A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da saúde, explica sobre o número de doses necessário, como a vacina deve ser administrada, além da recomendação para viajantes e população em áreas de risco.
Nesta entrevista ao Blog da Saúde, a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, esclarece que não há mudança no esquema vacinal da febre amarela. A estratégia de duas doses, adotada no Brasil, é segura e garante proteção durante toda a vida. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas não precisa buscar a vacinação neste momento.
Confira também:
- Entrevista para Web Rádio Saúde do diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, sobre as dúvidas mais comuns da população
- Ministério da Saúde amplia a proteção à vacinação contra a febre amarela
- Perguntas e respostas sobre a Febre Amarela
A coordenadora explica que a vacina contra febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença e apresenta eficácia de aproximadamente 95%, além de ser reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, assim como qualquer vacina ou medicamento, pode causar eventos adversos como febre, dor local, dor de cabeça, dor no corpo, entre outros. Portanto, mesmo em um momento de intensificar as ações de vigilância da febre amarela, é necessário orientar a população quanto à necessidade de se vacinar.
- Qual o esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde para a febre amarela?
Carla Domingues: O esquema da febre amarela é de duas doses, tanto para adultos quanto para crianças. As crianças devem receber as vacinas aos nove meses e aos quatro anos de idade. Assim, a proteção está garantida para o resto da vida. Para quem não tomou as doses na infância, a orientação é de uma dose da vacina e outra de reforço, dez anos depois da primeira. As recomendações são apenas para as pessoas que vivem ou viajam para as áreas de recomendação da vacina. A população que não vive na área de recomendação ou não vai se dirigir a essas áreas não precisa buscar a vacinação neste momento.
- No momento, com os casos confirmados no estado de Minas Gerais, há mudança na indicação da vacina contra a febre amarela?
Carla Domingues: Não há mudança no esquema de vacinação. Devem se vacinar contra a febre amarela apenas pessoas que moram nas áreas de recomendação da vacina ou que viajam para essas localidades e que estão com o esquema de vacinação incompleto, ou seja, quem não tomou as duas doses recomendadas pelo Ministério da Saúde. Para adultos que tomaram a primeira dose há menos de dez anos, também não há necessidade de adiantar a dose de reforço.
- Para quem já tomou duas doses da vacina e mora nas áreas de recomendação, uma terceira dose significa mais proteção?
Carla Domingues: As duas doses são o suficiente para proteger durante toda a vida. Uma terceira dose não vai criar nenhuma proteção adicional. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda uma única dose para toda a vida. O Brasil, buscando uma maior segurança, adota o esquema de duas doses. Portanto, quem recebeu duas doses, na infância ou na fase adulta, já está devidamente protegido e não precisa buscar o serviço de saúde.
- E para quem perdeu o cartão de vacinação e não tem conhecimento da própria situação vacinal, qual a orientação?
Carla Domingues: Quem perdeu o cartão de vacinação deve procurar o serviço de saúde que costuma frequentar e tentar resgatar o histórico. Caso isso não seja possível, a recomendação é iniciar o esquema normalmente. Portanto, pessoas a partir de cinco anos de idade que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação devem receber a primeira dose da vacina e um reforço, dez anos depois. Essa recomendação é apenas para as áreas de recomendação da vacina. Vale destacar a situação de saúde deve ser informada ao profissional de saúde, para que seja possível avaliar se há contraindicação.
- Quais são as contraindicações para a vacina da febre amarela?
Carla Domingues: A vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos.
- Qual a orientação para turistas estrangeiros que visitam as áreas de recomendação de vacina no Brasil?
Carla Domingues: Para turistas que forem se dirigir a uma área com recomendação de vacina - tanto estrangeiros quanto brasileiros – e que não completaram o esquema de duas doses, a recomendação é que seja vacinado pelo menos dez dias antes da viagem, que é o tempo que a vacina leva para criar anticorpos e a pessoa estar devidamente protegida. Quem tomou a primeira dose há menos de dez anos não precisa adiantar o reforço.
- No caso das crianças que vão iniciar o esquema, existe algum risco em receber a febre amarela junto com outras vacinas?
Carla Domingues: A vacina para febre amarela não deve ser aplicada ao mesmo tempo que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) ou tetra viral (que protege contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança tiver alguma dose do Calendário Nacional de Vacinação em atraso, ela pode tomar junto com a febre amarela, com exceção da tríplice viral ou tetra viral. A criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois.
Jornalista Responsável: Claudia Souza - MTB 50644/SP - Tel: 55 11 99803-3384
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sábado, 21 de janeiro de 2017
Governo do Estado autoriza prosseguimento de obras para despoluição da Billings
O edital de licitação prevê investimentos de R$ 128 milhões para parte do Programa Pró-Billings
O Governo do Estado e a Sabesp autorizaram nesta sexta-feira (20) em São Bernardo do Campo a publicação do edital de licitação para prosseguimento das obras do Programa Pró-Billings, que tem como objetivo a melhoria ambiental da Represa Billings. Estiveram presentes no evento o
governador Geraldo Alckmin, o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, e autoridades locais.
O Pró-Billings abrange obras para coleta, afastamento e tratamento de esgoto e conta com recursos da Sabesp, do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional Japonesa (JICA). O lote a ser licitado inclui a construção de 34 Estações Elevatórias de Esgotos (EEE), 60 quilômetros de tubulações para coleta e afastamento dos dejetos e 7.566 ligações domiciliares em bairros como Jardim Laura, Las Palmas, Pinheirinho, Los Angeles, Represa e Imigrantes, em São Bernardo. Com investimento de R$ 128 milhões, a previsão é que as obras sejam concluídas em quatro anos.
Desde 2011, quando o projeto começou, já foram assentados ligações secundárias e parte do Coletor-Tronco Touros, principal tubulação que levará o esgoto para a Estação de Tratamento de Esgotos ABC, na divisa de São Paulo com São Caetano do Sul. No total, o Pró-Billings inclui o assentamento de 100 km de redes coletoras de esgoto, 44 km de coletores-tronco e linhas de bombeamento, três EEEs principais e 36 EEEs locais, de menor porte. O investimento de R$ 250 milhões beneficiará 250 mil habitantes.
Aumenta o tratamento de esgoto no Riacho Grande
Durante o evento, também foi inaugurado o Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) do Riacho Grande. Com investimentos de R$ 26,5 milhões inseridos na terceira etapa do Projeto Tietê, a obra beneficia 11.500 moradores dos bairros Parque Riacho Grande, Tupã, Vila Pelé, Capelinha,Tozzi, Estoril, Finco e Yara Praia. O empreendimento engloba o assentamento de 40 km de novas redes coletoras de esgoto, 1.500 ligações domiciliares e 14 estações elevatórias de esgotos (EEE) que são responsáveis por bombear os dejetos até a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Riacho Grande.
O Governo do Estado e a Sabesp autorizaram nesta sexta-feira (20) em São Bernardo do Campo a publicação do edital de licitação para prosseguimento das obras do Programa Pró-Billings, que tem como objetivo a melhoria ambiental da Represa Billings. Estiveram presentes no evento o
governador Geraldo Alckmin, o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, e autoridades locais.
O Pró-Billings abrange obras para coleta, afastamento e tratamento de esgoto e conta com recursos da Sabesp, do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional Japonesa (JICA). O lote a ser licitado inclui a construção de 34 Estações Elevatórias de Esgotos (EEE), 60 quilômetros de tubulações para coleta e afastamento dos dejetos e 7.566 ligações domiciliares em bairros como Jardim Laura, Las Palmas, Pinheirinho, Los Angeles, Represa e Imigrantes, em São Bernardo. Com investimento de R$ 128 milhões, a previsão é que as obras sejam concluídas em quatro anos.
Desde 2011, quando o projeto começou, já foram assentados ligações secundárias e parte do Coletor-Tronco Touros, principal tubulação que levará o esgoto para a Estação de Tratamento de Esgotos ABC, na divisa de São Paulo com São Caetano do Sul. No total, o Pró-Billings inclui o assentamento de 100 km de redes coletoras de esgoto, 44 km de coletores-tronco e linhas de bombeamento, três EEEs principais e 36 EEEs locais, de menor porte. O investimento de R$ 250 milhões beneficiará 250 mil habitantes.
Aumenta o tratamento de esgoto no Riacho Grande
Durante o evento, também foi inaugurado o Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) do Riacho Grande. Com investimentos de R$ 26,5 milhões inseridos na terceira etapa do Projeto Tietê, a obra beneficia 11.500 moradores dos bairros Parque Riacho Grande, Tupã, Vila Pelé, Capelinha,Tozzi, Estoril, Finco e Yara Praia. O empreendimento engloba o assentamento de 40 km de novas redes coletoras de esgoto, 1.500 ligações domiciliares e 14 estações elevatórias de esgotos (EEE) que são responsáveis por bombear os dejetos até a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Riacho Grande.
6 pensamentos que detonam sua autoestima
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| Heloiá Hosana |
Vivendo na sociedade atual, regrada a estresse e responsabilidades sem fim, sentimentos como autoinsatisfação e desânimo fazem parte da realidade de muitas mulheres ao redor do mundo. Muitas vezes, querendo realizar mil coisas ao mesmo tempo, tendo de liderar tanto uma família, quanto uma vida profissional agitada, grande parte das mulheres acaba se esquecendo de olhar para si mesmas e perde assim, algo fundamental para que todas as coisas em suas vidas deem certo: sua auto estima.
Segundo a master coach e expert em Inteligência Emocional e Autoestima para Mulheres, Eloiá Hosana, a auto estima afeta diretamente no desempenho do indivíduo. “Muitas pessoas desconhecem a importância de se manter uma boa auto estima. A pessoa que apresenta uma baixa estima de si mesma pode enfrentar inúmeras dificuldades em vários âmbitos de sua vida como: baixo rendimento no trabalho, afastamento de amigos e familiares, que são algumas das consequências mais comuns de quem apresenta baixa auto estima”, diz.
De acordo com a especialista, a quantidade de mulheres que sofrem atualmente com baixa auto estima está se tornando cada vez maior. “O que mais me preocupa é observar que possuir problemas de auto estima tem se tornado algo tão comum, que as pessoas simplesmente passam a ignorar alguns ‘sinais’ de que algo não está certo consigo mesmas, apenas porque já o consideram algo normal e irrelevante”, afirma.
Sendo coach de mulheres e criadora do programa Mulher Poderosa, Eloiá Hosana alerta sobre seis sinais de baixa auto estima. Confira:
1. Se abalar com críticas
Um grande sinal de que uma pessoa é insegura e possui uma baixa auto estima é que ela se abala com qualquer crítica feita sobre ela mesma, como explica a coach. “A pessoa de baixa auto estima se sente frustrada por pequenas críticas, mesmo quando essas são insignificantes e nada construtivas. Além disso, ela sente uma grande necessidade de agradar a todos o tempo todo, muitas vezes passando por cima dos próprios valores, apenas para não decepcionar outras pessoas”, diz.
2. Generalizar os problemas
Segundo Eloia, a pessoa com baixa auto estima tem o hábito de generalizar sempre que algo não sai como planejado. “Se uma coisa não saiu como planejado, ela já começa a dizer que nada dá certo e desiste de tentar coisas novas, pois para ela, será em vão. Além disso, é comum que a pessoa generalize sobre coisas negativas de si mesmas, também. Se ela faz algo de ruim e erra, como qualquer outro ser humano, ela já põe na cabeça que o erro aconteceu porque é uma pessoa ruim, que não faz nada certo e começa a se depreciar de forma exagerada por erros bobos”, explica.
3. Comparação
De acordo com a especialista, uma das piores coisas para uma pessoa com baixa auto estima é a comparação. “Quando a pessoa não tem uma boa imagem de si mesma, tudo o que acontece é motivo de comparação. Mas não uma comparação saudável. O indivíduo de baixa auto estima sempre compara sua vida e seus resultados às pessoas que estão em uma situação melhor que ele, se inferiorizando o tempo todo”, afirma.
4. Perfeccionismo
Eloiá também alerta que a busca incessante por perfeição é algo muito comum nos indivíduos de baixa auto estima. “As pessoas têm uma ideia distorcida de que ser perfeccionista é sinal de excelência, mas não é verdade. Ser perfeccionista é sinal de insegurança. A pessoa insegura de si tem o hábito de buscar compulsivamente pela perfeição. Ela foca sempre nos 10% que deram errado e não nos outros 90% que deram certo. Nunca valoriza os ganhos, mas enaltece as perdas e derrotas”, diz
5. Catastrofismo
Para a coach, a pessoa que é dramática demais é certamente insegura. “O indivíduo de baixa auto estima é pessimista demais e imagina sempre que o pior vai acontecer, em qualquer situação. Quando alguma coisa, até mesmo pequena, dá errado, já é motivo para que ele ache que qualquer outra coisa também dará e desanime ao primeiro problema que surge.”, ressalta
6. Dificuldade em receber elogios
A especialista alerta também, que um dos grandes sinais da pessoa que tem baixa auto estima é ter o hábito rebater aos elogios que recebe. “Essa pessoa tem dificuldade em receber elogios. Ela fica de certa forma, incomodada, como se não aceitasse recebê-los e tivesse que contestá-los o tempo todo”, conclui.
Serviço: Eloiá Hosana
Master coach e expert em Inteligência Emocional e Autoestima para Mulheres
http://www.eloiahosana.com.br/
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Amanda Françozo recebe as crianças do Kids Music Festival no Papo Vip desta quarta-feira (12)
Neste feriado do “Dia das Crianças”, os atores e cantores Pedro Henrique, Stefany Vaz e Gustavo Daneluz, do Kids Music Festival, marcarão presença no programa Papo Vip desta quarta-feira, dia 12. A atração que é comandada pela apresentadora Amanda Françozo, vai ao ar pela Rede Brasil a partir das 21h.
“Vai ser super divertido participar do Papo Vip. Vamos agitar a noite de vocês com as nossas músicas e contar todas as novidades, não percam!”, comenta Pedro Henrique, que faz parte da turma do Kids Music Festival.

Vale ressaltar que o Kids Music Festival é um evento itinerante que está percorrendo todo o Brasil, levando o que há de melhor em termos de show para o público infantojuvenil. Todos os integrantes cantam, dançam e atuam; sempre garantindo a alegria e diversão das crianças e adolescentes por onde passam. É um espetáculo marcado por muito alto astral, cores e magia.segunda-feira, 5 de setembro de 2016
BIG BAND SÊNIOR CONTA A HISTÓRIA DAS BIG BANDS NO TEATRO OLIDO
O projeto com quase dois anos, tem como idealizador o Maestro e pianista Adylson Godoy. A ideia surgiu em uma conversa informal com o contrabaixista Amador Bueno, quando comentavam sobre a falta de políticas públicas para favorecerem os músicos profissionais, principalmente na área da música instrumental, pouco contemplada por patrocínios.
Não demorou muito e a UPARS foi fundada, tendo no casting inaugural, a Big Band Sênior, composta por 36 músicos renomados, da mais alta qualidade, dos quais, metade são intercalados entre as apresentações, aonde o caçula completou este ano 50 anos e o mais velho está com 90 anos de idade.
Composta por 5 saxofonistas, 4 trombonistas, 4 trompetistas, 1 pianista, 1 baixista, 1 baterista, 1 guitarrista e 1 percussionista; os 18 músicos juntos, contam ao grande público “A História das Big Bands” reproduzindo um amplo repertório dos anos 40 até a atualidade, que remonta Duke Ellington; Count Basie; Tommy Dorsey; Stan Keaton; Glenn Miller; Benny Goodman; Banda Tabajara; Silvio Mazzuca; Elcio Alvares, Luis Arruda Paes, entre outros.
A estreia tem por objetivo, documentar o trabalho que está sendo ensaiado há um ano aproximadamente nos bastidores do auditório da Ordem dos Músicos do Brasil, que cedeu gentilmente o espaço, para que os músicos desenvolvessem a Orquestra, reuniões, bem como a fundação da UPARS – União Paulista dos Artistas Seniores, que já está constituída, avançando do estado embrionário de associação, para constituição de uma OSCIP, que terá por objetivo, criar projetos de leis favoráveis aos músicos associados e captação de recursos governamentais a fim de fomentar os fazedores de cultura que estão atingindo a “melhor idade” e que em maioria não desfrutam de nenhuma política pública em detrimento de sua alta capacidade de realização.
“A Big Band Sênior é a prova de que o bom músico não tem data de validade e possui além da experiência, grande poder e força de vontade. Eles só precisam de um bom palco, condições técnicas e incentivo financeiro para mostrarem o seu melhor e contribuírem com a arte e a cultura musical de nosso país”. Disse Adylson Godoy, fundador da UPARS.
Através da UPARS, a Orquestra já está com o projeto aprovado pela Lei Rouanet (PRONAC nº 1410552, artigo 18) e em busca de captação de recursos.
Os músicos e cantores interessados em participarem da UPARS, podem se associarem gratuitamente no blog provisório http://upars.blogspot.com.br/p/associe-se-gratis.html para receberem informações de projetos futuramente criados para cada perfil de trabalho.
Próximas apresentações:
Dia 08/08 – 20 hs
Teatro Olido
Av. São João, 473 – Centro – São Paulo – SP
Entrada Franca
(Chegar 1 hora antes para retirar ingresso).
Dia 29/9 – 20 hs
Auditório do Tribunal de Justiça
(Antigo Hilton Hotel)
Av. Ipiranga, 165 – República – Centro – SP
Entrada Franca
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Crianças internadas em hospital estadual ganham visita de cães e brincadeiras
Pacientes participarão de atividades musicais e oficinas manuais nesta quarta-feira, 24 de agosto, em comemoração ao Dia da Infância
Crianças internadas no hospital estadual Darcy Vargas, especializado em atendimento pediátrico, na zona Sul da capital paulista, vão se reunir na unidade nesta quarta-feira, 24 de agosto, para uma manhã diferente, com contação de histórias, apresentação musical e visita da “cachorrada”.
As atividades começam às 9h com apresentações musicais no ambulatório. O grupo “Operação conta-gotas” irá realizar contação de histórias nas enfermarias e os pacientes ainda poderão participar de oficinas de bijuteria e brincadeiras especiais que serão realizadas no jardim terapêutico da unidade.
Além disso, as crianças internadas nas enfermarias irão receber a visita dos cães e voluntários do projeto “Dr. Au au”.
“Esta data é muito importante para os pacientes, pois ajuda a amenizar o processo de tratamento e conforta a estadia dos pacientes que ficam durantes longos períodos na unidade”, afirma Sérgio Sarrubo, diretor do Hospital.
O hospital estadual Darcy Vargas fica na rua Seráfico de Assis Carvalho, 34, Morumbi, zona Oeste de São Paulo.
Crianças internadas no hospital estadual Darcy Vargas, especializado em atendimento pediátrico, na zona Sul da capital paulista, vão se reunir na unidade nesta quarta-feira, 24 de agosto, para uma manhã diferente, com contação de histórias, apresentação musical e visita da “cachorrada”.
As atividades começam às 9h com apresentações musicais no ambulatório. O grupo “Operação conta-gotas” irá realizar contação de histórias nas enfermarias e os pacientes ainda poderão participar de oficinas de bijuteria e brincadeiras especiais que serão realizadas no jardim terapêutico da unidade.
Além disso, as crianças internadas nas enfermarias irão receber a visita dos cães e voluntários do projeto “Dr. Au au”.
“Esta data é muito importante para os pacientes, pois ajuda a amenizar o processo de tratamento e conforta a estadia dos pacientes que ficam durantes longos períodos na unidade”, afirma Sérgio Sarrubo, diretor do Hospital.
O hospital estadual Darcy Vargas fica na rua Seráfico de Assis Carvalho, 34, Morumbi, zona Oeste de São Paulo.
APM é contra corte de verbas para a saúde
O Senado Federal deve votar nesta terça-feira, 23 de agosto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 31/2016, que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A medida permite ao Governo Federal transferir até 30% da verba originalmente direcionada à Saúde para qualquer outra despesa considerada prioritária pelo poder executivo, diminuindo os recursos do Sistema Único de Saúde.
“A APM vê com muita preocupação essa possibilidade, considerando que a verba hoje destinada para a Saúde já está muito limitada”, alertou o presidente da Associação Paulista de Medicina, Florisval Meinão.
De acordo com Meinão, o sistema de saúde está bastante fragilizado, com dificuldade de acesso por parte da população. “Apesar de apoiarmos as medidas necessárias para o ajuste fiscal, é preciso que haja sensibilidade por parte do Governo de realocar recursos de áreas que não sejam tão prioritárias como a Saúde.”
Atualmente, a União já utiliza a DRU livremente, com 20% de todos os tributos federais vinculados por lei a fundos ou investimentos, afetando não só a Saúde, mas outras áreas prioritárias como Educação e Previdência.
“Isso pode tirar recursos de áreas que são muito importantes”, crítica Marun David Cury, diretor adjunto de Defesa Profissional da APM. “Principalmente da Saúde, cujo SUS já está muito sucateado pelo não aumento de recursos há alguns anos. Então, isso pode agravar a situação da saúde pública”, completa.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Programa da ONU reafirma parceria com FURNAS pela sustentabilidade
Representantes do PNUD no Brasil visitam sede da empresa no Rio de Janeiro e conhecem detalhes de suas iniciativas socioambientais e culturaisRepresentantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) visitaram a sede de FURNAS, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (10/8), para conhecerem as ações da empresa no engajamento aos 17 Objetivos do desenvolvimento Sustentável (ODS). O PNUD é uma agência líder da rede global de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU), que trabalha principalmente pelo combate à pobreza e pelo Desenvolvimento Humano.
O diretor do PNUD para o Brasil, Didier Trebucq, e a Representante Residente Assistente para Programa, Maristela Baioni, foram recebidos pelo presidente de FURNAS, Ricardo Medeiros, além de diretores e executivos da empresa. Na ocasião, os visitantes conheceram os projetos e programas desenvolvidos pela companhia para o cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), dos quais FURNAS é signatária.
Durante o encontro, o presidente Ricardo Medeiros reafirmou a disposição de FURNAS em aprimorar e difundir as boas práticas sociais e de sustentabilidade desde sua adesão aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), em 2012. “A empresa vem concentrando esforços em contribuir para a transição dos ODM aos ODS, nos projetos e ações sociais que apoiamos, alinhados à agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, afirmou. “As ações estão cada vez mais organizadas e instrumentalizadas, com gestão e monitoramento eficazes. Furnas não é uma mera passadora de recursos. Fazemos questão de participar e acompanhar as iniciativas”, completou.
Durante a reunião, Trebucq demonstrou entusiasmo com a parceria entre a entidade e FURNAS. “Se todas as empresas do setor elétrico tivessem a mesma atuação em relação aos projetos sociais e sustentáveis, estaríamos muito melhores rumo aos ODS. FURNAS é um parceiro importante para o cumprimento desses objetivos”, reconheceu.
A visita também resultou em um convite para que FURNAS apresente o seu Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça no “III Fórum Global Do Negócio Para a Igualdade: Promover os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, em novembro, no Panamá. O programa rendeu à empresa cinco Selos Pró-Equidade de Gênero e Raça consecutivos nos últimos anos, por conta de iniciativas como a implantação de política de acesso e ascensão profissional em igual condição para ambos os sexos, com aumento de 20% de mulheres em cargos de comando na empresa nos últimos 10 anos.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram aprovados na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (25-27 de setembro 2015), originados a partir do documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”. A Agenda é um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade. Ela busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, e reconhece que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global ao desenvolvimento sustentável.
Os ODS foram constituídos sobre as bases estabelecidas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), de maneira a completar o trabalho deles e responder a novos desafios. São integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.
Sobre Furnas
Mais de 40% da energia consumida no Brasil passa pelo sistema de Furnas, que utiliza a força da água para gerar 95% de sua energia. Presente em 15 estados e no Distrito Federal, Furnas conta com 20 usinas hidrelétricas, cinco PCHs, três parques eólicos, duas termelétricas, aproximadamente 24 mil quilômetros de linhas de transmissão e 69 subestações.
A empresa reafirma o seu compromisso com a produção de energia 100% limpa e renovável a partir da diversificação de suas fontes de geração, sobretudo no segmento eólico, com a construção de mais 48 parques no Nordeste do país. No segmento hídrico, Furnas segue seu plano de expansão e está construindo três novas usinas hidrelétricas em parceria com outras empresas - Santo Antonio (RO), Teles Pires (MT/PA) e São Manoel (MT).
Considerado a espinha dorsal da transmissão de energia elétrica no Brasil, o sistema de Furnas está sendo ampliado com a construção de mais 16 subestações (novas e ampliações) e cerca de 5.000 km de linhas de transmissão. Entre os empreendimentos está o sistema que escoará a energia gerada pelo Complexo Hidrelétrico de Belo Monte (PA), com 2.092 km de extensão em extra-alta tensão de ± 800 kV (corrente contínua), inédita no país.
Até 2018, Furnas e seus parceiros acrescentarão cerca de 4 mil MW ao sistema elétrico brasileiro, um crescimento de 26% em relação à potência atual, totalizando cerca de 20 mil MW em capacidade instalada.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Lei que estabelece cotas para trabalhadores com deficiência completa 25 anos
Principal dificuldade ainda é o cumprimento da legislação pelos empregadores
Eles são inteligentes, bem humorados, dispostos a ajudar e ansiosos por um emprego. Mas têm algum tipo de deficiência física sensorial, mental ou intelectual que dificulta sua inserção no mercado de trabalho, apesar da Lei 8.213, de 1991 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm). A regra determina que empresas com 100 ou mais empregados são obrigadas a preencher, de 2% a 5% dos seus cargos, com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. A legislação completa 25 anos no próximo domingo (24), mas ainda não conseguiu tornar realidade o sonho de quem tem tudo para ajudar, como a maioria dos trabalhadores, mas não recebe a oportunidade de provar o seu potencial.
Se seguissem a lei, as empresas brasileiras gerariam pelo menos 827 mil vagas para pessoas com deficiência ou beneficiário reabilitado. De acordo com estimativa baseada no censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil, pelo menos sete milhões de pessoas com deficiência elegíveis para a cota. No entanto, as empresas geraram apenas 381.322 postos, conforme os registros da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho de 2014, o dado mais atual. O número é quase três vezes menor do que a real capacidade prevista na legislação.
“Se esses empresários pelo menos tentassem contratar uma pessoa com deficiência, eles veriam o quanto estariam ajudando essas pessoas e a si mesmas”, garante a encarregada dos operadores de caixa e empacotadores de um supermercado em Brasília, Marielda Domingos Vieira. Ela é a responsável pelo funcionário Irlan Alves Lopes, 34 anos, que, apesar da deficiência, trabalha no local como empacotador há nove anos e sete meses, conforme cálculo que o próprio Irlan tem na ponta da língua. “É que eu adoro trabalhar aqui”, explica.
Irlan já trabalhou em uma empresa de limpeza antes, mas não gostava muito. Acha que o trabalho no mercado é mais interessante. “Eu empacoto, faço entregas e converso com as pessoas. Eu gosto muito de falar com as pessoas”, conta.
De acordo com a auditora fiscal, Fernanda Cavalcanti, responsável no Ministério do Trabalho pela fiscalização do cumprimento da Lei de Cotas, muitas empresas acabam contratando as pessoas com deficiência apenas depois de multadas. Elas alegam que não possuem vagas adequadas a esses trabalhadores, já que muitos deles possuem limitações físicas ou intelectuais que dificultariam sua inclusão. “Mas é sempre bom lembrar que os postos de trabalho devem ser adaptados às pessoas, com e sem deficiência, e não as pessoas devem se adaptar aos postos de trabalho”, pondera.
A secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen, espera que a inclusão de pessoas com deficiência, que hoje é imposta pela lei, se torne uma realidade natural para toda a sociedade. “A mudança cultural é urgente, no sentido de romper preconceitos e a comunidade passar a reconhecer que os esforços devem ser coletivos. Sabe-se que muito ainda deve ser feito para que a pessoa com deficiência possa transitar livremente e com autonomia em todos os espaços públicos e, principalmente, ter condições de manter-se com o fruto de seu trabalho e integrar-se. A parcela de responsabilidade cabe à sociedade em geral e às empresas, em particular”, defende.
Para tudo ficar especial
O sorriso sempre aberto é a principal característica da atendente Kelly Elisangela Rodrigues de Sousa, 41 anos, que há 13 trabalha para uma rede de fast-food em Brasília – o único emprego dela com carteira assinada. Seja limpando e organizando as mesas, montando os lanches ou entregando os pedidos aos clientes, o bom humor está sempre presente. “Gosto de fazer tudo. Adoro meu emprego”, empolga-se.
O chefe dela, o gerente Anderson Rocha, garante que não é apenas Kelly que sai ganhando: “Quando a gente trabalha com uma pessoa especial, o ambiente todo fica especial. Ela traz humanidade para o ambiente de trabalho”.
A presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF), Wilma Chaves Kraemer, entende que muitas empresas não contratam pessoas com deficiência porque desconhecem suas capacidades. Na opinião dela, a lei, apesar de não ser cumprida em sua totalidade, tem o mérito de, mais do que obrigar, mostrar aos empregadores as potencialidades desses trabalhadores. “Muitos empregadores acham que as pessoas com deficiência não vão dar conta do trabalho. Mas depois, acabam mudando de ideia e vendo o quanto isso é importante para a empresa e também para o trabalhador, que se sente importante e se dedica ao máximo para corresponder às expectativas de quem o contratou”, analisa.
A Apae-DF mantém atualmente cerca de 500 pessoas com mais de 14 anos fazendo oficinas profissionalizantes em uma de suas quatro unidades. Eles fazem treinamento nos mais diferentes ofícios como lavanderia, confeitaria, restauração de livros e atendimento ao público, entre outras atividades. De lá, saem prontos para o mercado de trabalho.
Eles são inteligentes, bem humorados, dispostos a ajudar e ansiosos por um emprego. Mas têm algum tipo de deficiência física sensorial, mental ou intelectual que dificulta sua inserção no mercado de trabalho, apesar da Lei 8.213, de 1991 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm). A regra determina que empresas com 100 ou mais empregados são obrigadas a preencher, de 2% a 5% dos seus cargos, com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. A legislação completa 25 anos no próximo domingo (24), mas ainda não conseguiu tornar realidade o sonho de quem tem tudo para ajudar, como a maioria dos trabalhadores, mas não recebe a oportunidade de provar o seu potencial.
Se seguissem a lei, as empresas brasileiras gerariam pelo menos 827 mil vagas para pessoas com deficiência ou beneficiário reabilitado. De acordo com estimativa baseada no censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil, pelo menos sete milhões de pessoas com deficiência elegíveis para a cota. No entanto, as empresas geraram apenas 381.322 postos, conforme os registros da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho de 2014, o dado mais atual. O número é quase três vezes menor do que a real capacidade prevista na legislação.
“Se esses empresários pelo menos tentassem contratar uma pessoa com deficiência, eles veriam o quanto estariam ajudando essas pessoas e a si mesmas”, garante a encarregada dos operadores de caixa e empacotadores de um supermercado em Brasília, Marielda Domingos Vieira. Ela é a responsável pelo funcionário Irlan Alves Lopes, 34 anos, que, apesar da deficiência, trabalha no local como empacotador há nove anos e sete meses, conforme cálculo que o próprio Irlan tem na ponta da língua. “É que eu adoro trabalhar aqui”, explica.
Irlan já trabalhou em uma empresa de limpeza antes, mas não gostava muito. Acha que o trabalho no mercado é mais interessante. “Eu empacoto, faço entregas e converso com as pessoas. Eu gosto muito de falar com as pessoas”, conta.
De acordo com a auditora fiscal, Fernanda Cavalcanti, responsável no Ministério do Trabalho pela fiscalização do cumprimento da Lei de Cotas, muitas empresas acabam contratando as pessoas com deficiência apenas depois de multadas. Elas alegam que não possuem vagas adequadas a esses trabalhadores, já que muitos deles possuem limitações físicas ou intelectuais que dificultariam sua inclusão. “Mas é sempre bom lembrar que os postos de trabalho devem ser adaptados às pessoas, com e sem deficiência, e não as pessoas devem se adaptar aos postos de trabalho”, pondera.
A secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen, espera que a inclusão de pessoas com deficiência, que hoje é imposta pela lei, se torne uma realidade natural para toda a sociedade. “A mudança cultural é urgente, no sentido de romper preconceitos e a comunidade passar a reconhecer que os esforços devem ser coletivos. Sabe-se que muito ainda deve ser feito para que a pessoa com deficiência possa transitar livremente e com autonomia em todos os espaços públicos e, principalmente, ter condições de manter-se com o fruto de seu trabalho e integrar-se. A parcela de responsabilidade cabe à sociedade em geral e às empresas, em particular”, defende.
Para tudo ficar especial
O sorriso sempre aberto é a principal característica da atendente Kelly Elisangela Rodrigues de Sousa, 41 anos, que há 13 trabalha para uma rede de fast-food em Brasília – o único emprego dela com carteira assinada. Seja limpando e organizando as mesas, montando os lanches ou entregando os pedidos aos clientes, o bom humor está sempre presente. “Gosto de fazer tudo. Adoro meu emprego”, empolga-se.
O chefe dela, o gerente Anderson Rocha, garante que não é apenas Kelly que sai ganhando: “Quando a gente trabalha com uma pessoa especial, o ambiente todo fica especial. Ela traz humanidade para o ambiente de trabalho”.
A presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF), Wilma Chaves Kraemer, entende que muitas empresas não contratam pessoas com deficiência porque desconhecem suas capacidades. Na opinião dela, a lei, apesar de não ser cumprida em sua totalidade, tem o mérito de, mais do que obrigar, mostrar aos empregadores as potencialidades desses trabalhadores. “Muitos empregadores acham que as pessoas com deficiência não vão dar conta do trabalho. Mas depois, acabam mudando de ideia e vendo o quanto isso é importante para a empresa e também para o trabalhador, que se sente importante e se dedica ao máximo para corresponder às expectativas de quem o contratou”, analisa.
A Apae-DF mantém atualmente cerca de 500 pessoas com mais de 14 anos fazendo oficinas profissionalizantes em uma de suas quatro unidades. Eles fazem treinamento nos mais diferentes ofícios como lavanderia, confeitaria, restauração de livros e atendimento ao público, entre outras atividades. De lá, saem prontos para o mercado de trabalho.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
FRIO: CUIDADO COM AS LESÕES MUSCULARES
Distensões e estiramentos. Esses são os tipos de lesões musculares mais comuns entre a população brasileira. Durante o inverno, eles se tornam ainda mais frequentes, por isso é necessário uma atenção maior ao problema.
De acordo com o Dr. Antônio Alexandre Faria, ortopedista do Hospital San Paolo, centro hospitalar localizado na Zona Norte de São Paulo, a baixa temperatura provoca o aumento da contração muscular para preservar mais sangue em áreas nobres (coração, pulmão, etc). “Isso é um mecanismo de defesa para preservar o calor do corpo”, afirma.
As pessoas com menos preparo físico são as que mais correm o risco de sofrer, pois o músculo está menos preparado para um esforço maior. “Caso queira evitar lesões musculares durante o ano todo, principalmente no frio, o alongamento e o aquecimento antes da atividade física são fundamentais. Agasalhar-se também é importante, diminuindo assim a contração muscular involuntária”, declara o médico.
Os locais do nosso corpo que mais sofrem com esse tipo de reação são os membros inferiores (coxa, perna, tornozelo e pé). Caso ocorra a lesão, o médico aconselha o repouso e a suspensão momentânea de exercícios. O período de afastamento das atividades físicas pode chegar a seis semanas.
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