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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Wagner Moura destila HIPOCRISIA no Prêmio Globo de Ouro



    Por: Claudia Souza    

    Na noite em que Wagner Moura fez história ao receber o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, muitos esperavam um discurso artístico e inspirador. O que se viu, porém, foi uma tentativa explícita de transformar um palco internacional num púlpito político — usando a conquista cultural para lançar uma fala ideológica contra setores da direita brasileira.

    Ao vincular o contexto do filme O Agente Secreto, que trata de memória e trauma geracional, a uma narrativa de “fascismo” presente no Brasil recente, Moura politiza uma vitória cinematográfica e passa a acusar um governo que já está fora do poder há mais de dois anos (o de 2018–2022) de “eco da ditadura”. Essa escolha retórica é fraca do ponto de vista crítico porque transforma uma questão histórica em arma política sem conexão direta com os fatos atuais discutidos globalmente no evento.

    O discurso, além disso, ocorreu em um momento em que o próprio Brasil enfrenta denúncias e críticas sobre o devido processo legal e a liberdade de expressão no âmbito interno — questões que incluem debates sobre medidas judiciais e prisões motivadas por ações relacionadas ao sistema político e às instituições republicanas, que têm sido objeto de discussões sobre legalidade e proporcionalidade. A insistência em rotular adversários políticos como “fascistas” num ambiente tão visível podem soar, justamente, como desserviço à democracia que se pretende defender.

    Silenciamento de questões de direitos civis no Brasil: enquanto Moura falava em combater “valores autoritários”, muitos debates nacionais se concentram em casos controversos de justiça e de censura judicial — como as ações contra comunicadores, políticos e mobilizações populares que têm sido vistas por seus críticos como excesso de Poder Judiciário (especialmente em casos tratados no Supremo Tribunal Federal e pelo ministro Alexandre de Moraes).

    Prisão de um ex-presidente e controvérsias judiciais: ainda que ex-presidentes não possam ser simplesmente caricaturados — e Lula já teve condenações anuladas pela Suprema Corte em 2021, restaurando seus direitos políticos — a narrativa simplista de que ele estaria em “cárcere sem justificativa” ignora a complexidade jurídica do caso e as revisões de decisões judiciais que ocorreram (caso “Free Lula”).

    Longe de combater o crime organizado, o governo atual tem sido criticado por não classificar facções criminosas como organizações terroristas, apesar de debates públicos consistentes sobre o tema. A legislação brasileira (Lei Antiterrorismo nº 13.260/2016) define critérios claros para o reconhecimento legal de terrorismo, e o governo federal — liderado por Luiz Inácio Lula da Silva — tem rejeitado equiparar PCC e Comando Vermelho a organizações terroristas sob essa lei, argumentando que isso não corresponderia às definições legais vigentes, mesmo diante de pressões políticas para essa equiparação.

    O posicionamento de Moura não menciona outros regimes autoritários ou problemas de direitos humanos associados a aliados políticos da esquerda latino-americana — como os governos de Nicolás Maduro (Venezuela), membros históricos do Foro de São Paulo (como líderes do PT, PSOL, comunistas cubanos e figuras vinculadas a movimentos de esquerda regionais), que em relatos críticos são apontados como autoritários e antidemocráticos. Se a preocupação realmente fosse a defesa intransigente da democracia, esses contextos também mereceriam menção e reflexão profunda.

    O discurso de Wagner Moura no Globo de Ouro, ao usar a visibilidade internacional para projetar um ataque genérico à “extrema direita” brasileira, com termos como “eco da ditadura”, falha em reconhecer que:
  • as instituições democráticas continuam funcionando no Brasil, com decisões sujeitas a revisão judicial e ampla disputa pública de ideias;
  • críticos do governo atual apontam problemas reais no tratamento de questões de segurança pública, incluindo a recusa em declarar certas facções como terroristas apesar de amplo debate público;
  • e que usar linguagem inflamatória nas artes para fazer política partidária pode corroer justamente o tecido democrático que se diz defender.
    Embora legítimo como expressão pessoal — não se sustenta como um ataque informado ao que caracterizaria fascismo de verdade, e peca ao ignorar ou minimizar problemas contemporâneos de direitos civis, segurança e política externa que poderiam ser tão ou mais relevantes à discussão democrática do que a simples evocação de termos carregados como “ditadura” ou “fascismo”.




O QUE ESTÁ POR TRÁS DO GOVERNO QUE WAGNER MOURA DEFENDE:

O que é o Foro de São Paulo?

Petistas em Cuba em 2016: na companhia de Daniel Ortega, Díaz-Canel, Maduro e Raúl


    O Foro de São Paulo é um encontro político criado em 1990, por iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT), liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o Partido Comunista de Cuba, sob influência direta de Fidel Castro. Seu objetivo declarado era rearticular partidos e movimentos de esquerda da América Latina após o colapso da União Soviética e o enfraquecimento do socialismo no cenário global.

    Desde sua fundação, o Foro reuniu partidos legais, movimentos sociais e organizações políticas de diferentes países, incluindo legendas que chegaram ao poder democraticamente e outras ligadas a regimes autoritários, como: Cuba (Partido Comunista Cubano); Venezuela (chavismo / Nicolás Maduro); Nicarágua (Daniel Ortega); Bolívia (Evo Morales); Equador (Rafael Correa); Argentina (kirchnerismo)


FARC (Colômbia) — reconhecidamente financiadas pelo tráfico de drogas durante décadas.

    As FARC participaram de encontros do Foro de São Paulo, o que alimentou críticas de que o espaço teria tolerado ou relativizado práticas criminosas em nome de alinhamento ideológico.

    Governos aliados ao Foro, como o da Venezuela, são alvo de acusações internacionais (especialmente por órgãos dos EUA) de conivência com rotas do narcotráfico — embora essas acusações sejam contestadas diplomaticamente e não resultem em consenso jurídico internacional.







segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

O bronze que engana: os mitos do verão que podem piorar a celulite

“O sol camufla a celulite por um momento, mas entrega a conta depois. O bronze é um disfarce bonito que custa caro para a pele”, afirma o médico Roberto Chacur.



A exposição solar excessiva destrói fibras de colágeno e elastina, estruturas essenciais para a firmeza da pele. A longo prazo, essa perda de sustentação acentua a flacidez e torna a celulite mais marcada, justamente o oposto do que muitas mulheres buscam ao se bronzear. Mesmo assim, a ilusão continua, porque, no curto prazo, a pele realmente parece mais uniforme. O verão vira um ciclo de reforço: a camuflagem imediata engana o olhar, mas o resultado estrutural aparece depois, quando o bronze desbota e deixa para trás uma textura mais comprometida.

O calor intenso também contribui para aumentar o incômodo. Nos dias quentes, o corpo transpira mais e retém líquido para se proteger da desidratação. Esse inchaço temporário torna os furinhos mais visíveis e alimenta a sensação de que a celulite piora de um dia para o outro. Na prática, não surgem novas celulites no verão. O que muda é o volume do tecido subcutâneo, que pressiona a superfície da pele e evidencia irregularidades já existentes. A retenção hídrica é um dos fatores que mais confundem a percepção feminina nessa época do ano.

Para o médico Roberto Chacur, CRM SP 124125, speaker da GoldIncision e referência em tratamento da celulite, a combinação de mitos, pressa e comparações digitais explica por que tantas mulheres acreditam que o sol é aliado. Chacur ressalta que o verão cria uma falsa sensação de melhoria. Segundo ele, muitas pacientes chegam ao consultório repetindo frases como “parecia que minha celulite tinha sumido, mas voltou pior”. O médico destaca que nenhum truque de verão resolve. O que muda é a forma como o olho interpreta aquela pele naquele momento. Ele afirma que o sol não trata, não reduz e não reorganiza a pele. Ele apenas colore a superfície enquanto fragiliza a base.

Prevenir a celulite exige constância e escolhas conscientes, e não atalhos de temporada. Hidratar o corpo ao longo do dia evita a retenção de líquidos que acentua os furinhos. Reduzir o sal e o álcool ajuda a manter o edema sob controle. Atividade física regular melhora a circulação e diminui a sensação de peso nas pernas. Drenagem linfática profissional pode trazer alívio imediato ao inchaço típico do verão. E, acima de tudo, o protetor solar é indispensável para impedir que o colágeno seja destruído pelo UV, já que essa degradação é uma das principais responsáveis pelo agravamento da celulite.

No fim, o verão não é inimigo do corpo. O inimigo são as ilusões criadas em torno dele. O bronzeado pode até enganar o olhar por alguns dias, mas a pele sempre revela a verdade. Como resume o Dr. Roberto Chacur, a celulite não some com o sol, ele apenas disfarça. Por isso, se proteger é a melhor conduta.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Réveillon na Paulista reúne 2,1 milhões de pessoas e movimenta R$ 1,3 bilhão, segundo FGV

Reveillon na Avenida Paulista - SP - 2025 (Renato Pinheiro/SECOM)

As celebrações de fim de ano realizadas pela Prefeitura de São Paulo — que englobam o Natal Iluminado e o Réveillon na Avenida Paulista — movimentaram R$ 2,33 bilhões na economia e geraram 20,6 mil postos de trabalho, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgado nesta sexta-feira (2). O levantamento revela ainda que os índices de aprovação do público ultrapassam 99% em ambas as festas.

A FGV aponta que os eventos geram impactos diretos e indiretos na economia. Os efeitos diretos incluem os investimentos na organização das festas, como infraestrutura e serviços, e os gastos do público, que movimentam setores como alimentação, bares e restaurantes, comércio, transporte público, táxis e aplicativos, hotelaria e entretenimento. Já os impactos indiretos se estendem à cadeia produtiva desses setores, alcançando fornecedores e serviços de apoio, ampliando o efeito econômico para além dos dias de celebração.

No Réveillon 2025/2026, realizado na Avenida Paulista, 99,1% dos entrevistados afirmaram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com a programação. Maior celebração de fim de ano da história da capital, o Réveillon reuniu 2,1 milhões de pessoas ao longo de mais de 14 horas de shows e atividades gratuitas. Entre o público que já havia participado de edições anteriores, 89,7% avaliaram a festa como melhor do que a anterior. A 100ª Corrida Internacional de São Silvestre, integrada às comemorações, também registrou 90,4% de aprovação. 

Segundo a FGV, o Réveillon na Paulista movimentou R$ 1,38 bilhão na economia e foi responsável pela geração de 11,9 mil postos de trabalho, considerando também os gastos do público da São Silvestre. Do total de participantes considerados no impacto econômico, 76,9% eram residentes da capital e 23,1% excursionistas (que não moram na capital, mas não pernoitam) e turistas (visitantes que pernoitam na cidade). O gasto médio do turista no Réveillon foi de R$ 2.016,50.

O Natal Iluminado 2025 também alcançou 99% de aprovação do público, com 93,6% dos participantes que já conheciam o evento avaliando a edição como melhor do que a anterior. A programação descentralizada, com atrações culturais e decoração temática em todas as regiões da cidade, movimentou R$ 956,6 milhões, considerando 4,8 milhões de participantes com gastos associados para o cálculo econômico. Desse total, 83% eram residentes e 17% excursionistas e turistas. O Natal Iluminado gerou 8,7 mil postos de trabalho.

Somados, os eventos de Natal e Réveillon resultaram em R$ 2,33 bilhões em movimentação econômica. De acordo com a FGV, os resultados refletem o efeito multiplicador dos investimentos em grandes eventos públicos, que ativam setores como comércio, alimentação, transporte, hospedagem, serviços, cultura, logística e segurança.

Operação garantiu limpeza, segurança, saúde e acolhimento

A operação especial montada pela Prefeitura de São Paulo para o Réveillon na Avenida Paulista assegurou a limpeza, a segurança, o atendimento em saúde e o acolhimento ao público durante a maior virada de ano já realizada na cidade. Segundo a Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB), foram recolhidas 37 toneladas de resíduos após a festa, com atuação de 605 agentes, apoio de 47 veículos, uso de 190 metros cúbicos de água de reuso e aplicação de 1.436 litros de desinfetante.

Na área da saúde, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) registrou 675 atendimentos, com oito encaminhamentos a unidades de saúde. Já a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, por meio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), monitoramento com drones e pelo sistema Smart Sampa, contabilizou apenas seis ocorrências policiais.

O evento contou ainda com a atuação da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, em parceria com a empresa Livre de Assédio, por meio do protocolo Não se Cale. Foram instalados sete pontos de acolhimento, que prestaram atendimento a 40 pessoas, com 98% de resolutividade no próprio local e apenas 2% das ocorrências demandando ação da GCM.



sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Quando a música une gerações: elenco de “Queremos Paz no Planeta” é destaque na TV Rede Vida



O projeto “Queremos Paz no Planeta”, que emocionou o público no Memorial da América Latina em novembro, segue ampliando sua mensagem de união, música e esperança. Neste sábado, 03 de janeiro, às 21h30, parte do elenco do show participa do Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida, em uma noite que promete muitas emoções.

A presença do projeto no programa reforça a força da arte como instrumento de diálogo e transformação social. Participam desta edição especial o renomado pianista Adylson Godoy, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, além do Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski.

Conhecido por valorizar a música brasileira, os encontros familiares e as histórias que tocam o coração, o Programa Silvio Brito em Família será o cenário perfeito para reviver o espírito do espetáculo “Queremos Paz no Planeta”. O público poderá conferir performances emocionantes, depoimentos inspiradores e a sensibilidade de artistas que colocam a música a serviço de uma causa maior: a paz.

A participação do coral infantil merece destaque especial. Símbolo de esperança e futuro, as vozes das crianças traduzem com pureza a mensagem central do projeto, mostrando que a construção de um mundo mais pacífico começa desde cedo, pela educação, pela cultura e pela arte.
Onde assistir ao Programa Silvio Brito em Família

📺 TV Rede Vida – sábado (03/01), às 21h30
Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH)
Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD)
GVT: Canal 243
NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD)
TV Oi: Canal 16
SKY: Canal 6
Vivo TV: Canal 29

Será uma noite para se emocionar, reunir a família e celebrar a música brasileira com propósito.
Assista, vale muito a pena! 💛🎶

😍 Serão muitas emoções!
#QueremosPazNoPlaneta #SilvioBritoEmFamília #MúsicaPelaPaz #ArteQueTransforma
@silviobritoemfamilia @silviobritooficial @cantora_claudya @mariaclaramascellani @adylsongodoy @marcelofaraldorecski @marli_ferrari_p





sexta-feira, 21 de novembro de 2025

“Memórias Feitas de Caroá” reúne mulheres originárias de povos indígenas do Nordeste em residência artística em São Paulo

Memórias Feitas de Caroá - Foto: Divulgação



Sob idealização e orientação artística da artista Júlia Maynã, de origem, o projeto promove vivências que entrelaçam arte, memória e ancestralidade feminina indígena.


A residência artística “Memórias Feitas de Caroá” é voltada a mulheres que carregam em suas histórias o fio contínuo da origem indígena de etnias do Nordeste, e que hoje habitam a cidade de São Paulo. Idealizada pela artista-orientadora Júlia Maynã, pertencente à etnia Xukuru-Kariri (Palmeira dos Índios, Alagoas) e nascida no bairro Cachoeirinha, em São Paulo, a proposta nasce de sua pesquisa iniciada em 2020: Despertar Criativo Ancestral: propostas artístico-pedagógicas reveladoras de apagamentos históricos, apresentada na V Semana Científica do Agreste Pernambucano (2024) e publicada em seus anais.

No contexto indígena nordestino, o deslocamento forçado rumo ao Sudeste, muitas vezes imposto como alternativa para sobrevivência, foi uma das principais estratégias de apagamento histórico e cultural. Longe de seus territórios, essas famílias enfrentaram a negação de suas identidades e o silenciamento de suas práticas tradicionais. Ainda assim, reinventaram formas de resistência e seguiram transmitindo seus saberes entre panelas, gestos, valores, pinturas, rezas, histórias, corpos em movimento e canções.

A apresentação final da residência, prevista de forma gratuita para o período de 30 de novembro a 21 de dezembro, será uma performance cênico-musical viva, resultado dos processos de criação e pesquisa desenvolvidos ao longo dos últimos meses, expressando a continuidade das tradições indígenas nordestinas no contexto urbano paulista.

Em cena, barros, fibras, cantos, danças, poesias, teatro, artes plásticas, artesanatos e fotografias se misturam à voz e à memória de mulheres frutos das migrações indígenas de povos do Nordeste para São Paulo. Entre elas, estão mulheres com origem nos povos Fulni-ô, Kariri-Xocó, Xucuru-Kariri, Pankararu e Fulkaxo.

A ação será apresentada em quatro locais: a Aldeia Multiétnica Filhos desta Terra (Guarulhos), no dia 30 de novembro, com apresentação das 15h às 16h e roda de conversa das 16h às 17h; o Estúdio Mawaca (São Paulo), em 14 de dezembro, com apresentação das 16h às 17h e roda de conversa das 17h às 18h; o Museu das Culturas Indígenas (São Paulo), no dia 20 de dezembro, com apresentação das 16h as 17h e roda de conversa das 17h as 18h; e a Aldeia Yvy Porã, comunidade Guarani Mbya localizada na T.I do Jaraguá (São Paulo), com apresentação das 15h as 16h e roda de conversa das 16h as 17h.

Inspirado na força do caroá, fibra sagrada da Caatinga, o projeto celebra as memórias que resistem nos corpos e nas lutas dessas mulheres. É a partir dessas resistências - algumas visíveis, outras quase imperceptíveis - que a residência se constrói.

A proposta investiga os impactos intergeracionais da migração indígena, acolhendo tanto mulheres que mantêm vínculos vivos com suas comunidades, quanto aquelas que, diante de tantas violências e deslocamentos, tiveram esses laços interrompidos, mas seguem carregando, no corpo e na memória, as marcas profundas de suas origens e caminhos.

“O projeto é um convite para criarmos juntas uma arte que mostre os frutos dessas migrações, lembrando que nossas famílias ajudaram a construir essa cidade. Desde julho, temos partilhado histórias, refeições e muita criação. Como orientadora artística do processo, tenho levado sempre propostas de criação que partem das nossas memórias, lembrar das nossas mães, pais, avós, e o que deixaram. E esse processo, pra mim, já é o maior resultado: o fortalecimento coletivo dessas histórias”, afirma Júlia Maynã, artista-orientadora e idealizadora do projeto.

A residência é composta por seis artistas residentes, uma artista-orientadora (Júlia Maynã) e uma comunicadora (Ypituna Pankararu). Todas as participantes vivem em São Paulo e pertencem a diferentes faixas etárias, compartilhando em suas trajetórias a origem indígena de povos do Nordeste, entre elas dos povos Fulni-ô, Kariri-Xocó, Xucuru-Kariri e Pankararu e Fulkaxo.

“Comunicar esse projeto é também reconstruir nossas narrativas. É mostrar que as mulheres indígenas nordestinas seguem tecendo memórias e identidades, mesmo longe de seus territórios”, ressalta Ypituna Pankararu, comunicadora da residência.

A ficha técnica do projeto reúne um coletivo de mulheres originárias que dão corpo, voz e gesto à criação. As artistas-residentes e intérpretes-criadoras são Yndyan Fulkaxo, Michele Saints, Upya Pankararu, Txayane Fulni-ô, Laís Santos, Simone Pankararu e Júlia Maynã, que juntas também constroem as obras que compõem o cenário.

A concepção, idealização e direção geral da residência são de Júlia Maynã, que assina igualmente a orientação artística, a mediação dos processos de criação e a direção cênica da apresentação final. O figurino, idealizado de forma coletiva, foi costurado por Maria Lúcia Olegário e customizado e pintado por Laís Santos, Upya Pankararu e Michele Saints.

A coordenação de comunicação é de Ypituna Pankararu, e a produção executiva leva também a assinatura de Júlia Maynã.


O projeto conta com o apoio do Espaço Pankararu – Aldeia Multiétnica Filhos da Terra e do Condô Cultural.

"Memórias feitas de caroá: mulheres frutos das migrações indígenas nordestinas para São Paulo" é um projeto realizado pelo Ministério da Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas, pelo Fomento CULTSP, pela Política Nacional Aldir Blanc e pelo Programa de Ação Cultural - PROAC, selecionado no Edital 21/2024.


Serviço:

O quê: Residência Artística “Memórias Feitas de Caroá” – Intervenções finais
Quando: 30 de novembro; 14, 20 e 21 de dezembro de 2025
Onde: Guarulhos e São Paulo (SP)
Mais informações: @memoriasfeitasdecaroa (instagram)

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Novo circuito de atrações do Natal Iluminado surpreende a população de Araxá e mira turistas

Novo circuito de atrações do Natal Iluminado surpreende a população de Araxá e mira turistas





Inauguração na Praça Governador Valadares reuniu multidão para acompanhar a contagem regressiva e conhecer as novidades

Araxá inaugurou na noite desta quarta-feira (19), na Praça Governador Valadares, o maior Natal Iluminado já realizado no município, reunindo quase 2 milhões de pontos de LED, um circuito ampliado de visitação e novas áreas decoradas em diferentes regiões da cidade. A cerimônia, que marcou oficialmente o início da programação natalina de 2025, atraiu grande público e abriu mais uma temporada que promete movimentar o turismo, o comércio e a economia local.

Já passava das 19h30 quando o público iniciou a contagem regressiva conduzida pelo do prefeito Robson Magela. O momento foi acompanhado com entusiasmo por famílias, turistas, comerciantes e autoridades. “Conseguimos entregar o maior enfeite da história de Araxá. Uma edição que realmente nos coloca na história do município e de Minas Gerais”, afirmou o prefeito. “Ano passado já tivemos grande movimento e recebemos visitantes de todo o estado e até de fora. Este ano, com a expansão, o retorno será ainda maior para a rede hoteleira, bares, supermercados, lojas e serviços”, destacou.

A ação é executada pela Acia e Fundação Cultural Acia, por meio de um projeto da Prefeitura de Araxá e da Fundação Cultural Calmon Barreto aprovado pela Câmara Municipal, com investimento de R$ 2 milhões. A iniciativa também tem o patrocínio da Algar.


Comércio otimista

O novo circuito reforça a expectativa de aquecimento da economia local. Em 2024, segundo levantamento da ACIA, a circulação no calçadão e na Praça Governador Valadares triplicou. Para o diretor da Acia, Tom Rios, o resultado deste ano deve ser ainda melhor. “Recebemos relatos de até 30% de crescimento nas vendas no ano passado. Agora projetamos algo entre 40% e 45%”, disse.

A presidente da Fundação Acia, Elisa Baião Macêdo, anunciou que o Natal Iluminado será integrado este ano ao FestNatal, que chega a 16 edições em um ano especial para o município. “São 160 anos de Araxá. A programação será rica, com atrações musicais, culturais, teatro, dança e muita música boa. Estaremos ainda mais próximos da população”, adiantou.









Para todos


De acordo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ítalo Marcos Fonseca, o Natal Iluminado tem papel decisivo no estímulo à economia e na integração social. “É um evento significativo para toda a cidade. Ele atinge desde as crianças até os avós, e o melhor: é tudo gratuito. Isso fomenta a economia de forma ampla, da base ao topo da pirâmide”, explicou.

A população também comemorou a abertura oficial. A dona de casa Ilma Maria da Silva foi com toda a família prestigiar o momento. “A gente fica o ano todo esperando. É muito lindo, muito caprichado. Não tem como não vir”, comentou

Impacto regional


Presente na inauguração, o deputado estadual Bosco destacou a expansão estrutural neste ano: “Com certeza este Natal Iluminado vai entrar para a história. A parceria firmada permitiu estender a decoração não só no centro, mas também para outros bairros”, lembrou.

O deputado federal Mário Heringer ressaltou o simbolismo da data. “O Natal é o tempo de celebração do nascimento de Jesus. A iluminação encanta, atrai turistas e movimenta o comércio, mas também nos chama à reflexão e ao carinho. Esse tipo de evento une as pessoas, aproxima a cidade e fortalece a empatia”, destacou.

Serviço

Natal Iluminado 2025
Locais: Praça Governador Valadares; Avenida Imbiara, Avenida Antônio Carlos, calçadão da Rua Presidente Olegário Maciel, escadaria do Parque do Cristo e Avenida Washington Barcelos.

Retirada de ingressos gratuitos para o carrossel:

- Av. Washington Barcelos, 755 – Urciano Lemos (Oliveira Tech)
- Praça Governador Valadares, 411 - Centro

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

AGUARDEM, VEM AÍ ! O OUTUBRO ROSA COM GRANDES EMOÇÕES





Em outubro, o mundo se veste de rosa e o coração pulsa mais forte com a união de MULHERES INCRÍVEIS, guerreiras de luz e esperança.

Você conhecerá, a partir de 13 de outubro, segunda-feira, algumas dessas MARAVILHOSAS PERSONAGENS.

Elas transformam a dor em força, o medo em coragem e a luta em poesia. Cada sorriso é um lembrete de que o amor à vida é o gesto mais poderoso de todos.

Juntas, elas inspiram, acolhem e ensinam que a prevenção é um ato de amor próprio.
Outubro Rosa é mais do que uma campanha - é um canto de fé, sororidade e renascimento.

Mulheres que brilham e salvam vidas, todos os dias.

Apoiadores eternos da Campanha:

* Coutinho Eventos
* Casa Castro
* Viva Arouche
* Colégio Técnico Sta.M.Goretti
* Feira Criativa.Mente
* Itaquerendo Folia
* Revista Paulista
* .Brechó Colméia
* Circo Spacial
* Garimpagii Feira Criativa
* Em Casa com Cibele Attallah
* CrazyKiwi
* Sooz Hotel Collection

quinta-feira, 4 de setembro de 2025

O que aconteceu com Christiane Felscherinow a "Christiane F"


    Por: Claudia Souza


    Eu tinha 9 anos de idade e estudava em uma escola municipal na periferia de São Paulo. Na época, ainda no regime militar, a preocupação dos professores era combater as drogas e os vícios. Não me recordo mais de todos os detalhes, mas lembro que havia um auditório na escola, e marcaram uma data para reunir pais e pré adolescentes para um sessão de 'cinema' e todos nós assistimos o filme "Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída", um drama alemão de 1981, dirigido por Uli Edel e baseado no livro "Wir Kinder vom Bahnhof Zoo" de Kai Hermann e Horst Rieck. O filme retrata a história real de Christiane Felscherinow, uma adolescente que se envolveu com as drogas e a prostituição em Berlim nos anos 70. O filme, que contou com a participação de David Bowie, foi um grande sucesso e se tornou um ícone cultuado.

    Aquele filme marcou tanto a minha vida, e me deu uma clareza e firmeza para não cair nas tentações de experimentar qualquer tipo de droga viciante. Até acredito que esse filme deveria ser parte do catálogo pedagógico obrigatório em todas as escolas. 

    A trajetória de Christiane Felscherinow, conhecida mundialmente como Christiane F, ganhou destaque ainda na adolescência, quando seu relato sobre heroína e prostituição virou o best-seller Wir Kinder vom Bahnhof Zoo (no Brasil, Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída). Mais de quatro décadas depois, muitos se perguntam: por onde anda Christiane Felscherinow e como está sua vida? Este texto jornalístico detalha sua história real, as várias fases de sua vida e o paradeiro atual da mulher que chocou o mundo.

    Vera Christiane Felscherinow nasceu em 20 de maio de 1962, em Hamburgo, e mudou-se ainda criança para Berlim Ocidental, vivendo no conjunto habitacional de Gropiusstadt. Com uma família marcada por conflitos — mãe ausente e pai alcoólatra —, Christiane se sentiu rejeitada e encontrou nas ruas um refúgio. Aos 10 anos, já circulava sozinha pela cidade e, aos 12, experimentou haxixe pela primeira vez. Pouco depois, mergulhou no consumo de heroína, iniciando um ciclo de dependência química que a levaria à prostituição para financiar o vício. (DW)

    Em 1978, a revista Stern publicou uma série de reportagens baseadas em horas de entrevista com Christiane Felscherinow, conduzidas pelos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck. O resultado, o livro Wir Kinder vom Bahnhof Zoo, passou 95 semanas no topo das listas de mais vendidos da Alemanha, sendo traduzido para mais de 15 idiomas e rendendo cinco milhões de cópias vendidas no mundo inteiro. (Wikipédia)

    O retrato cru e doloroso de uma adolescente de 13 anos que se prostituía na estação Zoológico de Berlim para comprar heroína chocou uma sociedade ainda imersa na Guerra Fria e levou a debates sobre a responsabilidade social e a falha dos serviços de proteção ao menor em atender jovens em risco.

    Em 1981, o diretor Uli Edel levou a história de Christiane F. às telas em Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída, estrelado pela estreante Natja Brunckhorst no papel-título e com a participação de David Bowie, cuja música "Heroes" se tornou símbolo do filme. A produção, de baixo orçamento, ganhou status cult e estreou em cópia restaurada no Brasil em 2022, promovendo debates sobre o legado de Christiane Felscherinow e o impacto de sua história real. (O Globo)

    Com a fama, Christiane Felscherinow tentou seguir carreira artística: atuou nos filmes Neonstadt (1982) e Decoder (1984) e tentou a música, mas sem grande repercussão. Ao longo dos anos 1980, sofreu complicações de saúde — contraiu hepatite C pelo compartilhamento de seringas — e enfrentou recaídas no vício, alternando períodos de abstinência (com tratamento à base de metadona) e novos mergulhos na dependência.

    Em 1996, aos 34 anos, tornou-se mãe de Phillip, fruto de um relacionamento com um ex-viciado. Por temer uma recaída, perdeu a guarda do filho em diversas ocasiões. Em 2007, tentou mudar-se para Amsterdã com Phillip, mas o judiciário alemão reverteu a decisão e o menino foi colocado em abrigo, acompanhado pelos avós paternos. Desesperada, Christiane o sequestrou e fugiu para a Holanda, mas, após conflitos com o namorado, retornou à Alemanha e entregou a criança às autoridades. Phillip, então, permaneceu sob a guarda dos avós. 

    Em 2013, Christiane Felscherinow decidiu recontar sua história e lançou Eu, Christiane F., a vida apesar de tudo, coautoria de Sonja Vukovic. Nesta obra, dividiu reflexões sobre a proximidade constante da morte ("eu vou morrer em breve, eu sei disso") e a luta diária contra a dependência, declarando não haver arrependimento pelas escolhas que a tornaram quem era. 

    No mesmo ano, inspirada por Christiane, Sonja Vukovic e o editor Jörg Schäffer fundaram a Fundação Christiane F., com o objetivo de conscientizar sobre dependência química e apoiar familiares de usuários. O blog mantido por Christiane no site da organização permaneceu ativo por alguns anos até o espaço ser desativado. Em 2021, a fundação foi vendida e renomeada para Fundação F., embora o nome de Christiane ainda conste no portal e o seu legado seja divulgado. (O Globo)

    Por onde anda Christiane Felscherinow?

    Hoje com 63 anos, Christiane Felscherinow vive em Berlim com vida reclusa, sem participações públicas frequentes. Sua principal fonte de renda são os direitos autorais dos dois livros autobiográficos. Relatos de quem circula pelo metrô berlinense mencionam ter visto uma senhora punk acompanhada de vários cães, suscitando a dúvida: seria a própria Christiane? 

    Apesar de declarar estar "bem com a vida que levou" e manter certa lucidez ao falar sobre o passado, Christiane continua, segundo entrevista à Vice em 2013, dependente de metadona e com temor constante de novas recaídas. A saúde debilitada e as cicatrizes do longo convívio com drogas e doenças crônicas — hepatite C e cirrose — são lembranças de uma vida marcada pela dor e pela superação diária. 

    A história real de Christiane Felscherinow permanece como um dos casos mais chocantes de dependência juvenil já documentados. Tanto o livro quanto o filme e agora a minissérie da Amazon Prime Video (Wir Kinder vom Bahnhof Zoo) continuam a impactar gerações, trazendo à tona questões sobre saúde pública, proteção infantil e a condição humana diante do vício. 

    A minissérie de oito episódios, lançada em fevereiro de 2021, atualiza a trama para o público do streaming, explorando não apenas a face de Christiane, mas também a de seus amigos e a atmosfera de Berlim nos anos 1970. Com produção de alto orçamento, sotaques locais e elenco jovem, oferece um relato mais extenso dos acontecimentos originais, sem glamurizar o vício e mantendo a força do relato real.

    Considerada leitura obrigatória em muitas escolas alemãs, a obra de Christiane Felscherinow segue cumprindo um papel didático: alerta sobre os riscos do consumo de drogas e suas consequências, oferecendo um "conto moral" sobre a fragilidade da juventude e a importância de redes de apoio social.

    Christiane Felscherinow, a "Christiane F" real, sobreviveu ao caos do vício, às recaídas e à fama precoce. Embora a vida a tenha levado por caminhos sombrios, hoje ela continua viva em Berlim, mantendo distância da mídia e dedicando-se a contar sua história em livros e pela fundação que leva seu nome. Seu legado permanece vivo em cada nova geração que descobre sua trajetória e se sensibiliza com a crueza de um relato autêntico sobre adolescência, drogas e prostituição.

    Christiane Felscherinow não perdeu a capacidade de impactar: sua vida real, documentada há mais de 40 anos, segue servindo de exemplo e advertência sobre os perigos do vício e a urgência de políticas públicas eficazes de prevenção e tratamento.



segunda-feira, 9 de junho de 2025

Alejandro Juanuk conquista prata no Pan-Americano de Triathlon e se firma como uma das maiores promessas do Brasil

Juanuk é o melhor atleta brasileiro da categoria nas competições pan-americanas da modalidade





    Com apenas 15 anos, o triatleta catarinense Alejandro Juanuk brilhou no último fim de semana (08/06), ao conquistar a medalha de prata no Campeonato Pan-Americano de Triathlon Youth, realizado em Calima, na Colômbia. A prova, que reuniu 45 dos melhores atletas do continente, foi marcada por condições desafiadoras: calor intenso, água a 22ºC e altitude elevada.

    Apesar das dificuldades, Alejandro protagonizou uma performance impressionante, mostrando não apenas talento, mas resiliência e maturidade muito além da idade. Depois de um mês de preparação em Medellín — a 2.400 metros de altitude — o jovem chegou confiante à competição. Porém, dias antes da prova, enfrentou um imprevisto: sofreu uma queda de bicicleta que deixou escoriações nas costas e pernas, além de danificar seu equipamento.

    Mesmo assim, o brasileiro encarou a largada com determinação. Saiu da água em 12º lugar e, com um ritmo forte no ciclismo, subiu para o pelotão de elite. Na corrida, consolidou a recuperação: assumiu a vice-liderança ainda nos primeiros quilômetros e travou um sprint final emocionante até a linha de chegada, garantindo o segundo lugar no pódio continental.




    “A prova foi difícil, mas se tiver que atribuir essa conquista a algo, foi ao sacrifício dos 45 dias longe de casa. Foram treinos exaustivos, altitude, dores de cabeça e muita saudade da minha família. O processo é duro, mas eu nunca achei — e nem pensei — que seria fácil”, declarou Alejandro.

    Em sua fala, ele fez questão de agradecer o apoio que recebe: “Sem minha família, nada disso seria possível. Aos meus avós, à minha mãe, que esteve comigo na Colômbia, e ao meu pai, que nunca deixa de cuidar de tudo para que eu esteja bem. E, claro, aos meus patrocinadores, que viabilizam esse sonho”, disse.

    Com essa conquista, o jovem atleta reafirma seu nome como uma das grandes promessas do triathlon nacional, mostrando que a nova geração brasileira vem forte — e determinada — para brilhar no cenário internacional.




    Alejandro é patrocinado por Mormaii, Grupo Koch, Komprão, FA Colchões, Lojas Unilar, Score Media, Bike Irada, Free Force, Cia da Saúde, Prefeitura de Garopaba, além de contar com uma equipe multidisciplinar de profissionais dedicados à sua evolução.


    SOBRE A MORMAII


    A Mormaii é a marca brasileira que traduz o espírito do esporte e da liberdade em um lifestyle autêntico. Criada nos anos 70 em Garopaba por Marco Aurélio Raymundo, o Morongo, revolucionou o mercado ao produzir as primeiras roupas de borracha do Brasil. Desde então, tornou-se sinônimo de inovação, tecnologia e performance.

    Presente em diversas modalidades, do surfe ao triathlon, do automobilismo ao jiu-jitsu, a Mormaii oferece produtos e serviços que acompanham quem vive em movimento. Com mais de 60 mil pontos de venda no Brasil e uma rede exclusiva de mais de 80 Studios Mormaii Fitness, reforça sua conexão genuína com o esporte e o bem-estar.

    Como marca oficial do Time Brasil e patrocinadora da CBSurf e do surfe brasileiro até 2028, a Mormaii segue impulsionando atletas e entusiastas a irem além, dentro e fora d'água.


sexta-feira, 23 de maio de 2025

Fernanda Passon é Anunciada Como Nova Rainha de Bateria da Unidos de Jucutuquara para o Carnaval 2026

Fernanda Passon - Foto: Átila Hercules


A preparação para o Carnaval 2026 já começou a agitar os bastidores das escolas de samba, e no Espírito Santo não é diferente. Uma das novidades mais celebradas nos últimos dias foi o anúncio de Fernanda Passon como a nova rainha de bateria da Unidos de Jucutuquara. A revelação foi feita na noite desta quinta-feira (22), por meio das redes sociais da agremiação, e movimentou o universo do samba capixaba.

Influenciadora, empresária e cirurgiã-dentista, Fernanda Passon é uma figura já consolidada no carnaval do Espírito Santo e, mais recentemente, também no cenário carioca. Com uma trajetória marcada por brilho e dedicação, Fernanda já reinou como rainha de bateria da Andaraí por três anos, foi madrinha da Novo Império e estreou na Marquês de Sapucaí, em 2024, como musa da Mocidade Independente de Padre Miguel.

“Fernanda é uma figura emblemática do Carnaval capixaba. Com sua experiência, carisma e dedicação, ela chega para abrilhantar ainda mais o desfile da Unidos de Jucutuquara, prometendo uma apresentação inesquecível à frente da nossa bateria. Seja bem-vinda, Fernanda! Que seu reinado seja repleto de brilho, samba no pé e conquistas! A Nação de Jucutuquara te recebe de braços abertos.”

A chegada de Fernanda à Unidos de Jucutuquara representa mais do que uma mudança de posto: é a reafirmação da força feminina no samba e a continuidade de uma carreira que tem contribuído para valorizar o carnaval do Espírito Santo e o papel das mulheres na folia.

Com samba no pé, paixão pelo carnaval e um currículo respeitável nas passarelas do samba, Fernanda Passon promete um reinado marcante, cheio de energia e representatividade. A Unidos de Jucutuquara já começa sua jornada rumo ao Carnaval 2026 com o pé direito — e com uma rainha à altura de sua tradição.


📸 Acompanhe mais sobre Fernanda Passon em suas redes sociais: Instagram de Fernanda Passon