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domingo, 30 de setembro de 2012

Mauricio de Sousa homenageia Hebe Camargo




Desenho em homenagem à Hebe Camargo e foto do Mauricio visitando programa da Hebe quando ela completou 80 anos.

Frase do Mauricio no twitter:





Mauricio de Sousa ‏@mauriciodesousa
Hebe passou gloriosamente pelos portões do céu. Documentação de toda uma vida em ordem para continuar a distribuir graça e alegria por lá.











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Centro de Convenções Frei Caneca recebe “Só para Mulheres”



Evento aborda temas do universo feminino contemporâneo

Centro de Convenções Frei Caneca recebe, nos dias 5 e 6 de outubro, o evento “Só para Mulheres”. Promovido pela GEO Eventos, o encontro aborda temas do universo feminino como carreira, família, saúde e finanças.

A idealizadora do “Só para Mulheres”, Ciça Carvello, declara: “O evento reflete as necessidades e anseios da mulher moderna, que é jovem, preza pelo lazer, bem-estar e também pela saúde de suas finanças”.

De olho na ala jovem e consumidora que surge com a chamada “nova classe média”, a edição 2012 vai explorar os desejos de consumo, de alimentação, bem-estar, estética, educação, finanças e turismo das brasileiras. “A área de negócios da GEO ganhou mais um importante evento para 2012. Além do circuito Expo Money em todo o país, que este ano completa 10 anos, ampliamos a atuação na área de eventos e feiras com um produto totalmente focado nas mulheres”, destaca Robert Dannenberg, diretor-executivo de Negócios da GEO Eventos.

Números que comprovam que o Só Para Mulheres será um sucesso entre o público feminino são os dados da recente pesquisa “Data Popular: As Poderosas da Nova Classe Média Brasileira”. O estudo aponta que as jovens serão as novas consumidoras no mercado em 10 anos. Elas já representam 85% das consumidoras nos Estados das regiões Sul e Sudeste.

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Água para Todos - 270 cisternas nos estados de Sergipe e Alagoas


Brasília - Moradores de municípios de Sergipe e Alagoas são os mais novos beneficiados pelo Água para Todos, programa presente em 14 estados, com a coordenação do Ministério da Integração Nacional e apoio dos governos estaduais e órgãos federais.
A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba vai entregar cisternas de consumo a 270 famílias. Serão 70 reservatórios para os municípios sergipanos de Canindé, Itabi e Gararu e 200 para moradores de Craíbas, Alagoas.
Até agora 3.939 famílias alagoanas receberam cisternas do programa. Outras 14.950 famílias serão beneficiadas por meio de uma parceria do Ministério da Integração Nacional com o governo estadual que prevê a implantação de 83 barreiros e 270 sistemas coletivos de abastecimento - o investimento do governo federal é de R$ 33,5 milhões.
No Sergipe, além das 1.110 cisternas instaladas pela Codevasf, o ministério em conjunto com o governo estadual vai implantar 116 sistemas coletivos de abastecimento, com recurso de R$ 13,6 milhões, beneficiando 4.640 famílias. As ações são voltadas para os brasileiros que apresentam renda per capita de até R$ 140,00, inscritas no CadÚnico.
Treinamento - Em paralelo à entrega de cisternas, serão capacitadas pela Codevasf famílias dos povoados de Lagoinha, Olho D'Água, Lameirão e Povoado Pedrão, no estado de Alagoas. Atividades de capacitação, cadastramento e validação de famílias serão realizadas em Sergipe nos municípios de Propriá, Canindé do São Francisco, Nossa Senhora de Lourdes e Capela.
O objetivo é explicar como usar a água de forma racional e como utilizar as cisternas de maneira adequada para o consumo. Além da capacitação, os povoados também receberão o cadastramento de novas famílias beneficiadas e eleição dos comitês comunitários.

Ex-detentos trabalham em obras da Copa

Portal Brasil Até abril, São Paulo, Brasília, Cuiabá, Salvador, Fortaleza, Rio Grande do Norte e Belo Horizonte empregam detentos e egressos nas obras para o Mundial As obras de infraestrutura e de estádios da Copa do Mundo de 2014 empregam detentos, egressos do sistema penitenciário e resgatados de situações análogas ao trabalho escravo.

Segundo último balanço, sete cidades-sede já cumprem acordo para que, nos empreendimentos com mais de 20 operários, 5% dos postos de trabalho sejam reservados para detentos, ex-detentos, cumpridores de penas alternativas e adolescentes em conflito com a lei.

Cuiabá: obras para Copa usam egressos do sistema penitenciário e resgatados de situação de trabalho escravo

A parceria, que deve ser seguida por todas as cidades-sede, é uma das ações do Programa Começar de Novo, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça em outubro de 2009, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da oferta de oportunidades de capacitação profissional e de trabalho na prevenção da reincidência criminal.

Até abril, São Paulo, Brasília, Cuiabá, Salvador, Fortaleza, Rio Grande do Norte e Belo Horizonte empregam detentos e egressos nas obras para o Mundial. As obras da Arena Pantanal, em Cuiabá, têm encontrado nesses grupos de trabalhadores solução para a falta de trabalhadores no estado.

Na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, trabalham sete detentos, que contam como o trabalho representou uma mudança significativa em suas perspectivas de futuro. "Minha vida antigamente era nove e hoje já é quase 100. Hoje estou trabalhando, procuro o que é meu, suado. Por isso eu estou correndo atrás, para ver o meu futuro melhor", disse o detendo Jaydison Douglas.

Opinião semelhante tem Alessandro Silva, outro presidiário que atua no canteiro de obras em Brasília. "Para mim mudou muita coisa. Hoje, aos 28 anos, estou trabalhando pela primeira vez na vida. Vou abraçar a oportunidade e vamos até o final" Essa sensação de acolhimento, segundo o conselheiro do CNJ Walter Nunes, é elemento fundamental para a segurança pública.

"A expectativa que nós temos de futuro é reduzir sobremaneira a reincidência, na medida em que a gente cria redes sociais por intermédio da oferta de mercado de trabalho para essas pessoas. Assim, elas ingresssam nessas redes e saem da rede anterior, que era a da criminalidade", afirma.

A cada três dias trabalhados, os detentos diminuem um na pena e ainda recebem uma bolsa de um salário mínimo. Fortaleza No Castelão, em Fortaleza, trabalham 15 egressos do sistema penitenciário, com carteira assinada e direito a salário mínimo, férias, 13º salário e FGTS.

Jorge Alves de Souza começou a trabalhar como servente na obra de reforma desde que teve direito ao regime aberto. Após sete meses empregado e quatro com carteira assinada, Jorge já contabiliza vitórias na vida pessoal. “Nesse tempo, eu me casei e comprei minha casa própria”, celebra.


 

MS lança diretrizes para atendimento a pacientes



O objetivo é levar orientações aos profissionais de saúde para garantir um atendimento humanizado e qualificado no SUS para esses pacientes e sua família

O Brasil possui hoje 300 mil pessoas com Síndrome de Down e para que os profissionais de saúde estejam preparados para dar um atendimento qualificado a este público, o Ministério da Saúde lança as Diretrizes de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down. O lançamento oficial foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta quarta-feira (26), no Rio de Janeiro. “Seja qual for o tipo de deficiência, os limites que essas pessoas enfrentam são impostos pela sociedade, pela falta de acessibilidade e pelo preconceito. Nosso propósito é mobilizar esforços para romper qualquer limite que a sociedade impõe ao portador de necessidades especiais”, destacou Padilha.
O documento foi construído ao longo de cinco meses com a colaboração de entidade sociais e especialistas. Deste documento foi elaborada uma versão simplificada, denominada de Cuidados de Saúde às Pessoas com Síndrome de Down, elaborada em parceira com jovens que têm Síndrome de Down para que tivesse uma linguagem acessível para este público.
Voltado às equipes multiprofissionais do SUS para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome de Down, a proposta desse documento é qualificar e humanizar o atendimento desde os primeiros dias de vida do paciente, alertando sobre as patologias que têm maior prevalência e os principais cuidados para garantir o desenvolvimento saudável.

No documento há informações que ajudam o profissional a identificar as características físicas da Síndrome de Dow como pregas palpebrais oblíquas para cima, base nasal plana, face aplanada, protusão lingual, cabelo fino entre outros. Essas informações são importantes uma vez que a presença isolada de uma das características listadas no documento não confirma o diagnóstico. A análise genética, o cariótipo, complementa o diagnótico.  “Nosso objetivo é contribuir com a qualificação dos profissionais que atuam na atenção à saúde e promover o acolhimento e a integralidade do cuidado à saúde no âmbito do SUS”, diz Vera Mendes, coordenadora da Saúde da Pessoa com Deficiência do Ministério da Saúde (MS).
Esta é a primeira de uma série de diretrizes de cuidados às pessoas com deficiência que será lançada pelo Ministério da Saúde. O documento traz recomendações aos profissionais sobre, por exemplo, como dar a notícia da família de forma humanizada tirando dúvidas, incertezas e inseguranças com relação à saúde da criança e para que a família compreenda a necessidade dos exames e dos procedimentos solicitados. Há orientação sobre o diagnóstico clínico e os exames necessários em cada fase de crescimento da criança: de zero a dois anos; de dois a 10 anos; de 10 a 19 anos; e do adulto e do idoso. O documento integra as ações do Plano Viver sem Limite, lançado em novembro do ano passado, pela presidenta Dilma Rousseff, que reúne ações que beneficiam as pessoas com deficiência.
O Ministério recomenda, no documento, que o exame ecocardiograma seja solicitado tendo em vista que 50% das crianças com Síndrome de Down apresentam cardiopatias. Assim como hemograma (para afastar a possibilidade de alterações hematológicas como policitemia e leucemia) e da função de tireoideana são alguns dos exames solicitados nos dois primeiros anos de vida.
Bastante satisfeito de participar deste trabalho, o integrante do Conselho Editorial Acessível do Movimento Down, Breno Viola afirma que apesar de ter sido um trabalho difícil. “Aprendi muitas coisas com a cartilha. Agora sei o que é cromossomo, as características das pessoas com síndrome de Down e também sei sobre saúde. Jovens e adultos podem falar sobre si próprios e é muito importante conhecer o próprio corpo”, completou.
Coordenada pelo Ministério da Saúde, a elaboração das diretrizes conta com apoio de especialistas e entidades sociais como a Associação Movimento de Ação e Inovação Social, o Movimento Down, o Observatório de Favelas e a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. Desde o ano passado, eles discutem o tema para traçar as linhas desta proposta com objetivo de proporcionar mais autonomia, a inclusão social e pleno exercício pleno da cidadania a toda pessoa com Síndrome de Down.
A cartilha Cuidados de Saúde às Pessoas com Síndrome de Downcontém uma linguagem diferenciada, com ilustrações e informações de forma simples e direta para que a pessoa com deficiência intelectual compreenda os cuidados que deve ter com a saúde. O lançamento das duas publicações faz parte das celebrações do Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência, comemorado no último dia 21 de setembro.
Políticas Públicas - Recomenda-se que o cuidado com a saúde da pessoa com Síndrome de Down seja norteado pelas políticas públicas do Ministério da Saúde como a Política Nacional de Humanização, Política Nacional da Atenção Básica, Programas de Saúde da Criança e do Adolescente, Saúde da Mulher, do Homem, do Idoso, Saúde Mental e pelo Relatório Mundial sobre a Deficiência. E ainda, que utilize os pressupostos teóricos da clínica ampliada, da integralidade e do cuidado compartilhado, com vistas à humanização, autonomia e protagonismo dos sujeitos nas práticas de saúde.
A orientação para o profissional é que deve ficar claro que o cuidado com o bebê e, durante todo o seu crescimento, será compartilhado entre a família e a equipe multiprofissional, e que a família não estará sozinha e sem apoio neste processo. 

Por Cristina Gumiero, da Agência Saúde – Ascom/MS

MS lança diretrizes para atendimento a pacientes



O objetivo é levar orientações aos profissionais de saúde para garantir um atendimento humanizado e qualificado no SUS para esses pacientes e sua família

O Brasil possui hoje 300 mil pessoas com Síndrome de Down e para que os profissionais de saúde estejam preparados para dar um atendimento qualificado a este público, o Ministério da Saúde lança as Diretrizes de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down. O lançamento oficial foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta quarta-feira (26), no Rio de Janeiro. “Seja qual for o tipo de deficiência, os limites que essas pessoas enfrentam são impostos pela sociedade, pela falta de acessibilidade e pelo preconceito. Nosso propósito é mobilizar esforços para romper qualquer limite que a sociedade impõe ao portador de necessidades especiais”, destacou Padilha.
O documento foi construído ao longo de cinco meses com a colaboração de entidade sociais e especialistas. Deste documento foi elaborada uma versão simplificada, denominada de Cuidados de Saúde às Pessoas com Síndrome de Down, elaborada em parceira com jovens que têm Síndrome de Down para que tivesse uma linguagem acessível para este público.
Voltado às equipes multiprofissionais do SUS para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome de Down, a proposta desse documento é qualificar e humanizar o atendimento desde os primeiros dias de vida do paciente, alertando sobre as patologias que têm maior prevalência e os principais cuidados para garantir o desenvolvimento saudável.

No documento há informações que ajudam o profissional a identificar as características físicas da Síndrome de Dow como pregas palpebrais oblíquas para cima, base nasal plana, face aplanada, protusão lingual, cabelo fino entre outros. Essas informações são importantes uma vez que a presença isolada de uma das características listadas no documento não confirma o diagnóstico. A análise genética, o cariótipo, complementa o diagnótico.  “Nosso objetivo é contribuir com a qualificação dos profissionais que atuam na atenção à saúde e promover o acolhimento e a integralidade do cuidado à saúde no âmbito do SUS”, diz Vera Mendes, coordenadora da Saúde da Pessoa com Deficiência do Ministério da Saúde (MS).
Esta é a primeira de uma série de diretrizes de cuidados às pessoas com deficiência que será lançada pelo Ministério da Saúde. O documento traz recomendações aos profissionais sobre, por exemplo, como dar a notícia da família de forma humanizada tirando dúvidas, incertezas e inseguranças com relação à saúde da criança e para que a família compreenda a necessidade dos exames e dos procedimentos solicitados. Há orientação sobre o diagnóstico clínico e os exames necessários em cada fase de crescimento da criança: de zero a dois anos; de dois a 10 anos; de 10 a 19 anos; e do adulto e do idoso. O documento integra as ações do Plano Viver sem Limite, lançado em novembro do ano passado, pela presidenta Dilma Rousseff, que reúne ações que beneficiam as pessoas com deficiência.
O Ministério recomenda, no documento, que o exame ecocardiograma seja solicitado tendo em vista que 50% das crianças com Síndrome de Down apresentam cardiopatias. Assim como hemograma (para afastar a possibilidade de alterações hematológicas como policitemia e leucemia) e da função de tireoideana são alguns dos exames solicitados nos dois primeiros anos de vida.
Bastante satisfeito de participar deste trabalho, o integrante do Conselho Editorial Acessível do Movimento Down, Breno Viola afirma que apesar de ter sido um trabalho difícil. “Aprendi muitas coisas com a cartilha. Agora sei o que é cromossomo, as características das pessoas com síndrome de Down e também sei sobre saúde. Jovens e adultos podem falar sobre si próprios e é muito importante conhecer o próprio corpo”, completou.
Coordenada pelo Ministério da Saúde, a elaboração das diretrizes conta com apoio de especialistas e entidades sociais como a Associação Movimento de Ação e Inovação Social, o Movimento Down, o Observatório de Favelas e a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. Desde o ano passado, eles discutem o tema para traçar as linhas desta proposta com objetivo de proporcionar mais autonomia, a inclusão social e pleno exercício pleno da cidadania a toda pessoa com Síndrome de Down.
A cartilha Cuidados de Saúde às Pessoas com Síndrome de Downcontém uma linguagem diferenciada, com ilustrações e informações de forma simples e direta para que a pessoa com deficiência intelectual compreenda os cuidados que deve ter com a saúde. O lançamento das duas publicações faz parte das celebrações do Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência, comemorado no último dia 21 de setembro.
Políticas Públicas - Recomenda-se que o cuidado com a saúde da pessoa com Síndrome de Down seja norteado pelas políticas públicas do Ministério da Saúde como a Política Nacional de Humanização, Política Nacional da Atenção Básica, Programas de Saúde da Criança e do Adolescente, Saúde da Mulher, do Homem, do Idoso, Saúde Mental e pelo Relatório Mundial sobre a Deficiência. E ainda, que utilize os pressupostos teóricos da clínica ampliada, da integralidade e do cuidado compartilhado, com vistas à humanização, autonomia e protagonismo dos sujeitos nas práticas de saúde.
A orientação para o profissional é que deve ficar claro que o cuidado com o bebê e, durante todo o seu crescimento, será compartilhado entre a família e a equipe multiprofissional, e que a família não estará sozinha e sem apoio neste processo. 

Por Cristina Gumiero, da Agência Saúde – Ascom/MS

SP premia hospitais e equipes que incentivaram doações e transplantes de órgãos



Prêmio ‘Destaque em Transplantes’, espécie de ‘Oscar’ da categoria, homenageia 14 instituições de saúde e dois Serviços de Procura de Órgãos e Tecidos

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu premiar os hospitais e equipes que mais contribuíram, neste ano, para o incentivo da doação de órgãos, bem como as que se destacaram na realização de transplantes. A homenagem aconteceu na manhã desta quinta-feira, 27 de setembro, Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos, na capital paulista.
As instituições foram premiadas pelos resultados obtidos entre os meses de janeiro e agosto de 2012. Todas as unidades recordistas em número de transplantes ou notificação de doadores receberam uma placa estilizada da Secretaria.
“Hoje o Estado de São Paulo tem um serviço de transplantes que é referência nacional e internacional e o prêmio vem incentivar os profissionais e os hospitais a manterem a qualidade e aperfeiçoarem cada dia mais este trabalho”, disse o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.
Dentre os hospitais que mais realizaram transplantes, Hospital Israelita Albert Einstein se destacou nas cirurgias de fígado, com 105 procedimentos realizados de janeiro a agosto. No interior, o destaque ficou para o Hospital das Clínicas da Unicamp, que realizou 27 transplantes no período.
No caso dos transplantes de coração, o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da capital foi a unidade de maior destaque na região da Grande São Paulo, com 23 procedimentos realizados nos oito primeiros meses deste ano. No interior, o Hospital das Clínicas da Unicamp foi a principal unidade, com nove procedimentos feitos no período.
Dentre os transplantes isolado de pâncreas, o Hospital Bandeirantes se destacou na capital com nove procedimentos na Grande São Paulo.  Já no caso de pâncreas e rins (transplante simultâneo), o Hospital do Rim e Hipertensão, da Escola Paulista de Medicina, liderou o número de procedimentos, com 19 cirurgias. No interior, o Hospital das Clínicas de Botucatu foi o que mais realizou transplantes de pâncreas e rins: quatro ao todo.
No caso dos transplantes isolados de rim, o Hospital do Rim e Hipertensão, da Escola Paulista de Medicina também venceu, com 431 procedimentos. O Hospital das Clínicas da Unicamp foi o vencedor em número absoluto de transplantes de rins no interior, com 59 registros. Dentre os transplantes de pulmão, o Hospital das Clínicas da FMUSP liderou na capital, com 18 procedimentos.
Sobre os dados de transplantes de córnea, na Grande São Paulo, o Hospital de Olhos Paulista alcançou o maior número de pacientes, com 150 procedimentos. No interior, o Hospital Oftalmológico de Sorocaba foi o grande destaque, com 1.502 transplantes.
Notificações
O Hospital das Clínicas da FMUSP foi a unidade que mais realizou notificações de doadores em potencial na Grande São Paulo. A unidade fez 60 notificações de janeiro a agosto. No interior, o Hospital de Base de São José do Rio Preto foi o que mais notificou: 44 doadores.
Em relação ao trabalho dos Spots (Serviços de Procura de Órgãos e Tecidos), o do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP teve o melhor desempenho, viabilizando 38,1% de doadores em sua região de abrangência. No interior, o SPOT do HC de Botucatu bateu o recorde de viabilização de doadores, com índice de 44,3.
Segundo os dados da Central de Transplantes, de 1º de janeiro a 19 de setembro houve 5.662 transplantes de órgãos e tecidos no Estado de São Paulo. O número é similar ao mesmo período de 2011, quando foram registrados 5.655 procedimentos.
Até o momento, desde janeiro, foram registrados 571 doadores de órgãos no Estado de São Paulo, contra 570 no mesmo período do ano passado.
Neste ano, até 19 de setembro, foram realizados 60 transplantes de coração, 44 de pulmão, 380 de fígado, 1.026 de rim, 60 de pâncreas e 4.092 de córnea.
         Nível internacional
O Estado de São Paulo atingiu, em 2011, a taxa média de 20,5 doadores de órgãos por milhão de população. Trata-se do melhor índice do Brasil, similar, inclusive, ao de países de primeiro mundo, como a França (23,8) e Itália (21,6).
Na Região Metropolitana da Grande São Paulo, a taxa média é de 29 doadores por milhão de população, próximo à taxa da Espanha, modelo de sistema de transplantes para o mundo.
Este patamar foi alcançado gradativamente em especial graças ao trabalho dos 10 Serviços de Procura de Órgãos e Tecidos (SPOT) espalhados por todo o Estado, sendo quatro deles na capital. São estes serviços os responsáveis não apenas por todo o processo de captação de órgãos e tecidos, mas pela abordagem da família que, ao perder um parente, pode decidir sobre salvar até outras sete vidas.
Cerca de 25% dos pacientes em lista de espera para transplantes no Estado de São Paulo são residentes de outros estados brasileiros, especialmente Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Campanha
Em celebração ao Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, comemorado em 27 de setembro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), promove uma série de ações durante o mês setembro, na capital e no interior, como forma de chamar a atenção da população para a importância da doação de órgãos e tecidos.
Este ano, a campanha conta apresentações aéreas da esquadrilha da fumaça no Campo de Marte, caminhadas e ações educativas em hospitais, escolas e locais destinados a lazer, como praças e parques, entre outras iniciativas.
O principal objetivo da campanha é passar orientações sobre o que é a doação de órgãos e qual a seriedade desse procedimento por meios dessas atividades, mas, principalmente, conscientizar a população de diferentes faixas etárias sobre a importância de tornar pública a sua posição favorável a respeito da doação de órgãos.
“É importante que a população entenda que a doação de órgãos pode ajudar a salvar outras vidas. Por isso, a recomendação para quem deseja ser doador de órgãos, é deixar esta intenção bem clara aos familiares, pois somente a família pode autorizar ou não a retirada de órgãos para transplante no caso de morte encefálica”, diz Agenor Spallini Ferraz, responsável pela Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde.


Hospitais que mais realizaram transplantes em 2012 (janeiro a agosto)

Coração
Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP | 23 transplantes (capital)
Hospital das Clínicas Unicamp | 9 transplantes (interior)

Pulmão
Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade Medicina da USP | 18 transplantes (capital)

Pâncreas
Hospital Bandeirantes | 9 transplantes (capital)

Pâncreas/Rim
Hospital São Paulo da Escola Paulista de Medicina | 19 transplantes (capital)
Hospital das Clínicas de Botucatu | 4 transplantes (interior)

Rim
Hospital São Paulo da Escola Paulista de Medicina | 431 transplantes (capital)
Hospital das Clínicas da Unicamp | 59 transplantes (interior)

Fígado
Hospital Albert Einstein | 105 transplantes (capital)
Hospital das Clínicas da Unicamp |27 transplantes (interior)

Córneas
Hospital de Olhos Paulista |150 transplantes (capital)
Hospital Oftalmológico de Sorocaba | 1.502 transplantes (interior)

Hospitais que mais notificaram potenciais doadores de órgãos
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de USP | 60 notificações (capital)
Hospital de Base de São José do Rio Preto | 44 notificações (interior)

SPOTs que mais captaram doadores viáveis
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP | 38,1% dos doadores viáveis
Botucatu | 44,3% dos doadores viáveis

É HOJE - Leilão GRAACC e comemoração de 25 anos da ARTE PRÓPRIA

Com seu limite técnico de ocupação alcançado, e com o objetivo de ser referência em ensino e pesquisa na América Latina, o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), uma das ONGs mais conhecidas e respeitadas do país, necessita ampliar as instalações de seu hospital, e para isso estima que precisará investir cerca de 100 milhões de reais para erguer um complexo com cerca de 16 mil m² de área, em terreno vizinho doado pela Prefeitura de São Paulo. Novas parcerias são fundamentais neste momento e a Arte Própria apoiará essa causa tão justa, realizando em 27 de setembro, em sua loja na Al. Gabriel Monteiro da Silva, às 20h, a exposição "Emoldurando Sentimentos".

A marca, uma das maiores do mercado de Arte e Decoração, quer dar sua contribuição para amenizar o sofrimento das crianças e adolescentes com câncer, ajudando a garantir melhor qualidade de vida, preservando sonhos e esperança de cura. Para isso mobilizou artistas e personalidades, que prontamente doaram objetos pessoais para serem emoldurados e leiloados, e a arrecadação será destinada ao GRAACC.

Entre os objetos doados até o momento, estarão em leilão na noite do dia 27/09, peças do jogador Neymar, goleiro Rogério Ceni,Sport Club Corinthians Paulista, Sociedade Atlética Palmeiras, jogadora Paula do basquete, chef Alex Atala, chef Edu Guedes, dupla Fernando e Sorocaba, nadadores Gustavo Borges e Fernando Sherer, tenista Gustavo Kuerten, apresentadora Ana Maria Braga, apresentador Jô Soares, cantor Luan Santana, atores Reinaldo Gianecchini e Giovanna Antonelli, artista plástico David Dalmau e Grupo Palavra Cantada.

Sobre a exposição

Emoldurando Sentimentos é uma exposição com intenção de mostrar o objeto emoldurado como uma "janela", que pode ir muito mais além de seu valor material, que nos leva a refletir sobre a nossa relação com os objetos que nos rodeiam, que fazem parte da nossa vida. Um objeto pode nos remeter à momentos especiais, denunciar traços de nossa personalidade. Que sensação temos ao olhá-lo, que papel ele fez em nossa vida? O nosso olhar tem o poder de transformar até o objeto mais simples em arte, basta para isso transbordá-lo de nossos sentimentos. 

Após evento do dia 27, as peças permanecerão em exposição pública na loja da Arte Própria da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, até 31/10.

Sobre o GRAACC

GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), fundado em 1991, é uma das ONGs mais conhecidas e respeitadas do país, por sua séria luta contra o câncer infantil. Em seu hospital, o Instituto de Oncologia Pediátrica, especializado em casos de alta complexidade, a ONG realiza, em média, mais de 23 mil consultas, 14 mil cirurgias, 49 transplantes de medula e 17 mil sessões de quimioterapia por ano, e já atendeu mais de cinco mil crianças e adolescentes, e o mais importante: alcançando índices de cura de cerca de 70%.

ARTE PRÓPRIA Loja Gabriel

Al. Gabriel Monteiro da Silva, n.º 632 - J. Paulista 

Tel (11) 3088-3112 / 3088-6696

Evento dia 27/9, às 20h

Haverá serviço de vallet

Vendas de tabaco de SC e PR para China podem ser autorizadas este ano

Resultados das análises laboratoriais desses dois estados são similares aos do Rio Grande do Sul, que já exporta para o país asiático

 Brasília (26/09/2012) - O Governo brasileiro tem a expectativa de serem aprovadas ainda este ano as exportações de tabaco produzido nos estados de Santa Catarina e Paraná para a China. A informação foi dada pelo diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Cósam Coutinho, durante reunião da Câmara Setorial do Tabaco, que se reuniu nesta quarta-feira, 26 de setembro, no auditório menor do Mapa.

 De acordo com Coutinho, os resultados das análises laboratoriais desses dois estados são similares aos do Rio Grande do Sul, que já exporta para o país asiático. “A China está interessada nas folhas de tabaco da região Sul. Caso seja enviada uma missão de autoridades sanitárias daquele País à região em 2012, provavelmente ainda este ano os estados de Santa Catarina e Paraná já sejam autorizados a exportar o produto”, afirmou.

 O objetivo da missão é auditar o processo de cultivo, armazenamento e transporte, assim como avaliar, conjuntamente com técnicos do Mapa, os resultados de monitoramento e análise das folhas de tabaco produzidas nesses estados. Após a vinda das autoridades chinesas ao Brasil, a expectativa é de que seja assinado um protocolo para autorizar as exportações.

 Esse documento seria o reconhecimento oficial de que as duas unidades da federação são livres da praga quarentenária Peronospora tabacina, que é o fungo causador da doença denominada mofo azul do tabaco. Recentemente, dois estados da região Nordeste foram autorizados a vender o produto para os chineses.

A expectativa é que o Brasil irá exportar, por ano, cerca de US$ 200 milhões na exportação de folhas de tabaco para produção de charutos produzidos na Bahia e Alagoas, com a geração de cerca de 50 mil empregos diretos e deverá revitalizar 40 municípios em torno do pólo de Cruz das Almas no Recôncavo Baiano.

 Produção

 Durante a reunião da Câmara Setorial do Tabaco, ainda foram apresentados os dados da produção da região Sul. Segundo a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o total de produtores durante a safra 2011/12 foi de 165,1 mil em 652 municípios. A produção no período foi 727,5 mil toneladas em 324,6 mil hectares de área plantada, cujo faturamento foi de R$ 4,5 bilhões, alta de 11% em relação à safra anterior.