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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Crianças internadas em hospital estadual ganham visita de cães e brincadeiras

Pacientes participarão de atividades musicais e oficinas manuais nesta quarta-feira, 24 de agosto, em comemoração ao Dia da Infância

Crianças internadas no hospital estadual Darcy Vargas, especializado em atendimento pediátrico, na zona Sul da capital paulista, vão se reunir na unidade nesta quarta-feira, 24 de agosto, para uma manhã diferente, com contação de histórias, apresentação musical e visita da “cachorrada”.

As atividades começam às 9h com apresentações musicais no ambulatório. O grupo “Operação conta-gotas” irá realizar contação de histórias nas enfermarias e os pacientes ainda poderão participar de oficinas de bijuteria e brincadeiras especiais que serão realizadas no jardim terapêutico da unidade.

Além disso, as crianças internadas nas enfermarias irão receber a visita dos cães e voluntários do projeto “Dr. Au au”.

“Esta data é muito importante para os pacientes, pois ajuda a amenizar o processo de tratamento e conforta a estadia dos pacientes que ficam durantes longos períodos na unidade”, afirma Sérgio Sarrubo, diretor do Hospital.

O hospital estadual Darcy Vargas fica na rua Seráfico de Assis Carvalho, 34, Morumbi, zona Oeste de São Paulo.

APM é contra corte de verbas para a saúde


O Senado Federal deve votar nesta terça-feira, 23 de agosto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 31/2016, que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A medida permite ao Governo Federal transferir até 30% da verba originalmente direcionada à Saúde para qualquer outra despesa considerada prioritária pelo poder executivo, diminuindo os recursos do Sistema Único de Saúde.

“A APM vê com muita preocupação essa possibilidade, considerando que a verba hoje destinada para a Saúde já está muito limitada”, alertou o presidente da Associação Paulista de Medicina, Florisval Meinão.

De acordo com Meinão, o sistema de saúde está bastante fragilizado, com dificuldade de acesso por parte da população. “Apesar de apoiarmos as medidas necessárias para o ajuste fiscal, é preciso que haja sensibilidade por parte do Governo de realocar recursos de áreas que não sejam tão prioritárias como a Saúde.”

Atualmente, a União já utiliza a DRU livremente, com 20% de todos os tributos federais vinculados por lei a fundos ou investimentos, afetando não só a Saúde, mas outras áreas prioritárias como Educação e Previdência.

“Isso pode tirar recursos de áreas que são muito importantes”, crítica Marun David Cury, diretor adjunto de Defesa Profissional da APM. “Principalmente da Saúde, cujo SUS já está muito sucateado pelo não aumento de recursos há alguns anos. Então, isso pode agravar a situação da saúde pública”, completa.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Programa da ONU reafirma parceria com FURNAS pela sustentabilidade

Representantes do PNUD no Brasil visitam sede da empresa no Rio de Janeiro e conhecem detalhes de suas iniciativas socioambientais e culturais

Representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) visitaram a sede de FURNAS, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (10/8), para conhecerem as ações da empresa no engajamento aos 17 Objetivos do desenvolvimento Sustentável (ODS). O PNUD é uma agência líder da rede global de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU), que trabalha principalmente pelo combate à pobreza e pelo Desenvolvimento Humano.

O diretor do PNUD para o Brasil, Didier Trebucq, e a Representante Residente Assistente para Programa, Maristela Baioni, foram recebidos pelo presidente de FURNAS, Ricardo Medeiros, além de diretores e executivos da empresa. Na ocasião, os visitantes conheceram os projetos e programas desenvolvidos pela companhia para o cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), dos quais FURNAS é signatária.

Durante o encontro, o presidente Ricardo Medeiros reafirmou a disposição de FURNAS em aprimorar e difundir as boas práticas sociais e de sustentabilidade desde sua adesão aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), em 2012. “A empresa vem concentrando esforços em contribuir para a transição dos ODM aos ODS, nos projetos e ações sociais que apoiamos, alinhados à agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, afirmou. “As ações estão cada vez mais organizadas e instrumentalizadas, com gestão e monitoramento eficazes. Furnas não é uma mera passadora de recursos. Fazemos questão de participar e acompanhar as iniciativas”, completou.

Durante a reunião, Trebucq demonstrou entusiasmo com a parceria entre a entidade e FURNAS. “Se todas as empresas do setor elétrico tivessem a mesma atuação em relação aos projetos sociais e sustentáveis, estaríamos muito melhores rumo aos ODS. FURNAS é um parceiro importante para o cumprimento desses objetivos”, reconheceu.

A visita também resultou em um convite para que FURNAS apresente o seu Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça no “III Fórum Global Do Negócio Para a Igualdade: Promover os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, em novembro, no Panamá. O programa rendeu à empresa cinco Selos Pró-Equidade de Gênero e Raça consecutivos nos últimos anos, por conta de iniciativas como a implantação de política de acesso e ascensão profissional em igual condição para ambos os sexos, com aumento de 20% de mulheres em cargos de comando na empresa nos últimos 10 anos.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram aprovados na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (25-27 de setembro 2015), originados a partir do documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”. A Agenda é um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade. Ela busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, e reconhece que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global ao desenvolvimento sustentável.

Os ODS foram constituídos sobre as bases estabelecidas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), de maneira a completar o trabalho deles e responder a novos desafios. São integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.

Sobre Furnas

Mais de 40% da energia consumida no Brasil passa pelo sistema de Furnas, que utiliza a força da água para gerar 95% de sua energia. Presente em 15 estados e no Distrito Federal, Furnas conta com 20 usinas hidrelétricas, cinco PCHs, três parques eólicos, duas termelétricas, aproximadamente 24 mil quilômetros de linhas de transmissão e 69 subestações.

A empresa reafirma o seu compromisso com a produção de energia 100% limpa e renovável a partir da diversificação de suas fontes de geração, sobretudo no segmento eólico, com a construção de mais 48 parques no Nordeste do país. No segmento hídrico, Furnas segue seu plano de expansão e está construindo três novas usinas hidrelétricas em parceria com outras empresas - Santo Antonio (RO), Teles Pires (MT/PA) e São Manoel (MT).

Considerado a espinha dorsal da transmissão de energia elétrica no Brasil, o sistema de Furnas está sendo ampliado com a construção de mais 16 subestações (novas e ampliações) e cerca de 5.000 km de linhas de transmissão. Entre os empreendimentos está o sistema que escoará a energia gerada pelo Complexo Hidrelétrico de Belo Monte (PA), com 2.092 km de extensão em extra-alta tensão de ± 800 kV (corrente contínua), inédita no país.

Até 2018, Furnas e seus parceiros acrescentarão cerca de 4 mil MW ao sistema elétrico brasileiro, um crescimento de 26% em relação à potência atual, totalizando cerca de 20 mil MW em capacidade instalada.​

domingo, 24 de julho de 2016

Lei que estabelece cotas para trabalhadores com deficiência completa 25 anos

Principal dificuldade ainda é o cumprimento da legislação pelos empregadores



Eles são inteligentes, bem humorados, dispostos a ajudar e ansiosos por um emprego. Mas têm algum tipo de deficiência física sensorial, mental ou intelectual que dificulta sua inserção no mercado de trabalho, apesar da Lei 8.213, de 1991 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm). A regra determina que empresas com 100 ou mais empregados são obrigadas a preencher, de 2% a 5% dos seus cargos, com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. A legislação completa 25 anos no próximo domingo (24), mas ainda não conseguiu tornar realidade o sonho de quem tem tudo para ajudar, como a maioria dos trabalhadores, mas não recebe a oportunidade de provar o seu potencial.

Se seguissem a lei, as empresas brasileiras gerariam pelo menos 827 mil vagas para pessoas com deficiência ou beneficiário reabilitado. De acordo com estimativa baseada no censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil, pelo menos sete milhões de pessoas com deficiência elegíveis para a cota. No entanto, as empresas geraram apenas 381.322 postos, conforme os registros da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho de 2014, o dado mais atual. O número é quase três vezes menor do que a real capacidade prevista na legislação.

“Se esses empresários pelo menos tentassem contratar uma pessoa com deficiência, eles veriam o quanto estariam ajudando essas pessoas e a si mesmas”, garante a encarregada dos operadores de caixa e empacotadores de um supermercado em Brasília, Marielda Domingos Vieira. Ela é a responsável pelo funcionário Irlan Alves Lopes, 34 anos, que, apesar da deficiência, trabalha no local como empacotador há nove anos e sete meses, conforme cálculo que o próprio Irlan tem na ponta da língua. “É que eu adoro trabalhar aqui”, explica.

Irlan já trabalhou em uma empresa de limpeza antes, mas não gostava muito. Acha que o trabalho no mercado é mais interessante. “Eu empacoto, faço entregas e converso com as pessoas. Eu gosto muito de falar com as pessoas”, conta.

De acordo com a auditora fiscal, Fernanda Cavalcanti, responsável no Ministério do Trabalho pela fiscalização do cumprimento da Lei de Cotas, muitas empresas acabam contratando as pessoas com deficiência apenas depois de multadas. Elas alegam que não possuem vagas adequadas a esses trabalhadores, já que muitos deles possuem limitações físicas ou intelectuais que dificultariam sua inclusão. “Mas é sempre bom lembrar que os postos de trabalho devem ser adaptados às pessoas, com e sem deficiência, e não as pessoas devem se adaptar aos postos de trabalho”, pondera.

A secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen, espera que a inclusão de pessoas com deficiência, que hoje é imposta pela lei, se torne uma realidade natural para toda a sociedade. “A mudança cultural é urgente, no sentido de romper preconceitos e a comunidade passar a reconhecer que os esforços devem ser coletivos. Sabe-se que muito ainda deve ser feito para que a pessoa com deficiência possa transitar livremente e com autonomia em todos os espaços públicos e, principalmente, ter condições de manter-se com o fruto de seu trabalho e integrar-se. A parcela de responsabilidade cabe à sociedade em geral e às empresas, em particular”, defende.

Para tudo ficar especial
O sorriso sempre aberto é a principal característica da atendente Kelly Elisangela Rodrigues de Sousa, 41 anos, que há 13 trabalha para uma rede de fast-food em Brasília – o único emprego dela com carteira assinada. Seja limpando e organizando as mesas, montando os lanches ou entregando os pedidos aos clientes, o bom humor está sempre presente. “Gosto de fazer tudo. Adoro meu emprego”, empolga-se.

O chefe dela, o gerente Anderson Rocha, garante que não é apenas Kelly que sai ganhando: “Quando a gente trabalha com uma pessoa especial, o ambiente todo fica especial. Ela traz humanidade para o ambiente de trabalho”.

A presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF), Wilma Chaves Kraemer, entende que muitas empresas não contratam pessoas com deficiência porque desconhecem suas capacidades. Na opinião dela, a lei, apesar de não ser cumprida em sua totalidade, tem o mérito de, mais do que obrigar, mostrar aos empregadores as potencialidades desses trabalhadores. “Muitos empregadores acham que as pessoas com deficiência não vão dar conta do trabalho. Mas depois, acabam mudando de ideia e vendo o quanto isso é importante para a empresa e também para o trabalhador, que se sente importante e se dedica ao máximo para corresponder às expectativas de quem o contratou”, analisa.

A Apae-DF mantém atualmente cerca de 500 pessoas com mais de 14 anos fazendo oficinas profissionalizantes em uma de suas quatro unidades. Eles fazem treinamento nos mais diferentes ofícios como lavanderia, confeitaria, restauração de livros e atendimento ao público, entre outras atividades. De lá, saem prontos para o mercado de trabalho.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

FRIO: CUIDADO COM AS LESÕES MUSCULARES



Membros inferiores como coxa e tornozelo são os locais que mais sofrem 

Distensões e estiramentos. Esses são os tipos de lesões musculares mais comuns entre a população brasileira. Durante o inverno, eles se tornam ainda mais frequentes, por isso é necessário uma atenção maior ao problema. 

De acordo com o Dr. Antônio Alexandre Faria, ortopedista do Hospital San Paolo, centro hospitalar localizado na Zona Norte de São Paulo, a baixa temperatura provoca o aumento da contração muscular para preservar mais sangue em áreas nobres (coração, pulmão, etc). “Isso é um mecanismo de defesa para preservar o calor do corpo”, afirma.

As pessoas com menos preparo físico são as que mais correm o risco de sofrer, pois o músculo está menos preparado para um esforço maior. “Caso queira evitar lesões musculares durante o ano todo, principalmente no frio, o alongamento e o aquecimento antes da atividade física são fundamentais. Agasalhar-se também é importante, diminuindo assim a contração muscular involuntária”, declara o médico. 

Os locais do nosso corpo que mais sofrem com esse tipo de reação são os membros inferiores (coxa, perna, tornozelo e pé). Caso ocorra a lesão, o médico aconselha o repouso e a suspensão momentânea de exercícios. O período de afastamento das atividades físicas pode chegar a seis semanas.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Temer defende geração de empregos no Paraná‏




O presidente em exercício Michel Temer participou, nesta terça-feira (28), da inauguração da fábrica de celulose da Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, localizada no município de Ortigueira, no Paraná. Durante entrevista à imprensa, Temer destacou que o novo empreendimento gera, apenas neste primeiro momento, mais de 1.500 postos de trabalho, além de oferecer trabalho a cerca de 40 mil pessoas durante a construção da fábrica, “o que mostra as potencialidades do Brasil”, ressaltou.

O presidente reforçou também a integração entre o Executivo e o Congresso Nacional, conquistada pelo atual governo, possibilitando a aprovação de projetos relevantes para o País. Entre eles está o projeto que solucionou as dívidas dos estados com a União. “Apenas no Paraná, cerca de R$ 500 milhões serão reinvestidos gerando ainda mais empregos”, argumentou citando, ainda, a limitação dos gastos públicos proposta pelo governo, com emenda constitucional já encaminhada ao Congresso.


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sexta-feira, 24 de junho de 2016

PEDALADAS FISCAIS DE FERNANDO HADDAD GEROU DEFICIT DE R$90 MILHÕES


Fernando Haddad
Relatório técnico do TCM traz risco à aprovação das contas de Haddad de 2015, alerta Natalini

Um relatório técnico de 501 páginas (link abaixo), elaborado por auditores do Tribunal de Contas do Município, compromete as contas de 2015 do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. “Existem 35 infringências gravíssimas”, aponta o vereador Gilberto Natalini (PV-SP).

Ao todo os auditores indicaram 190 infringências. As contas de Haddad serão apreciadas pelo TCM na próxima quarta-feira, dia 29. Além das 35 gravíssimas, Natalini levantou outras 41 faltas graves, 112 recomendações e 2 itens prejudicados. “Faço um apelo para que os senhores conselheiros do TCM votem tecnicamente, conforme o ótimo relatório produzido pelos auditores”, afirma Natalini (ofício do vereador aos conselheiros do TCM no link abaixo).

Em seu balanço apresentado no final de março, o prefeito de São Paulo apresentou um superávit de R4 3,9 bilhões nas contas de 2015. O relatório do TCM concluiu, porém, que houve um déficit – não um superávit – de R$ 90 milhões. “Haddad fez todo o tipo de pedaladas”, relata o vereador do PV. “De forma recorrente, o prefeito pegou recursos de investimentos e jogou no custeio da máquina administrativa. Isso é gravíssimo”.

Quatro conselheiros devem votar a aprovação ou a rejeição do parecer técnico sobre as contas do prefeito. Se houver empate, o voto decisivo será do presidente do TCM. Depois caberá à Câmara Municipal apreciar a decisão dos conselheiros.


Gilberto Natalini (PV)
aponta as pedaladas de Haddad
Pedaladas

Entre as diversas manobras efetuadas pela Prefeitura e apontadas no relatório do TCM, Natalini selecionou os seguintes oito exemplos:

- O município adiantou irregularmente dinheiro do caixa da Prefeitura para 18 obras do PAC (recursos federais), o que prejudicou outros investimentos na cidade. Agora, falta o ressarcimento federal de R$ 327,6 milhões.

- O governo municipal lançou mão de recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento do Trânsito para construir ciclovias e pintar faixas, o que é irregular.

- As empresas CET e SPTrans prestaram serviços de R$ 15,2 milhões sem cobertura orçamentária e precisam ser ressarcidas por indenização.

- O prefeito usou R$ 33 milhões para suplementar dotações orçamentárias em maio de 2015, com superávit do balanço de 2014. Só que em junho de 2015 o TCM apontou ter havido déficit – e não superávit – em 2014.

- No lugar de aproveitar o superávit de R$ 44 milhões verificado na área de Educação em 2014, conforme previsto em lei, a Prefeitura alocou dinheiro corrente, do Tesouro Municipal, no pagamento de despesas do setor em 2015.

- Não existe comprovação de repasse de 5% da arrecadação com multas para o Fundo Nacional de Segurança do Trânsito em 2015, de acordo com determinação legal.

- Em outra afronta à legislação, a Prefeitura passou para a Secretaria de Finanças, por decreto, a gestão das contas das Operações Urbanas que, por força de lei, cabe à SP Urbanismo.

- A Prefeitura usou recursos de investimento do Fundo Especial do Meio Ambiente para despesas de custeio nos parques municipais.


Documentação:

- RAF 2015

- Oficio TCM - 24 de junho de 2016

- Contas de Haddad de 2015

domingo, 19 de junho de 2016

SP ganha primeiro AME exclusivo para idosos

Unidade ambulatorial do governo do Estado oferecerá atendimento em 21 especialidades para idosos com 60 anos ou mais da zona Oeste da capital

O governador Geraldo Alckmin inaugurou nesta sexta-feira, 17 de junho, o primeiro Ambulatório Médico de Especialidades (AME) do Estado de São Paulo voltado exclusivamente para a população idosa.

O “AME Idoso”, situado no bairro da Lapa, zona Oeste da capital paulista, contará com atendimento em 21 especialidades médicas e não-médicas (veja todas abaixo) e equipe multidisciplinar voltada para o público a partir dos 60 anos de idade. A unidade será gerenciada em parceria com Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).

O serviço, totalmente adaptado para facilitar o acesso aos idosos, receberá pacientes encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde da região oeste, que atendam aos critérios de admissão.

Com investimento total de R$ 10,7 milhões para obras e equipamentos, o AME também contará com serviços de assistência social e reabilitação que serão implantados de forma gradativa. Ao atingir plena capacidade, o ambulatório do governo do Estado poderá realizar mais de 136 mil atendimentos anuais, entre consultas médicas e não-médicas, cirurgias ambulatoriais, exames, atendimentos de odontologia e atendimentos em grupo.

"O envelhecimento populacional e o aumento da proporção de idosos na população é uma realidade, e a zona Oeste da capital paulista é uma das regiões com elevada presença dessa faixa etária. Por isso a preocupação em oferecer um atendimento ambulatorial e assistência especializados para esse público, com instalações modernas e equipe altamente especializada”, afirma David Uip, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

O AME Idoso Oeste faz parte do programa "São Paulo – Amigo do Idoso", baseado no projeto "Envelhecimento", da Organização Mundial de Saúde (OMS). O serviço fica na Rua Roma 466, Lapa. O horário de funcionamento será das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira.



Especialidades médicas:

Cardiologia, Dermatologia, Geriatria, Endocrinologia, Otorrinolaringologia, Ginecologia, Neurologia, Oftalmologia, Reumatologia, Urologia.

Especialidades não médicas:

Assistência Social, Arteterapia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Terapia Ocupacional.

Serviço de Apoio Diagnóstico:

Audiometria, Colposcopia, Dioptria, Ecocardiograma, Eletrocardiograma, Fundo de Olho, Holter, Mapa, Nasofibroscopia, Odontológico, Pressão Intraocular, Raio-X Simples, Teste Ergométrico, Ultrassonografia Simples e com Doppler.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Sopa de Chocolate é atração para os namorados no Festival da CEAGESP


O Festival de Sopas CEAGESP programou para o Dia dos Namorados uma Sopa de Chocolate com Frutas. O sabor especial estará no cardápio apenas no domingo, 12 de junho. Porém, as sopas desta semana (de quarta a domingo) são de dar água na boca: Sopa de Chilli Mexicano, Sopa de Mandioca Cremosa com Carne, Sopa de Yakisoba e Creme de Formaggio com Zucchini, além da tradicional Sopa de Cebola, nas versões gratinada e sem gratinar.

Para saborear à vontade todas as sopas do Festival, quantas vezes quiser, o preço é fixo em R$ 33,90 por pessoa. Bebidas, sobremesas e antepastos são cobrados à parte. Toda semana, tem sopa diferente no cardápio, quando novos sabores substituem os do período anterior. Mas a Sopa de Cebola permanece fixa no cardápio de todas as semanas.

O preço inclui ainda os complementos das sopas como pães, croutons, queijo ralado, pimentas e outros itens, que ficam próximos ao local onde são servidas as sopas. O Festival de Sopas CEAGESP também oferece uma carta de vinhos de várias nacionalidades, sucos, refrigerantes e outras opções de bebidas. Entre as sobremesas, o destaque é para o merengue de morango.

O Festival funciona de quarta a domingo no Espaço Gastronômico CEAGESP. Às quartas, quintas e domingos, o horário é das 18h à meia-noite. Às sextas e sábados, fica aberto até as 2h da manhã. A entrada é pelo portão 4 da CEAGESP (altura do 1.946 da avenida Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital). O estacionamento, no mesmo local, tem preço fixo de R$ 10.


FESTIVAL DE SOPAS CEAGESP

Quando: Até 21 de agosto – De quarta a domingo
Horário: Quartas, quintas e domingos, das 18h à meia-noite; sextas e sábados, até as 2h da manhã
Onde: Espaço Gastronômico CEAGESP – Portão 4 da CEAGESP (altura do 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital) – Estacionamento a R$ 10
Preço: R$ 33,90 por pessoa (Bebidas, sobremesas e antepastos cobrados à parte)
Site: www.festivaisceagesp.com.br


segunda-feira, 23 de maio de 2016

MEC libera mais de R$ 210 mi para instituições federais



O Ministério da Educação e Cultura (MEC) liberou, na última semana, recursos financeiros no total de R$ 211 milhões para as universidades federais e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

O montante foi dividido em duas parcelas. A primeira, de R$ 163 milhões, foi liberada na última quarta-feira (18), e a segunda, de R$ 48 milhões, foi disponibilizada nesta sexta-feira (20).

A primeira liberação é destinada à manutenção e custeios (serviços terceirizados, material de consumo, energia elétrica, água e outras despesas) das 63 universidades e dos 41 institutos federais em todo o País. O recurso também deve atender a essa mesma previsão para hospitais universitários. Já a segunda parcela deve ser aplicada em pagamentos de bolsas aos estudantes.

O auxílio financeiro aos universitários, para o atendimento de assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, entre outros benefícios, tem como objetivo apoiar a permanência de estudantes de baixa renda nas universidades e institutos federais.