ligadas à estética estão atingindo cada vez mais outros públicos, que antes tinham predominância apenas das classes A e celebridades. A Botocenter, franquia especializada na aplicação de toxina botulínica e que nasceu em 2019 com a proposta de oferecer um serviço de qualidade com custo-benefício para os públicos das classes B e C, é um exemplo de sucesso para investimento neste nicho. Em 2022, a marca fechou o ano com 29 unidades em operação e faturou R$ 30 milhões. Para este ano a companhia pretende fechar com 60 lojas vendidas e um faturamento de R$ 50 milhões.

O crescimento é estimulado por alguns fatores. "As pessoas estão com outro conceito sobre estes procedimentos e, com isso, o público tem mudado muito nos últimos tempos. Mas é importante ressaltar que o consumidor deve sempre ficar atento ao produto que está sendo utilizado e se está sendo ministrado por um especialista devidamente treinado", explica Ricardo Matiusso, Diretor Executivo da Botocenter.

Aos interessados em investir no segmento, a Botocenter conta com três modelos de franquias: o Store in Store, no qual o empreendedor abre a unidade dentro de um comércio, como salão de beleza e academia, por exemplo; Clínica Compacta; e Clínica em Shopping. Os investimentos são a partir de R$ 97 mil, R$ 200 mil e R$ 290 mil, respectivamente.

Sobre a Botocenter

A Botocenter, franquia de estética especializada na aplicação de toxina botulínica, nasceu em 2019 na cidade de Recife com a proposta de oferecer um serviço de qualidade com custo-benefício para os públicos das classes B e C. Atualmente a rede está presente em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Sergipe, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraíba, Paraná, Pará, Pernambuco e no Distrito Federal. Para saber mais, acesse: Botocenter


Estudo aponta que 52% da juventude brasileira nunca ouviu falar da Clamídia, doença silenciosa que pode causar infertilidade




Desconhecimento a respeito da enfermidade é maior na faixa etária entre os 18 e os 24 anos


A Clamídia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a Infecção Sexualmente Transmissível (IST) mais disseminada no mundo. A referida entidade estima, inclusive, que são 131 milhões de pessoas contaminadas pela doença a cada ano. Os números preocupam principalmente porque é comum ela não apresentar sintoma algum e, não sendo tratada de maneira adequada, tal enfermidade pode trazer diversas consequências, como danos severos à fertilidade de homens e mulheres.

No Brasil, não existem dados epidemiológicos a respeito da Clamídia, pois ela não é uma doença de notificação obrigatória, mas, as informações mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC/2017), mostraram que a maioria dos casos se dá entre 15 e 24 anos. Por outro lado, uma pesquisa mais antiga, feita em 2011, pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, mostrou que cerca de 10% das jovens, nessa mesma faixa etária, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foram identificadas com a enfermidade.

Relacionado a isso, o último estudo feito pela Famivita apontou justamente que, em especial as pessoas mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos, desconhecem a existência da doença, com 52% respondendo negativamente. Nessa mesma faixa etária, 78% disseram também que nunca fizeram um exame para saber se têm Clamídia.

Por comparação, entre os 30 e 34 anos, por exemplo, 42% das pessoas entrevistadas ressaltaram nunca terem ouvido falar a respeito da doença. Interessante mencionar que o índice de pessoas que já receberam um exame positivo para Clamídia convergiu para a faixa etária dos 45 aos 49 anos, com 30%. Além disso, os exames que retornaram positivamente, relativos às pessoas entrevistadas, em geral, foi de 12%, sendo que 18% concentraram-se nos exames dos homens.

Comum no mundo, desconhecida das pessoas
O período de incubação da bactéria — tempo do contágio até o surgimento dos sinais — dura de cinco a 14 dias. No entanto, conforme os especialistas, em cerca de 70% das vezes, eles não aparecem. Por isso, acredita-se que a disseminação da Clamídia é facilitada, afinal quando sentimos algum desconforto relacionado à saúde, a tendência é buscarmos ajuda profissional e o consequente tratamento. Por outro lado, não sabendo que está infectada, uma pessoa pode seguir transmitindo a doença em suas relações sexuais.

O diagnóstico da Clamídia é simples e está disponível no Sistema Único de Saúde, assim como o tratamento. A doença pode ser detectada por médicos em consultas clínicas, exames específicos e coletas de secreções genitais, e tratada com antibióticos. Não existe vacina para prevenir a Clamídia - ela pode ser evitada somente com o uso de preservativos.





quinta-feira, 13 de abril de 2023

ÀTTØØXXÁ anuncia o seu novo disco, GROOVE, para o primeiro semestre de 2023

O trabalho chega com uma turnê de lançamento que passará por várias cidades do país, como São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro



“Groove é muito mais do que um simples ritmo. É a alma da nossa música, a essência de cada batida. O Groove move nossos corpos e nos faz sentir vivos”. É desta maneira que o ÀTTØØXXÁ define a levada que, agora, se torna ainda mais latente na sua sonoridade. O grupo inicia uma nova incursão musical na qual faz intersecções do groove com o pagodão, a black music e o balanço do Brasil, amplificando a pluralidade da sua produção.. Cinco anos após lançar o disco LUVBOX (2018), o grupo formado por RDD, Raoni, Oz e Chibatinha anuncia um novo trabalho, que, não por acaso, leva o nome de GROOVE e chega aos aplicativos de streaming de áudio ainda no primeiro semestre de 2023. E não vai demorar para o público experienciar esta nova jornada fonográfica nas catarses coletivas criadas pelo quarteto baiano em seus shows. A turnê de lançamento de GROOVE já tem datas confirmadas em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Em breve, as datas serão reveladas.

“O groove é a sincronia perfeita entre as percussões, baixo, guitarra e todos instrumentos envolvidos. É base musical de todos os movimentos da Black Music, e o pagodão é Black Music. É a expressão da nossa cultura, do nosso povo e das nossas raízes”, afirmou o ÀTTØØXXÁ em um manifesto publicado em suas redes. E complementou: “O Pagodão é groove como o Blues, é groove como Funk, é Groove como Disco, é Groove como Afrobeat. Groove é música negra, e a música negra é universal”.

Assim como o trabalho anterior, que levou o mete dança do grupo a importantes palcos do país, como o AFROPUNK Bahia, Coala Festival, Festival Sarará e Rock The Mountain, o novo disco pretende transcender ainda mais o Groove do quarteto e quebrar as barreiras geográficas e culturais.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

ABBA THE SHOW se apresenta em SP no espaço Unimed - APRESENTAÇÃO ÚNICA



O Espaço Unimed, uma das principais casas de shows do Brasil, traz ao seu palco um fenômeno em todo o mundo, o ABBA THE SHOW. A banda que ganhou projeção mundial e vem lotando apresentações em mais de quarenta países, fará apresentação única em São Paulo, com músicos da Orquestra Sinfônica Nacional de Londres, regida pelo maestro Matthew Freeman, no dia 23 de abril de 2023 (domingo).

Há quase meio século nascia na Suécia um dos maiores fenômenos da música pop mundial ABBA. O quarteto formado por Benny, Bjorn, Agnetha e Frida, bateu todos os recordes, transcendeu horizontes e atravessou o tempo como um dos mais genuínos e bem sucedidos grupos musicais de todos os tempos.

Separados há mais de quatro décadas, nunca anunciaram um fim mas uma nova reunião sempre foi aguardada por diferentes gerações de fãs.

Seus inúmeros hits ganharam força com a criação do musical “Mama Mia” que virou filme tornando-se uma das maiores bilheterias do cinema e do teatro musical.

O aguardado retorno em estúdio ocorreu em 2021 para acompanhar o projeto “ABBA Voyager”, um espetáculo tecnológico que recriou em computador o quarteto pop que nunca mais voltou aos palcos.

Para felicidade dos seus fãs, um projeto musical moldado com excelência para que a banda pudesse viajar pelo mundo apresentando-se para mais de dois milhões de pessoas com a mesma maestria sonora e visual da formação original.

Há duas décadas ABBA THE SHOW, criado por Camila Dahlin, Katja Nord, Matthew Freeman e Uffe Anderson, músico que acompanhou o quarteto, ganhou projeção mundial e vem lotando apresentações em mais de 40 países.

“ABBA THE SHOW” é um fenômeno em todo o mundo, tendo realizado cinco vezes mais shows que a primeira formação nos anos 60. Foram 130 vs 777, para mais de 2 milhões de pessoas em mais de 40 países pelo mundo.

Entre as apresentações mais marcantes estão 3 noites com ingressos esgotados no Hollywood Bowl (2004, 2009 e 2010). E a memorável apresentação brasileira em 2011, quando o projeto se apresentou para mais de 70 mil pessoas no vale do Anhangabaú na cidade de São Paulo.

ABBA THE SHOW é formado por Camila Dahlin, Katja Nord Mats Ronander, Janne Schaffer, Lasse Jonsson, Finn Sjobërg, Lasse Wellandere e Roger Palm, além de membros da Orquestra Sinfônica Nacional de Londres regida pelo Maestro Matthew Freeman.

O show propõe uma viagem no tempo numa mágica jornada através da história do ABBA, quando Bjorn, Benny, Agnetha Frida se apresentavam juntos. Uma extravagância musical repleta de hits em 2 horas de show com as clássicas “Waterloo”, “SOS”, “Mamma Mia”, “Dancing Queen”, “Money Money Money”, “Knowing Me Knowing You” e muito mais.

O “ABBA THE SHOW” é um fenômeno, um ícone musical que se mantém em alta mesmo depois de todos esses anos.





Sobre o Espaço Unimed


Reinaugurado em 2012, o Espaço Unimed se consagra como o maior espaço para shows, eventos sociais, corporativos e feiras de São Paulo, com capacidade para 8 mil pessoas.A casa passou por uma grande reforma em 2011, garantindo conforto e bem estar ao público. O novo palco foi desenvolvido para proporcionar melhor visibilidade em todos os ângulos, o que possibilita aos clientes muito mais conforto para pequenos e grandes espetáculos.

Sua arquitetura contemporânea alinhada e decoração assinada pelo espanhol Carlos Viqueira, oferecem soluções inovadoras que proporcionam flexibilidade e sofisticação para atender e transformar eventos em grandes acontecimentos.

Entre os principais diferenciais da casa está sua localização de fácil acesso, próximo à estação de metrô Barra Funda e grandes avenidas, além da versatilidade em assumir diversos layouts e configurações. Na estrutura interna, há um suntuoso hall de entrada com capacidade para 1000 pessoas, salão principal com aproximadamente 3.500m², cinco telões com projeção frontal, ar condicionado central, quatro bares, dois camarotes com banheiros exclusivos e quatro confortáveis camarins com sala de estar. Além disso, o Espaço Unimed tem um buffet próprio e cozinha industrial que desenvolve cardápios específicos para cada evento, com capacidade para servir até 4 mil jantares simultâneos.

Desde sua abertura, já recebeu grandes nomes da música nacional e internacional como Armin Van Buuren, Claudia Leitte, Criolo, Emicida, Ivete Sangalo, Los Hermanos, Morrissey, Noel Gallagher, Os Paralamas do Sucesso, Robert Plant, Slash, Tears for Fears, Tiësto, Titãs, entre outros.

SERVIÇOS: ABBA THE SHOW no Espaço Unimed dia 23 de abril de 2023 (domingo)

Show: ABBA THE SHOW no Espaço Unimed dia 23 de abril de 2023 (domingo)

Data: 23 de abril de 2023 (domingo)

Abertura da casa: 18h

Início do show: 19h30

Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP)

Classificação etária: 14 anos

Acesso para deficientes: sim

Capacidade da casa para este evento: 3.258

Ingressos: Setor Platinum: R$480,00 (inteira) e R$240,00 (meia) I Setor Azul Premium: R$380,00 (inteira) e R$190,00 (meia) I Setor Azul: R$320,00 (inteira) e R$160,00 (meia) I Setores A, B, C: R$280,00 (inteira) e R$140,00 (meia) I Setores E, F, G: R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia) I Setores I e J: R$140,00 (inteira) e R$70,00 (meia) | Camarote A: R$480,00 (inteira e individual) I Camarote B: R$380,00 (inteira e individual).

Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço Unimed (de segunda a sábado das 10h às 19h - sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Ticket 360 Ticket360 > Abba The Show 2023

Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Crédito e Débito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.


sábado, 8 de abril de 2023

Consulado americano sinaliza que poderá conceder vistos para 1 milhão de imigrantes brasileiros em 2023

Dr. Daniel Toledo - Foto: Divulgação


De acordo com Daniel Toledo, advogado e especialista em Direito Internacional, isso não significa que o processo de solicitação se tornará mais fácil ou menos burocrático

No atual contexto global, a mobilidade internacional é uma realidade cada vez mais presente, seja para fins de estudo, trabalho ou turismo. No entanto, a obtenção de um visto para entrar em um país estrangeiro pode ser um processo burocrático e demorado, desencorajando aqueles interessados em viajar.

Com isso em mente, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil está implementando novas medidas, visando uma redução nas filas de espera para a solicitação de vistos. Tais ações visam facilitar todo o processo, tornando-o mais acessível e menos complexo para os solicitantes.

Autoridades consulares dos EUA afirmam que a concessão de vistos pode chegar a 1 milhão de pessoas neste ano de 2023.

Ainda assim, de acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, isso não significa que o processo para a aprovação de um visto ficou mais fácil. “Esse número não é uma meta, mas sim um cenário extremamente positivo. As medidas tomadas servem para diminuir as filas de espera de pessoas que, efetivamente, atendam a todos os requisitos para a aprovação de um visto para os EUA, seja para fins de turismo, trabalho ou estudo. Ou seja, se o solicitante não tiver o perfil, a solicitação será prontamente negada”, pontua.

Segundo Toledo, esse movimento está acontecendo para reduzir, principalmente, as filas já existentes para o processo de renovação. “Alguns números apontam que 300 mil pedidos de renovação estão parados em uma fila que conta com agendamentos, até mesmo, para o ano que vem. É algo realmente fora da realidade, e que precisa de uma movimentação mais ágil para não prejudicar esses turistas e imigrantes”, lamenta.

Para o especialista em Direito Internacional, tudo indica que essa mobilização para diminuir as filas e agilizar os procedimentos está prestes a acontecer. “Os consulados com certeza irão realizar alguns mutirões para que as agendas não se mantenham tão longas, reduzindo os períodos de espera para a realização de entrevistas e outros procedimentos. Mas, novamente, vale enfatizar que isso não tornará o processo de solicitação mais fácil ou menos burocrático”, finaliza Toledo.

Sobre Daniel Toledo

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 176 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR e professor da PUC Minas Gerais do primeiro curso de pós graduação em Direito Internacional, com foco em Imigração para os Estados Unidos

Sobre o escritório

O escritório Toledo e Advogados Associados é especializado em direito internacional, imigração, investimentos e negócios internacionais. Atua há quase 20 anos com foco na orientação de indivíduos e empresas em seus processos. Cada caso é analisado em detalhes, e elaborado de forma eficaz, através de um time de profissionais especializados. Para melhor atender aos clientes, a empresa disponibiliza unidades em São Paulo, Santos e Houston. A equipe é composta por advogados, parceiros internacionais, economistas e contadores no Brasil, Estados Unidos e Portugal que ajudam a alcançar o objetivo dos clientes atendidos. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br ou entre em contato por e-mail contato@toledoeassociados.com.br.


Grande final do Paulistão Sicredi 2023 terá show inédito do Seu Jorge

Palmeiras e Água Santa decidem o Paulistão Sicredi neste
domingo (9), a partir de 16h, no Allianz Parque

Créditos: Rodrigo Corsi/Ag.Paulistão



A esperada decisão do Paulistão Sicredi 2023, entre Palmeiras e Água Santa, terá uma atração especial antes do apito inicial. Minutos antes da bola rolar, os mais de 40 mil torcedores presentes -e os milhões que acompanharão ao vivo nas diversas plataformas de transmissão- poderão acompanhar um show ao vivo de Seu Jorge.

Seu Jorge é uma das vozes mais marcantes e influentes da cultura brasileira dos últimos anos, com carreira internacional consolidada. Recentemente, fez participações especiais nos shows da banda britânica Coldplay e no prêmio FIFA The Best.

"Torcedoras e torcedores, no dia 9 eu vou estar na decisão do Campeonato Paulista! Antes da bola rolar, eu vou estar lá fazendo música e fazendo um pouco de som pra vocês", disse o cantor em mensagem aos torcedores. O show da final é um oferecimento do Sicredi, title sponsor da competição.

O show de Seu Jorge é uma das atrações especiais da Federação Paulista de Futebol para a grande decisão. Na partida de ida, o Água Santa venceu por 2 a 1, e agora joga por um empate para sagrar-se campeão. O Palmeiras precisa vencer por 1 gol de diferença para levar a decisão para os pênaltis.

Palmeiras e Água Santa decidem o maior Estadual do país neste domingo (9), a partir de 16h, no Allianz Parque.



Sobre o Sicredi


O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.400 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br


Theatro Municipal será palco para a abertura da 12ª Semana de Leitura de São Paulo



Mais de mil estudantes da rede pública, professores e bibliotecários estarão presentes ao evento, que nesta edição tem como tema "igualdade e respeito às diferenças"



O Theatro Municipal de São Paulo recebe na segunda-feira (10/04), a partir das 13h, a abertura da 12ª Semana Municipal de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura, evento gratuito que faz parte do Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo. Nesta edição a Semana de Leitura tem como tema central “Igualdade e respeito às diferenças” e as atividades acontecem em formato online e presencial em diversos pontos da cidade, até 14 de abril.

Para o cerimonial, ao lado de Jonas Renan Moreira Gomes estará Gabriel Facchini, fotógrafo, portador da síndrome de Down, vencedor do prêmio Cidade de São Paulo (2019) por ter se destacado na cooperação em transformar a cidade em um local mais justo, bonito e solidário.

A roda de Lia de Itamaracá

Gabriel Facchini, cerimonialista

Espetáculo cênico musical do Grupo Crianceiras

Beto Junqueyra, escritor

Natanael dos Santos e o Quinteto Liberdade

 

No palco do Municipal, o Coral de Professores do Projeto Bandas de Garagem (EMEF Deputado Cyro Albuquerque); o Quinteto de Sopro do Instituto Bacarelli e o Coral Indígena - Amba-Mirim Tekoa Itakupe.

Músicos e atores do Grupo Crianceiras apresentarão um espetáculo cênico-musical como ponte para as poesias de Manoel de Barros.

Uma das principais atrações será a participação do escritor Beto Junqueyra, vencedor do Prêmio Jabuti, que em sua performance irá abordar: “Do bullying na infância à criação de uma editora que promove a diversidade: a história de um escritor de livros infantis”, autoral. Junqueyra tem mais de 30 obras publicadas com 1,5 milhão de cópias vendidas no Brasil e no exterior, a maioria infantojuvenil.

O historiador Natanael dos Santos fará a apresentação “Trajetórias do africano em território brasileiro”, com enfoque para a falta de informação como alicerce para o preconceito étnico. Ele estará acompanhado do Quinteto Liberdade.

O escritor e cartunista Maurício de Sousa, mesmo em agenda fora do país, participa da abertura com vídeo de incentivo à leitura e a importância da Semana. Para a surpresa de todos, ele irá “convocar” a turma do limoeiro para o palco: Mônica, Cascão, Magali, Cebolinha e os personagens Dorinha (fashionista, é deficiente visual, inspirada em Dorina Nowill), Luca (charmoso e encantador, é cadeirante e chamado carinhosamente de “Da Roda” pelos seus amigos); Milena (amorosa e apaixonada por animais, é a personagem preta da Turma) e Papa-Capim, o sagaz e bondoso indiozinho. “Limoeiro” e “Respeitar as diferenças” serão apresentações com muita música, dança e emoção.

Mas o grande protagonismo no Municipal será dos estudantes componentes das AELs, as Academias Estudantis de Letras da Cidade de São Paulo. A AEL Ziraldo (EMEF Roquette Pinto) fará o musical “A roda de Lia de Itamaracá”, ciranda que remete à regionalidade nordestina e à influência dos povos imigrantes na cultura brasileira.

Alunos da AEL Cândido Portinari (EMEF Cândido Portinari) irão declamar poemas de autoria do seu patrono. Considerado um dos principais pintores brasileiros, Portinari se engraçou na poesia em seus últimos anos de vida.

Em homenagem ao cartunista Maurício de Sousa, a AEL Maurício de Sousa (EMEF Visconde de Cairu) fará uma atração musicada, e bem engraçada.

Repetindo a edição do ano passado, são esperadas as presenças do prefeito Ricardo Nunes, das secretárias Aline Torres (Cultura), e Silvia Grecco (Pessoa com Deficiência), do secretário Fernando Padula (Educação), além do vereador Professor Eliseu Gabriel, autor da Lei da Semana de Leitura (14.999/09).

A Semana da Leitura é realizada pelo mandato do vereador Eliseu Gabriel em parceria com as secretarias municipais de Educação (SME), de Cultura (SMC) e da Pessoa com Deficiência (SMPED). Conta como apoio de importantes entidades: Sesc-SP (Serviço Social do Comércio), CBL (Câmara Brasileira do Livro, Estrela Cultural, Unibes Cultural, Museu da Língua Portuguesa, Aprofem (Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo) e Sinesp (Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo).

“Integrar a comunidade nesta ação é essencial para expandir o hábito de ler e estudar e, assim, formar cidadãos mais preparados para enfrentar os desafios que o futuro nos reserva”, afirma Eliseu Gabriel.


Serviço - Abertura da Semana de Incentivo e Orientação ao Estudo e à Leitura de São Paulo

Quando: 10/04 (segunda-feira)
Horário: Das 13h às 17h – a partir das 11h30 chegam ônibus com as crianças.
Local: Theatro Municipal de São Paulo
Endereço: Praça Ramos de Azevedo, S/N

Atividades

13h - Acolhida aos participantes e autoridades
13h20 -Coral de Professores Projeto Banda de Garagem
13h50 - Quinteto de Sopro do Instituto Bacarelli
14h – AEL Ziraldo - A roda de Lia de Itamaracá
14h20 – Trajetórias do africano em território brasileiro, com Natanael dos Santos e Quinteto Liberdade
14h40 – AEL Cândido Portinari - Poemas de Portinari
15h - Coral do Museu das Culturas Indígenas
15h15 - Do bullying na infância à criação de uma editora que promove a diversidade: a história de um escritor de livros infantis, com o escritor Beto Junqueyra
15h30 – AEL Maurício de Sousa
15h50 - Escritor e cartunista Maurício de Sousa em vídeo; no palco A Turma da Mônica: Mônica, Magali, Cascão, Cebolinha, Milena, Dorinha, Luca e Papa-Capim.
16h - Espetáculo cênico musical do Grupo Crianceiras


domingo, 29 de janeiro de 2023

Dia do combate à hanseníase


O Ministério da Saúde vai distribuir a partir de fevereiro 150 mil testes rápidos para enfrentamento à hanseníase. O anúncio foi feito durante a cerimônia de abertura do seminário “Hanseníase no Brasil: da evidência à prática”. Com os novos exames disponíveis no SUS, o Brasil passa à vanguarda mundial no diagnóstico da doença, sendo o primeiro país no mundo a ofertar insumos para a detecção da doença na rede pública.

Os dispositivos fazem parte de pesquisas realizadas pela Universidade Federal de Goiás e o PCR pela Fiocruz e Instituto de Biologia Molecular do Paraná. As unidades serão destinadas às pessoas que tiveram contato próximo e prolongado com casos confirmados da doença e serão de dois tipos: o teste rápido, ou seja, o sorológico; e o teste de biologia molecular, o qPCR.

Uma terceira modalidade, de biologia molecular (PCR), também será ofertada pelo SUS e vai auxiliar na detecção da resistência a antimicrobianos. As três tecnologias foram incluídas no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da doença em julho do ano passado. A ideia é que os estados fomentem a implantação dos novos testes nos municípios, apoiados pela definição da linha do cuidado da doença alinhada à adoção das ações propostas na Estratégia Nacional para Enfrentamento à Hanseníase 2023-2030.

Mestre e doutora em medicina tropical e saúde pública, a farmacêutica Emerith Mayra Hungria Pinto destaca que os testes rápidos serão determinantes para o controle da hanseníase no Brasil.

"A oferta de novas ferramentas que vão auxiliar no diagnóstico da doença é crucial para o controle da doença no nosso país. Tanto o teste rápido, quanto o teste biomolecular, vão contribuir para um diagnóstico mais precoce dos casos e, com isso, a gente interrompe a cadeia de transmissão da doença e evita o surgimento de novos casos", explica.
 

Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase


Uma das doenças mais antigas da humanidade, com casos registrados pelo menos 600 a.C., a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. É uma doença infecciosa e de evolução crônica. Em seu estado avançado afeta, sobretudo, nervos periféricos e a pele, causando incapacidades físicas, principalmente nas mãos, pés e nos olhos.

Representante do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Egon Daxbacher explica que a doença ainda é um problema de saúde pública porque compõe um grupo de patologias negligenciadas, sendo o Brasil o segundo maior país com número de novos casos do mundo, atrás apenas da Índia.

De acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, entre 2016 e 2020, foram diagnosticados, no Brasil, mais de 155.300 novos casos de hanseníase. Desse montante, 86.225 ocorreram com pessoas do sexo masculino, ou seja, uma média de 55,5% do total registrado. Em 2021, foram diagnosticados mais de 15,1 mil casos. Já dados preliminares da pasta apontam ainda que, em 2022, mais de 17 mil novos casos de hanseníase foram diagnosticados no Brasil.

Desde a década de 1980 que o Ministério da Saúde adota medidas para prevenir e quebrar o estigma em relação à doença, proibindo termos como “lepra”. Para tanto, investiu pesado em campanhas de conscientização para instruir a sociedade, instituindo, inclusive, desde 2009, por meio da lei nº 12.135, o último domingo de janeiro como o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. A data é um momento de reforçar a atenção aos sintomas e informar sobre os tratamentos disponíveis na rede pública de saúde. O Ministério da Saúde reforça que a doença tem cura.

"As pessoas não têm informações tão apuradas, não entendem que a doença mudou de nome, antigamente era chamada de lepra. Quando falam em lepra, tem um entendimento antigo de quando não havia tratamento, entendem que é uma doença bíblica", lamenta Daxbacher. "Na sociedade em geral, há um grande desconhecimento e falta de informação", observa o especialista.
Tratamento

Apesar de causar pânico, medo e preconceito entre as pessoas, o dermatologista Vinicius Segantine explica que a hanseníase tem tratamento e não oferece perigo de contágio se tomadas as devidas precauções.

"A hanseníase é uma doença totalmente tratável. Tratada, ela não é contagiosa. Por exemplo, a pessoa que trata, a partir do primeiro dia que toma as medicações, não transmite para mais ninguém", explica. "Não há necessidade de afastar do convívio social, nem afastar os utensílios domésticos da pessoa", explica.

A hanseníase pode ser curada com 6 a 12 meses de terapia por meio do uso de antibióticos. O tratamento precoce evita deficiência, afirma o especialista.


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sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

FÉRIAS: Museu da Vida Marinha é uma boa opção no litoral norte





Museu da Vida Marinha é opção de atração turística durante temporada de verão no Litoral Norte de São Paulo

Para quem busca atrações turísticas durante a temporada no litoral, Museu da Vida Marinha proporciona aos visitantes uma experiência única: a oportunidade de conhecer a história de verdadeiros gigantes marinhos que habitaram os oceanos do planeta

Uma das atrações do Museu é a exposição de Gigantes Marinhos, que contém réplicas de animais marinhos pré-históricos. Há ainda no acervo um esqueleto real da baleia Jubarte, espécie que é avistada com frequência na região do litoral norte de São Paulo (Créditos: Divulgação/Museu da Vida Marinha)


Localizado na praia Perequê-Açu em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, o Museu da Vida Marinha é uma das opções para os turistas durante a temporada de verão. Além de contar com a remontagem da exposição Gigantes Marinhos, que dispõe de diversas réplicas de animais pré-históricos que habitaram os oceanos, o Museu ainda proporciona outras atrações para os visitantes: um acervo com esqueletos reais de animais da atualidade, taxidermia em tempo real que pode ser acompanhada pelos visitantes, um espaço temático de impactos, que conta com uma exposição sobre os impactos da atividade humana no ambiente marinho e uma parede de ossos de animais mortos, um espaço temático com informações dos trabalhos que são realizados pelo Instituto Argonauta em prol dos ambientes costeiros e marinhos, e uma casa sustentável com exemplos de energias renováveis que podem ser replicadas por qualquer um para otimizar os recursos naturais. Segundo o Oceanógrafo Hugo Gallo, Diretor do Aquário de Ubatuba e Presidente do Instituo Argonauta, o objetivo do museu é conectar o público ao mundo marinho. “Os visitantes poderão conhecer e aprender sobre a evolução de algumas espécies e a importância da conservação da biodiversidade marinha”.

Na exposição de Gigantes Marinhos, o visitante fará uma viagem no tempo ao se deparar com réplicas em tamanho real de animais marinhos que habitaram os mares da América do Sul, sendo que alguns deles conviveram no mesmo período dos dinossauros, ou até mesmo antes do período Jurássico. São nove animais que compõem este acervo: uma lula gigante, um exemplar do molusco Amonita, um exemplar do gigante peixe Celacanto, um Trolobita (artrópode), dois exemplares do réptil marinho Plessiossauros, um de Pliossauro, um de Dakossauro e um do réptil marinho Ictiossauro, e um exemplar da gigante arcada dentária da espécie extinta de tubarão Megalodonte.


Esqueleto de baleia jubarte de 13 metros de comprimento é um dos exemplares que integram o acervo com esqueletos reais de animais da atualidade (Créditos: Divulgação/Museu da Vida Marinha)

O acervo com esqueletos reais de animais da atualidade do Museu da Vida Marinha, contém o esqueleto de uma baleia jubarte, que impressiona o visitante pelo seu tamanho: aproximadamente 13 metros de comprimento do esqueleto da baleia, que ocupa a parte principal da estrutura que comporta esse acervo. Além da jubarte - uma espécie de baleia avistada com frequência na região do litoral norte de São Paulo - há ainda outros exemplares de animais da atualidade, como o crânio de uma baleia Cachalote, e os esqueletos de mamíferos marinhos como toninha, golfinho e foca-caranguejeira. Há também exemplares de aves da fauna marinha, como pinguim, fragata, gaivota, biguá, pardela, albatroz, entre outros. Entre os exemplares de répteis da atualidade, há nesse acervo esqueletos de tartarugas-cabeçuda e verde, carapaças de tartaruga-verde, oliva, pente e cabeçuda.

Já a sala da taxidermia – técnica que consiste em “empalhar” um animal morto - é um espaço que pode ser visto pelos visitantes, através de uma divisória de vidro. O procedimento é realizado por técnicos do Instituto Argonauta altamente qualificados para executá-lo, e é um processo científico que tem por finalidade promover a Educação Ambiental e fomentar a pesquisa através de trabalhos científicos.

O espaço temático de impactos chama a atenção do visitante principalmente pela parede de ossos, que é composta por ossos de animais mortos resultantes dos impactos causados pela atividade humana. Nele há ainda uma exposição que tem como objetivo promover a reflexão no visitante sobre o papel individual e coletivo do ser humano na preservação da natureza, e as consequências das ações antrópicas na fauna marinha, uma vez que somente após o surgimento dos homens que a natureza começou a sofrer os impactos, tais como aquecimento global, pesca predatória, e lixo no mar de diversas formas (plástico, esgoto, lixo industrial, etc.).


Parede de ossos impacta o visitante ao mostrar os resultados da atividade humana na fauna marinha. (Créditos: Divulgação/Museu da Vida Marinha)

O chamado espaço temático das soluções, possibilita que o visitante conheça as ações e história do Instituto Argonauta, instituição que realiza a conservação do Meio Ambiente, em especial dos ecossistemas costeiros e marinhos. A principal atração desse espaço são as câmeras instaladas no Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Aquáticos (CRETA), nas quais permitem que os visitantes acompanhem em tempo real os pacientes em reabilitação no Centro do Instituto Argonauta, montado em parceria com o Aquário de Ubatuba.

Por fim, o ponto final da visita é na Casa da Sustentabilidade, com aplicações sustentáveis na prática em sua estrutura, mostrando ao público visitante como cada um de nós pode reduzir sua “pegada ecológica”. Entre as aplicações sustentáveis, estão a instalação de placa solar, móveis que foram construídos a partir do reaproveitamento de materiais, móveis feitos a partir de madeira de reflorestamento, produtos reaproveitados, tinta ecológica, claraboia, e reaproveitamento de água da chuva nos banheiros.

Quem já visitou o Museu garante que é mais do que uma experiência: uma transformação. É o caso da professora aposentada Carmen Lucia dos Santos, que é de São José dos Campos, e na primeira oportunidade que teve, visitou o Museu da Vida Marinha em Ubatuba. Ela detalha como ficou encantada com as atrações. “Na visitação tive a dimensão de como a vida marinha é importante para o planeta, e deve ser preservada. O que mais me chamou a atenção, foram as réplicas dos animais e as atividades educativas oferecidas para as escolas. É um espaço amplo, agradável, organizado, interessante e que proporciona uma série de conhecimentos para quem visita. Meus netos ficaram impressionados com o acervo da exposição, e com a quantidade de lixo que é retirada do mar”, comentou a professora, acrescentando ainda que os netos tiveram uma experiência transformadora. “As crianças também ficaram admiradas com o uso criativo do lixo reciclável para outros fins. Sem dúvida é um espaço muito educativo”, pontuou.

Ao final, o público ainda pode adquirir um ecoproduto da loja do Museu da Vida Marinha. “Ao comprar o ingresso ou algum produto da loja, todo dinheiro é revertido para manutenção das atividades do Instituto Argonauta”, explica a bióloga Catherina Monteiro, que integra a equipe do Museu.

Estrutura


O Museu da Vida Marinha dispõe de um auditório multiuso e outras duas alas com os acervos que contam a história da vida no mar e no planeta Terra desde o início. Também há sanitários e espaços que contemplam inteira acessibilidade, além de salas administrativas, departamento financeiro e salas de Educação Ambiental. A sede do Museu foi projetada pela equipe de arquitetos da Terramare sob o conceito de construção sustentável, utilizando estruturas reaproveitadas de contêineres doados pela empresa Log-In Logística Intermodal e uso de madeira reflorestada e telhados verdes.

O material que compõe o acervo é proveniente dos 25 anos de funcionamento e pesquisa do Aquário de Ubatuba, e do Instituto Argonauta. O Museu da Vida Marinha é um projeto criado pelo Aquário de Ubatuba para dar suporte financeiro ao Instituto Argonauta, garantindo assim a continuidade dos trabalhos praticados há anos pela organização.

O Museu estava instalado dentro do Aquário, mas foi ampliado e transferido para a base do Instituto Argonauta, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de Ubatuba, no bairro Perequê-Açu em Ubatuba/SP.

O Museu da Vida Marinha está localizado na praia Perequê-Açu, em Ubatuba/SP. 

(Créditos: Divulgação/Museu da Vida Marinha)

Serviço

O Museu tem entrada gratuita para os moradores de Ubatuba, mediante cadastro que deve ser realizado presencialmente na bilheteria, com a apresentação dos seguintes documentos:

Documento pessoal com foto;
Endereço de residência;
Comprovante de moradia fixa – no qual será aceito um dos seguintes documentos: 
RG de Ubatuba; Título eleitoral de Ubatuba; CNH de Ubatuba; Carteira de trabalho, ou holerite de Ubatuba; Carteira Profissional de Classe de Ubatuba; documento escolar dos filhos, como: carteirinha da escola; boletim ou comprovante de matrícula.

Maiores de 60 anos e crianças até 6 anos acompanhadas de um adulto pagante também terão acesso livre, mediante apresentação de documento de identidade.

Atualmente, funciona diariamente (de segunda a domingo), das 10h às 18h. O valor do ingresso é R$ 21,00, com meia entrada (R$ 10,50) para estudantes até 17 anos com carteirinha, estudantes universitários com documento, professores com carteirinha e menores de 12 anos.

Para agendamento de escolas e grupos especiais entrar em contato pelo telefone: (12) 38335789.

O Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha está localizado na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP.

Para saber mais consulte o site: https://institutoargonauta.org/projetos/museu-da-vida-marinha/

Sobre o Instituto Argonauta


O @institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba e reconhecido em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, dentre outras atividades.

Seja um Argonauta!

Também é possível baixar gratuitamente o aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias, para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes.

Conheça mais sobre o nosso trabalho em: www.institutoargonauta.org, www.facebook.com/InstitutoArgonauta e Instagram: @institutoargonauta