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terça-feira, 12 de abril de 2016

INSTITUTO DE LONGEVIDADE LANÇA MovimentoReal.Idade

INSTITUTO DE LONGEVIDADE LANÇA MovimentoReal.Idade um convite aberto a sociedade para promover a reinserção das pessoas com mais de 50 anos no mercado de trabalho

Hoje, o país possuí 46 milhões de pessoas acima dos 50 anos e este número será mais que o dobro dentro de três décadas. Atenta ao envelhecimento da população foi criado o primeiro Instituto de Longevidade do Brasil voltado para promover a requalificação profissional e reinserção no mercado de trabalho das pessoas com mais de 50 anos. O Instituto de Longevidade será lançado no dia 12 de Abril, no Instituto Tomie Otake, em São Paulo.

O Brasil vive uma transformação demográfica e o envelhecimento populacional é uma realidade. É nesse contexto que nasce o Instituto de Longevidade, com a missão de criar uma nova realidade para o cidadão com mais de 50 anos. Seu primeiro projeto é o lançamento do MovimentoReal.Idade, que pretende mobilizar a sociedade civil – profissionais liberais, empresas, universidades, ONG’s, entidades de classe e formadores de opinião – para defender uma longevidade com qualidade para todos.

“O que era uma ideia, hoje, tornou-se urgência. Pretendemos implementar diversas iniciativas e criar uma agenda de discussões que irá beneficiar as pessoas com mais de 50 anos, além do setor privado e a sociedade como um todo”, explica Nilton Molina, 80 anos, idealizador do Instituto e presidente executivo e membro do conselho de administração da Mongeral Aegon, que passa a presidir o instituto e é expert em longevidade e previdência.

Existe um déficit nas contratações de pessoas com mais de 50 anos no Brasil. O país e as empresas precisam facilitar a volta delas ao mercado de trabalho. Para isso, o Instituto estará à frente do MovimentoReal.Idade, que oferece informação, 89 cursos online, com certificações para requalificação, auxílio médico, descontos em farmácias, auxílio a TI, orientação como elaborar um cv. Tudo sem custo para o indivíduo.

“Uma vez reinserido no mercado de trabalho o indíviduo com mais de 50 anos ganha autonomia financeira, complementa a aposentadoria (caso já esteja aposentado), mantém a boa saúde física, mental e o mais importante a integração social com a sociedade”, ressalta Nilton Molina.

A reinserção se torna urgente ao país em um momento em que ele atravessa um processo de transição demográfica, que trará consequências sociais e econômicas. Os números mostram que sociedade brasileira está envelhecendo rapidamente. Em 1955, a expectativa de vida ao nascer era de 52,9 anos e, em 2015, já alcançou 75,4 anos. A taxa de fecundidade passou de 6,1 filhos por mulher, em 1955, para 1,7 filho em 2015. Hoje, o país possuí 46 milhões de pessoas acima dos 50 anos e este número será mais que o dobro dentro de três décadas. A redução da taxa de fertilidade aliada ao aumento da expectativa de vida do brasileiro fará com que pessoas acima de 60 anos passem a representar um percentual maior da população. Em 2050, o país terá 60 milhões de habitantes com mais de 60 anos, o que corresponderá a um terço do total, segundo estimativas do IBGE.

A solução é urgente. A faixa de 50 e 60 já sofre com a diminuição da renda e precisa trabalhar, só que a inserção no mercado de trabalho é difícil, pois não há vagas adequadas ao perfil e experiência. Além disso, a legislação vigente é um obstáculo para o retorno à vida profissional. Agrava o problema o fato de que apenas 12% deles pagam ou recebem previdência privada, segundo um estudo do Data Popular feito com exclusividade para o Instituto da Longevidade, que entrevistou 600 pessoas. “Hoje, o Brasil ocupa a 56ª posição em qualidade de vida para as pessoas com mais de 60 anos nos rankings internacionais. Vamos ajudar a colocar o país entre os 20 primeiros”, resume Molina


Novas frentes:


O Instituto de Longevidade está à frente de outras iniciativas importantes para o futuro do país: a criação do Índice Real.Idade, que será produzido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), para mapear as cidades mais amigáveis à população idosa. Composto por cerca de 80 indicadores, o índice vai analisar as 350 cidades mais populosas do Brasil. A partir dele, será instituído o Prêmio Real.Idade, que vai reconhecer as seis cidades mais amigáveis de acordo com o índice e convidá-las a implementar projetos de sucesso de metrópoles estrangeiras na preparação da população para a longevidade.

O Instituto Longevidade Mongeral Aegon trabalha também na elaboração de um Projeto de Lei que cria o Regime Especial do Trabalhador Aposentado (RETA), que prevê incentivos fiscais e tributários a empresas que contratarem pessoas nessa faixa etária. A redação do RETA está a cargo dos professores Hélio Zylbestajn e Nelson Mannrich, do Departamento do Direito do Trabalho e de Seguridade Social da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

Sobre Nilton Molina

Expert em longevidade, déficit e previdência, Molina é diretor da CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e vice-presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo). Preside o Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência S/A e o Conselho Deliberativo da Mongeral Aegon Fundo de Pensão Multipatrocinado. É membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar – CNPC. Anteriormente, foi membro do Conselho Nacional de Seguros Privados e do Conselho Nacional de Seguridade Social (1985 a 1990), um dos fundadores da Bradesco Vida e Previdência e da Icatu Hartford Seguros.

Sobre a Mongeral Aegon


Com 180 anos de atuação no país completados em 2015, a Mongeral Aegon possui cerca de 1 milhões de clientes, para os quais assegura mais de R$ 150 bilhões. Desde 2009, a empresa faz parte da Aegon, grupo holandês que figura entre os maiores do mundo na área de seguro, previdência e investimentos financeiros. Nos últimos anos, a expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que é formado, além da seguradora, pela Mongeral Aegon Fundo de Pensão, pela Mongeral Aegon Investimentos e pela empresa de gestão previdenciária Mongeral Aegon Administração de Benefícios. O grupo está presente em todo o país por meio de 60 unidades de negócios, 1.200 funcionários e 4 mil corretores parceiros.