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terça-feira, 6 de abril de 2010

Dormiu mal? O problema pode estar no quarto

Insônia, dores de cabeça, agitação podem ser causadas por excesso de irradiação

O quarto é um lugar sagrado, é onde recuperamos nossas energias. No entanto, o que deve ser um oásis de conforto e aconchego, pode se tornar um espaço de acúmulo de tensões.

Segundo a geoterapeuta Sil Berti, o dormitório deve ser o mais “clean” possível, livre da emissão exagerada de cargas eletro-magnéticas. “O ideal é não ter TV, computadores e aparelhos eletrônicos, haja vista que a irradiação emitida por estes equipamentos pode fazer com que o nosso cérebro mantenha a frequência alta. O resultado disso é que as pessoas não relaxam e não têm um sono tranquilo e reparador. Acordam mais cansadas do que quando foram dormir. É como se o corpo permanecesse em estado de ALERTA”, adverte ela.
Entre os sintomas mais freqüentes da influência radioativa estão irritação, estresse, dores de cabeça e no corpo, insônia, entre outros. De acordo com a terapeuta, outra dica importante é utilizar o mínimo de elementos sintéticos em carpetes, colchas e cortinas que geram eletricidade estática e acúmulo de ácaros.

“Tomadas e fiação devem estar distantes da cabeceira da cama. Celulares e lap tops, nem pensar!”, alerta. Para Sil Berti, camas com cabeceiras de metal funcionam como transmissores de corrente elétrica e os colchões de mola precisam ser muito bem balanceados. “No caso dos colchões de mola, o geoterapeuta verifica com bússolas o posicionamento das molas. Caso estejam desalinhadas, as pessoas podem ter problemas de saúde. Se utilizamos materiais como madeiras ou fibras naturais, conseguimos atenuar os malefícios das correntes elétricas” finaliza.