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segunda-feira, 18 de abril de 2016

DEPUTADOS CONTRA O IMPEACHMENT REPRESENTAM APENAS 10% DOS VOTOS NAS URNAS

Por: Claudia Souza


Dilma Rousseff e seus aliados repetem que o Impeachment é um GOLPE e que não é justo retirar do poder uma mulher honrada, honesta e que não cometeu crime algum. A afirmação sempre vem fortalecida pelo argumento de que a Presidente da República foi eleita com mais de 50 milhões de votos e de maneira legítima.

A afirmação da legitimidade, entra em questão, quando voltamos no tempo e prestamos atenção ao fatídico dia 26/10/2014 em que fatos estranhos ocorreram no cenário eleitoral do Brasil. Pessoas foram votar e já haviam votado em seus lugares, mesários divulgaram fotos dos relatórios de urnas que vieram lacradas, contendo 400 votos em favor de Dilma Rousseff; um senhor encontrou no lixo pastas contendo chip da urna eletrônica, junto com caderno de votos; outros, flagraram urnas disparando votos sozinhas e todos esses vídeos foram publicados e estão disponíveis para quem quiser confirmar na internet. Outro fato estranho, para não dizer fantasioso é que no site do PT antes mesmo que fosse divulgado o resultado das urnas, já havia uma matéria contendo foto com Dilma e Lula comemorando a vitória.

Se nenhum dos detalhes acima possuir relevância ao nobre leitor, caminhemos então para os próximos capítulos, até o discurso de posse:

Dilma 2015: - “Em nossos governos, cumprimos o compromisso fundamental de oferecer a uma população enorme de excluídos, de pessoas excluídas, os direitos básicos que devem ser assegurados a qualquer cidadão: o direito de trabalhar, de alimentar a sua família, de educar e acreditar em um futuro melhor para seus filhos. Isso que era tanto para uma população que tinha tão pouco, tornou-se pouco para uma população que conheceu, enfim, governos que respeitam e que a respeitam, e que realmente se esforçam para protegê-la. ”

Vida Real: “Pelo menos 10 milhões de trabalhadores contribuintes, ajudavam a pagar os gastos da “Bolsa Família”, hoje estão desempregados.

Dilma 2015: “Sou ex-opositora de um regime de força que provocou em mim dor e me deixou cicatrizes, mas não tenho nenhum revanchismo. Mas este processo jamais destruiu em mim o sonho de viver num país democrático e a vontade de lutar e de construir este país cada vez melhor. Por isso, sempre me emociono ao dizer que eu sou uma sobrevivente. Também enfrentei doenças mas, se me permitem, quero dizer mais: pertenço a uma geração vencedora. Uma geração que viu a possibilidade da democracia no horizonte e viu ela se realizar. ”

Vida Real: “A Presidente Dilma Rousseff firmou juntamente com o Ex-Presidente Lula, a participação do Brasil, dentro do FORO DE SÃO PAULO, que trata-se da mais vasta organização política que já existiu na América Latina, na qual participam todos os governantes esquerdistas do continente. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como as Farc e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. O principal objetivo é transformar a América Latina numa pátria única, com regime totalitário comunista, regime este, que não deu certo em nenhum país. ”

Apenas estes dois motivos seriam suficientes para que a Presidente não fosse mais reeleita, todavia, até que surgissem dúvidas quanto a autenticidade das urnas eletrônicas, estaria tudo correto e dentro dos conformes. Apesar da Presidente Dilma e seus aliados, sempre que possível, afirmarem que foram eleitos pelas urnas e que seus votos foram legítimos, o que estamos assistindo mostra o contrário. A totalidade de manifestantes que foram às ruas em favor de Dilma Rousseff é irrisória perto daqueles que se manifestaram contra o atual governo. Sem contar, o detalhe de que os poucos que se destacaram em favor da Presidente, foram patrocinados pela CUT, Sindicatos e Organizações Sociais.

Dos 141.824.607 eleitores brasileiros, número esse divulgado no site do STE em 2014, no mínimo, apenas 13.190.830 estavam representados pelos Deputados Federais que votaram contra o impeachment no dia 17 de abril. Dos quase 10% de eleitores no ato representados, deve-se levar em conta que parte deles, não estariam de acordo com os seus representantes.

Sendo assim, ou Dilma Rousseff perdeu 80% dos seus eleitores, ou precisamos retirar as urnas eletrônicas da Smartmatic de circulação, de uma vez por todas.

Abaixo, alguns dos deputados que votaram contra o impeachment e 
os votos que os elegeram em 2014: