sábado, 10 de novembro de 2018

Economia criativa é destaque em atividades da Secretaria de Desenvolvimento Econômico no 11º Salão do Artesanato


Palestras desta sexta-feira, 9 de novembro, exploraram temas que auxiliam artesãos paulistanos na gestão de seus negócios


A programação organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico da cidade de São Paulo e pela Ade Sampa – Agência São Paulo de Desenvolvimento no 11º Salão do Artesanato seguiu durante esta sexta-feira, 9 de novembro. Os artesãos e manualistas expuseram e comercializaram seus trabalhos e também participaram de palestras e workshops. O evento segue até o próximo domingo, 11 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

As atividades do estande Arena Saberes e Inspirações contaram com atividades sobre temas como economia criativa e empreendedorismo. O espaço recebeu a palestra Artesão e o MEI, ministrada por Marcia Kawasaki, gestora do Microempreendedor Individual na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Ela apresentou informações e falou sobre os benefícios do MEI para os participantes.

Já a palestra Clusters Criativos, com Paula Marques, abordou a gestão de negócios e o planejamento como principais temas. Por fim, a palestra Feira da Benedito Calixto e seus desafios, com Maria Emília Siavaglia, mostrou o case de um dos espaços de cultura, lazer e economia criativa mais prestigiados de São Paulo. A Arena ainda foi palco do workshop Artes com Filtro de Café, feito por Rosely Ferraiol.

"Fomentar a economia criativa por meio do artesanato é um objetivo constante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico para gerar trabalho e renda para os artesãos e manualistas da cidade", explica a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Aline Cardoso.

Neste sábado, 10 de novembro, o espaço receberá as palestras Reciclagem e Sustentabilidade para o Artesanato, com Elisangela Cavalcante Sobral, às 11h, e Redes Sociais, com Juliana Segallio, às 14h. A Arena também terá dois workshops: Marcenaria - Anel e colar de madeira reciclada, com Agnaldo Gonçalves, às 16h, e Mosaico em Espelho e Vidro, com Susicleide Cardoso, às 18h.

Mãos e Mentes Paulistanas

O estande do programa Mãos e Mentes Paulistanas, política pública que está sendo implantada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico reuniu 20 expositores selecionados por chamamento público, sendo 15 microempreendedores de artesanato e manualidades e cinco instituições que atuam com a temática, para apresentar a arte paulistana. Entre os materiais que estão sendo apresentados e vendidos pelos expositores estão bijuterias ecológicas e étnicas, origamis, cerâmicas, rendas, têxtil, costura e marchetaria. O espaço também oferecerá aos participantes acesso a uma rede de contatos relevante para o setor.


Programação

10/11/2018 (sábado)
11h: Reciclagem e Sustentabilidade para o Artesanato - Elisangela Cavalcante Sobral
14h: Redes sociais - Juliana Segallio (Sebrae-SP)
16h: Workshop: Marcenaria “anel e colar de madeira reciclada” - Agnaldo Gonçalves 18h: Workshop: Mosaico em espelho e vidro - Susicleide Cardoso

11/11/2018 (domingo)
11h: Oficina Dolls Imagináriun - Andréia Kusaba
14h: A importância do design do produto - Marina Toledo e Julia Asche (Rede Articulando)
16h: Tecnologias digitais como fomento da economia artesanal - Camila Pinheiro (Rede ASTA)
18h: Encerramento


SERVIÇO

11º Salão do Artesanato - Raízes Brasileiras

Exposição Mãos e Mentes Paulistanas
Arena Saberes e Inspirações

Data: 7 a 10 de novembro
Horário: 11h às 22h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP
Entrada: a entrada será franca entre 11h e 14h; após este horário haverá cobrança de ingressos (R$ 20 inteira, R$ 10 meia)

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Quantas uvas são necessárias para produzir uma garrafa de vinho?



Tudo depende do tamanho e maturidade da fruta, mas em média, 300 uvas são suficientes para produzir quatro taças da bebida.

Na hora de degustar o vinho, aroma e sabor são pontos essenciais e, se tudo estiver perfeito, uma boa conversa pode se estender ainda mais apreciando essa bebida tão elegante. Com certeza, neste momento, ninguém vai questionar quantas uvas foram necessárias para compor aquele conteúdo, no entanto, é possível fazer este cálculo, para efeito de curiosidade.

Existe uma média de que, para produzir uma garrafa de 750ml, é necessário selecionar um quilo de uva e, em números isso representa cerca de 300 unidades de uvas. Isso não é uma soma exata, afinal depende do tamanho e maturidade da fruta. Também deve ser levado em consideração o tipo de casta (tamanho dos bagos, dos cachos e quantidade de sumo da polpa), sua prensagem e até exposição solar, pois o clima mais quente tende a desidratar a uva, interferindo no resultado.

Vale lembrar que uma videira pode produzir até 40 cachos, ou seja, teria a capacidade de produzir até dez garrafas de 750ml. E para encher um barril, esta soma aumentaria para 1.200 cachos de uvas, somando 60 litros. No entanto, uma videira tem de aguardar cerca de quatro anos para produzir cachos de uvas indicados para a produção de vinho.

Para entender melhor os números:
1 cacho de uvas = 75 bagos
1 taça de vinho = 1 cacho de uvas
1 garrafa de vinho = 4 taças de vinho = 4 cachos de uvas = 300 bagos
1 videira = 10 garrafas de vinho = 40 taças de vinho = 40 cachos de uvas = 3.000 bagos

Texto: Simone Cunha
Fonte: http://revista.sociedadedamesa.com.br





segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Ministério da Saúde lança página voltada à saúde da criança e do adolescente



O objetivo é reunir em um único lugar todas as informações relacionadas ao acompanhamento da saúde da criança e do adolescente, do nascimento aos 19 anos de idade


Neste mês de setembro, quando comemora-se o Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens (22/09), o Ministério da Saúde lança página temática dentro do Portal Saúde, na internet, voltada à população mais jovem. O objetivo da pasta é reunir em um único lugar todas as informações relacionadas à saúde da criança (do nascimento aos 9 anos de idade) e do adolescente (de 10 a 19 anos), e sobre os serviços disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para esses públicos. O conteúdo já encontra-se disponível na página ‘Criança e Adolescente: o que fazer para cuidar’.

Leia o conteúdo na íntegra em saude.gov.br



Setembro Roxo: mês de Combate ao Câncer de Pâncreas


Oncologista do HCor aponta sinais que podem indicar câncer de pâncreas

Os sintomas dependem da região onde está localizado o tumor. Os mais perceptíveis são perda de apetite e de peso, fraqueza, diarreia e tontura; O tumor que atinge a cabeça do pâncreas provoca icterícia, doença que deixa a pele e os olhos amarelados


Dores no abdômen e nas costas, indigestão, perda de peso e cansaço podem ser comuns e parecer inofensivos à primeira vista, mas em alguns casos podem indicar um problema grave: o câncer de pâncreas. Esses sintomas podem demorar a surgir, dificultar o diagnóstico precoce e, consequentemente, o tratamento. Atualmente, apenas uma em cada 10 pessoas diagnosticadas com câncer de pâncreas sobrevive mais do que cinco anos. Isso acontece principalmente porque os pacientes são diagnosticados tardiamente, quando as opções de tratamento já são muito limitadas, segundo aPancreatic Cancer UK, organização que luta contra esse tipo de câncer no Reino Unido.

A maioria dos casos de câncer no pâncreas não apresenta sintomas na fase inicial, ou apenas muito leves, o que dificulta a sua identificação. Entretanto, quando estes sintomas estão intensos ou quando outros sinais surgem, é possível que se esteja em uma fase avançada. Pelo fato de ser de difícil detecção, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade, por conta do diagnóstico tardio e de seu comportamento agressivo. No Brasil, é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de cânceres diagnosticados e por 4% do total de mortes por essa doença.

Acredita-se que esta será a segunda causa de óbito por câncer nas próximas décadas, já que a maioria dos pacientes é diagnosticada tardiamente e, infelizmente, tem uma expectativa de vida reduzida após o diagnóstico e tratamento”, alerta Dr. Ricardo Motta, cirurgião oncológico do HCor.

Segundo o cirurgião oncológico do HCor, o tabaco aparece como principal fator de risco para o surgimento desse tipo de câncer. “Quem faz uso do cigarro e seus derivados tem três vezes mais chances de desenvolver câncer de pâncreas do que os não fumantes. E quanto maior a quantidade e o tempo de consumo, maior o risco. A doença também está relacionada ao consumo excessivo de gordura, carnes e de bebidas alcoólicas, e à exposição a compostos químicos, como solventes e petróleo, durante longo tempo”, esclarece.

As pessoas que sofrem de pancreatite crônica ou de diabetes melitus, submetidas a cirurgias de úlcera no estômago ou duodeno, que passaram pela retirada da vesícula biliar, bem como com histórico familiar de câncer têm mais chances de desenvolver a doença.

Sintomas: os sintomas dependem da região onde está localizado o tumor. Os mais perceptíveis são perda de apetite e de peso, fraqueza, diarreia e tontura. “O tumor que atinge a cabeça do pâncreas provoca icterícia, doença que deixa a pele e os olhos amarelados. Quando o tumor avança, um alerta comum é a dor na região das costas, no início, de baixa intensidade, podendo ficar mais forte”, explica Dr. Ricardo Motta.

Diagnóstico: entre os exames que podem ser solicitados estão os de sangue, fezes, urina, ultrassonografia abdominal, tomografia, ressonância nuclear de vias biliares e da região do pâncreas. A confirmação se dá por biópsia de tecido do órgão.

Tratamento: o câncer de pâncreas tem chances de cura se for descoberto na fase inicial. Nos casos onde a cirurgia é uma opção, o mais indicado é a retirada do tumor. “Há, ainda, os procedimentos de radioterapia e quimioterapia, associados ou não, que podem ser utilizados para redução do tamanho do tumor e alívio dos sintomas”, aponta o cirurgião oncológico do HCor.

Prevenção: não fumar, evitar a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, além de adotar dieta balanceada, rica em frutas e vegetais, são medidas válidas para prevenir o câncer de pâncreas.

domingo, 23 de setembro de 2018

RECEITA DE SORVETE DE REQUEIJÃO

Já experimentou Sorvete de Requeijão?

Domingo é o Dia do Sorvete, a Tirolez ensina receita simples com apenas quatro ingredientes que vai surpreender todos


“Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza (...)”, Jorge Ben Jor já cantava essa linda canção. Em boa parte das regiões do brasileiras podemos sentir elevadas temperaturas ao decorrer do ano, então o consumo de alimentos refrescantes é natural para nós. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (IBIS), o Brasil é o 10° país que mais consome esse produto no mundo.

É comum encontrarmos diversos sabores dessa delícia, mas que tal aproveitar o Dia Nacional do Sorvete, 23 de setembro, e surpreender toda a família com uma receita pra lá de diferente? A Tirolez, uma das marcas mais tradicionais de laticínios do país, ensina como preparar Sorvete de Requeijão.

A novidade une a cremosidade do requeijão com o doce inconfundível do leite condensado. Quem é curioso experimenta e, com certeza, não se arrependerá. Arrase e receba diversos elogios!

Dica do chef: como acompanhamento use geleia de frutas vermelhas, goiabada ou outra de sua preferência.

Veja abaixo o modo de preparo e aproveite!


Ingredientes

2 latas de leite condensado
2 latas de creme de leite sem soro
2 potes de Requeijão Tradicional Tirolez
1 saquinho de gelatina incolor

Modo de Preparo

Bata tudo no liquidificador e coloque em uma forma de pudim. Coloque no freezer por 4 horas. Pronto!





Alzheimer, desafios e esperança

Enfermidade degenerativa, progressiva e sem cura, a Doença de Alzheimer (DA) compromete as atividades cerebrais causando o declínio das funções cognitivas como a memória, a linguagem e a percepção, mudanças no comportamento, personalidade e humor, levando o paciente a dependência para atividades instrumentais e, no decorrer da evolução, para atividades básicas de vida diária.

Aproximadamente 50 milhões de pessoas sofrem de Alzheimer no mundo. No Brasil, são cerca de 1,2 milhão, com custo aproximado per capita podendo chegar a R$ 40 mil por ano.

O número de portadores é crescente. Projeções apontam que, em 20 anos, poderemos ter o dobro de pessoas com a doença, principalmente devido ao envelhecimento da população. Segundo a Alzheimer’s Disease International (ADI – Associação Internacional de Alzheimer), os países em desenvolvimento serão os responsáveis por mais de 2/3 dos enfermos até 2050.

A mesma ADI já mostrava que, em 2010, os custos para as Américas eram de cerca de US$ 235,8 bilhões por ano com a doença, incluindo custos médicos, sociais e de cuidados informais. Com o aumento dos casos, os sistemas de saúde e de assistência social podem entrar em colapso se o Estado e a iniciativa privada não fizerem um planejamento adequado levando em conta a perspectiva de aumento de incidência e prevalência.

Os problemas relacionados a recursos para o tratamento de pacientes e familiares de portadores de Alzheimer são tão relevantes que até o Fórum Mundial de Economia, em 2017, chamou a doença de uma das principais agravantes à crise na esfera da saúde do século 21.

Em muitos países, já há Planos Nacionais de Demência que visam melhora da educação sobre o problema, melhora do diagnóstico e tratamento médico, melhora do apoio a cuidadores, do tratamento domiciliar e do apoio a novas pesquisas. Urge em nosso país uma ampla discussão entre entidades médicas e não-médicas, associações de pacientes e representantes do Estado para uma implementação efetiva de um Plano Nacional de Demência no Brasil.

É possível prevenir e diminuir a incidência das demências em geral levando uma vida saudável, com controle adequado de fatores de risco cardiovasculares, como diabetes, hipertensão, dislipidemia, sedentarismo. Programas de atividade física regular, aumento da escolaridade da população, assim como estímulos para a manutenção de uma vida ativa após a aposentadoria são outros fatores que devem ser levados em conta.

A boa notícia é que os medicamentos sintomáticos específicos para tratamento da DA estão disponíveis nas farmácias do Sistema Único de Saúde. A memantina, indicada nas fases moderadas e avançada da doença, também foi incorporada no SUS em portaria de novembro de 2017. Também é alvissareiro saber que há muita pesquisa de qualidade, realizadas nas mais conceituadas universidades e centros médicos do mundo, visando detectar as causas e encontrar tratamentos eficazes.

A expectativa é que, por um lado, haja um aperfeiçoamento e descoberta de novas medicações que possam influir na evolução natural da doença; por outro lado que sejam implantadas medidas efetivas de prevenção e acolhimento de cuidadores e pacientes que possam diminuir os custos médicos, sociais e afetivos dessa doença.

Que assim seja.

Marcio L. F. Balthazar, Coordenador do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva da Academia Bras Neurologia


sábado, 22 de setembro de 2018

Luiza Possi visita pacientes do Hospital Pequeno Príncipe

Luiza Possi conheceu vários setores do hospital e conversou com as crianças internadas 
Créditos: Thais Mendes Vieira/HPP 




A cantora conheceu a instituição a convite da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, que há nove anos é parceira do hospital


Pacientes do Hospital Pequeno Príncipe receberam uma visita especial na última terça-feira, 18 de setembro. A cantora Luiza Possi conheceu vários setores da instituição, interagiu com as crianças internadas e conversou com familiares que as acompanhavam.

“A passagem da Luiza traz felicidade e esperança aqui para dentro. Eu fico feliz não só por conhecer uma pessoa que vejo na televisão, mas por sentir o que ela veio nos mostrar: que temos que ter ainda mais esperança e impulso para continuar lutando”, contou Erneli Gomes da Cruz, de 41 anos, mãe de André, 10 anos, que conversou com a cantora sobre sua comida preferida: churrasco.

Luiza Possi conheceu o hospital a convite da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, que há nove anos é parceira da instituição, referência em saúde pediátrica no Brasil e que disponibiliza até 70% da sua capacidade ao SUS. “Conhecemos a história do Pequeno Príncipe e o quanto eles trabalham para oferecer um tratamento integral para as crianças. Essa visita só reforça o nosso compromisso em continuar atuando com causas importantes como essa”, afirmou a presidente da Ademilar, Jussara Schuchovsky. “Fiquei muito emocionada com a visita, com a força das crianças e dos familiares”, completou.

Ao passar pelos corredores e diferentes alas do Pequeno Príncipe, Luiza conversou com funcionários e conheceu um pouco mais sobre os diferenciais da instituição. “Percebi que o hospital investe na saúde, na cura e não na doença, passando a mensagem de que a criança não é doente, ela está doente e será tratada para passar por esse obstáculo”, explicou.

Depois de abraços apertados e sorrisos de vários pacientes e familiares, Luiza falou sobre a importância de receber apoio em um momento de dificuldade. “Eu já passei por várias situações familiares de doenças e sei o quanto é importante chegar alguém com uma palavra amiga, com um abraço e um olhar carinhoso. Quando você está precisando, é muito importante ver que tem alguém que está ali por você”, finalizou.

Sobre a Ademilar

A Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário foi pioneira no País ao trabalhar com o consórcio de imóveis. Ela está entre as dez maiores administradoras do Brasil no segmento, segundo ranking do Banco Central. Atendimento personalizado, de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, e assessoria completa em todas as etapas do processo são os diferenciais da administradora, que tem matriz em Curitiba e atuação nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Mais informações em www.ademilar.com.br.

domingo, 5 de agosto de 2018




Os finais de semana da Vila Mariana estão prestigiando o público vegano de todas as idades. Localizada na Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 168, a Vegnice, feira de produtos e alimentação veganos, está trazendo um cardápio variado de lanchinhos, petiscos e pratos veganos de várias origens, entre eles pasteis, acarajés, comidas indianas, sanduíches e doces variados. Entre os produtos estão saboaria, camisetas e bijouterias. O evento dos dias 4 e 5 de agosto, contou com feira para adoção de gatinhos e com a apresentação da cantora Mônica Alves no entretenimento patrocinado pela Literatura Imóveis.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Manifestação Pública contra a MP 841 e em defesa dos recursos da Cultura



Manifestação Pública contra a MP 841 e em defesa dos recursos da Cultura





" 1- Demoramos muitos anos para despertar a atenção de todos sobre a participação dos fazedores de cultura em 3% sobre os jogos de loteria e quando estamos prestes a conseguir esta vitória, vem o governo e baixa uma Mp, a 841 que tira de nós esta chance.
2- Por justiça a OAB se soma nesta luta a favor dos fazedores de cultura e promove no dia 4 de julho, às 19:00 no TUCA um ato de desagravo contra esta intenção.
3- É hora de nos somarmos a esta iniciativa e comparecer neste dia, em apoio aos que enfim defendem nossos interesses.
4- Compareça e leve um colega, espalhe a notícia, venha, é realmente importante.

Maestro Amilson Godoy"

Saiba mais aqui

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Confira quem passou no almoço de aniversário de Andrea Funaro no Atelier de Helena Caio

Helena Caio veste vestido strech azul marinho,
e Andrea Funaro veste vestido babados,
ambos da coleção de inverno 2018
Foto: Alvaro Toledo Leme
Helena Caio, empresária e diretora criativa da marca homônima, recebeu na segunda-feira (25) convidados no seu Alelier, no bairro Cidade Jardim (São Paulo) para um almoço em comemoração ao aniversário de Andrea Funaro. O local já é conhecido por eventos impactantes, sempre para convidados especiais que buscam a exclusividade da coleção de peças em couro desenvolvidas pela estilista.

A coleção da grife Helena Caio traz como referência peças feitas a mão, sempre com um número limitado de itens que preservam a exclusividade da marca, aliadas à ousadas aplicações, bordados, mistura de materiais, formas, desenhos e texturas. A coleção Inverno 2018 foi inspirada na África, trazem os temas Jungle Leaves e África Print e podem ser adquiridas por meio de visita marcada no atelier da empresária ou pelo IG @helenacaiooficial.

A grife Helena Caio, lançada em 2017, traz modernidade ao universo da moda brasileira em peças básicas e outras mais ousadas, que vão desde vestidos tacheados, coletes alongados, calças pantacourt de cintura alta e coloridas jaquetas bombers com flores bordadas, que chegam ao encontro dos desejos de uma mulher arrojada e elegante.

"Nossa cliente quer ser diferente mas sempre com a pegada chic de se vestir. Nossas peças são versáteis, atemporais, pois o couro transita em diversos ambientes, e dependo dos acessórios a mesma peça assume diversos estilos".

INSTAGRAM : @helenacaiooficial


Contato:
Whatsapp : + 55 11 97477-2727 | comercial@helenacaio.com.br


Veja quem passou na festa de Andrea Funaro: